"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



sábado, 5 de janeiro de 2019

Este é outro gatuno e criminoso. Foi ele que matou Mondlane e Samora.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019


Ouvir com webReader


Unay Cambuma partilhou uma publicação.
Agora mesmo
Este é outro gatuno e criminoso.
Foi ele que matou Mondlane e Samora.
Estudantes Universitários de Moçambique"Mozambican University Student's"
6 h
CRIMES ECONÓMICOS NA ERA DE CHISSANO
Durante o regime de Chissano cometeram-se os mais hediondos crimes económicos em Moçambique pós independência. Logo depois de eliminarem Samora Moisés Machel os capitalistas moçambicanos emergentes, encabeçados por JOAQUIM ALBERTO CHISSANO, começaram a marcha rumo ao enriquecimento fácil por meios ilícitos, como desvios de fundos do erário público, vendas fictícias de empresas estatais-E.E., transferências de capitais sem obediência às regras mais elementares da banca, exploração desenfreada das nossas áreas pesadas, pedras preciosas e semipreciosas, (os KACHAMILAS e CHISSANOS e MUCUMBES que se apoderaram das riquezas minerais do Gilé- Zambézia), extermínio das nossas madeiras e subsequente desertificação do nosso solo pátrio (os CHIPANDES e GRUVETAS). Começou assim o enriquecimento dos combatentes da fortuna, os quais dizem, hoje, que têm direito ao enriquecimento porque lutaram para libertar esta pátria de Eduardo Mondlane, de Urias Simango, da Celina Simango, pais de Lutero Simango e Daviz, filhos renegados que se aliaram à Frelimo. A Frelimo ″que tudo faz (mata), fuzilar é norma de governação - Matsinhe, a Frelimo ″que tudo fez″ (sempre matou), fuzilar era norma de governação - Matsinhe. Destes líderes do MDM, partido de parentes e amigos da Beira, da etnia n´dau, de filhos de colonos portugueses e raça mistiça. Falaremos isto e Cinema Matchedje, hoje “Gilberto Mendes” numa próxima abordagem. Continuemos no labirinto do regime de CHISSANO.
Durante este regime desastroso foram à falência ou sabotadas empresas como a TEXLOM da Matola, TEXTÁFRICA de Chimoio, a MABOR de MOÇAMBIQUE, onde pontificava HERMENEGILDO GAMITO, outro nome sonante de famílias protegidas pelos combatentes da fortuna, que ″ ontem roubavam de balalaica, hoje de fato e gravata e de camisas à moda Mandela″.
Veja-se só, a HERMENEGILDO GAMITO nada aconteceu até hoje, depois da gestão RUÍNOSA e da SABOTAGEM da MABOR de Moçambique. Com Hermenegildo Gamito, o significado deste nome ganha outros contornos se considerarmos a subtileza com que fez a sabotagem das empresas MAQUINAG e a já referida Mabor de Moçambique e do BPD estas empresas foram à falência sem deixar rastos. O seu irmão, ALFREDO CEPEDA GAMITO, com a mesma subtileza familiar fartou-se de GAMAR nas empresas sob sua tutela, como seja a TÊXTIL DE MOCUBA, o COMPLEXO AGRO-INDUSTRIAL DE ANGÓNIA (CAIA)-Tete, donde saiu Lourenço MUTACA acusado de pertencer à RENAMO e perseguiram-no até Etiópia onde o assassinaram. ALFREDO CEPEDA GAMITO acabou com a BOROR de MACÚSE-Zambézia e por isso o SULILA, que era o Boss da BOROR teve a mesma sorte que MUTACA. ALFREDO CEPEDA GAMITO foi Secretário de Estado do Cajú, Vice Ministro da Agricultura e depois Governador de Nampula, agora deputado com renovação automática também a estes irmãos não aconteceu PATAVINA.
Donde é que vem o medo de tocar os GAMITOS, hoje sócios da Mcel, FNB os MUTHEMBAS, os MANHENGES, os VIDEIRAS (Luís Alberto VIDEIRA) que fez desaparecer a TEXTÁFRICA de Chimoio, os MOSCAS (João Mosca) xará de João dos SANTOS FERREIRA, ex-ministro da Agricultura que sabotaram o COMPLEXO AGRO-INDUSTRIAL de CHÓKWÈ. Estes e outros serviram o regime de Chissano, durante o qual foram sabotadas a VIDREIRA DE MOÇAMBIQUE, a TEXMOQUE de Nampula e outras grandes empresas que empregavam muita mão-de-obra que mitigava o peso da pobreza absoluta de muitas famílias.

Sem comentários:

Enviar um comentário