"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



domingo, 6 de agosto de 2017

A frelimo fez muito pior em apenas 5 anos do que os portugueses em 500.

sábado, 5 de agosto de 2017

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Unay Cambuma com Gomes Zapata e Angela Maria Serras Pires.
6 h ·



FRELIMO, FRELIMO, TSC TSC TSC...
Quer dizer, os portugueses não eram assim tão maus como a frelimo propalava.
A frelimo fez muito pior em apenas 5 anos do que os portugueses em 500. O colono nunca matou milhares de macuas e chuabos atirando os vivos de helicópteros ao mar mas o Lagos Lidimo fez isso. Quem "massacrou" "600" macondes em Mueda foi a fértil imaginação do Chipande e não os portugueses. Não há nenhum registo histórico ou provas que confirmem a versão do Chipande. No minimo alguém do regime colonial teria indicado alguma vala comum.
O colono negro bantu é realmente retogrado. Delapida a sua própria terra e vai investir na terra do branco que ele próprio expulsou na chamada "guerra de libertação".
Transformam as suas terras num inferno e as do ex colono em paraíso.
Perguntem ao Chipande ou ao Pachinuapa o que de jeito já fizeram na sua terra natal em Mueda. Nada! Nem uma cidadela ou um bairro rural pitoresco, ou talvez uma micro hidrica para aproveitamento "híbrido".
Mas estão a se refastelar em Maputo escravizando seus conterrâneos em Montepuez!
Quando o Mulembwé perdeu o pai na altura ele era ainda presidente da AR e aquilo foi uma vergonha terrível! O pai vivia totalmente a camponês numas palhotas sem vias de acesso. Tiveram que chamar de urgência buldozers para abrir picada para tapar vergonha no dia do enterro. Outra louca que não regula é a chingonda Margarida Talapa.
Em discursos na AR ela diz em grande estilo "sob a sábia governação da frelimo o país regista avanços significativos, bem haja camarada presidente" mas a estrada que leva para a sua terra natal é horrível!


Unay Cambuma

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

FUTUROS MÉDICOS PARALISAM ESTÁGIO PROFISSIONAL



A suposta recusa da Direcção Provin­cial de Saúde, em Nampula, em assi­nar os contratos individuais, no âmbito do pré-estágio, induziu à suspensão de Vinte e Sete mé­dicos estagiários dos trabalhos que vinham a desenvolver há mais de Cinco meses nalgumas unidades sanitária da urbe.
Os grevistas alegam que a lei concede-lhes o direito de rece­ber do Estado um subsídio equi­valente a 80 % do salário-base de um médico em exercício no Sistema Nacional de Saúde.
São estudantes do sexto ano do curso de ciências de saú­de da Universidade Lúrio, em Nampula, que desenvolviam as actividades de pré-estagio pro­fissional desde o pretérito mês de Março, no Hospital Central de Nampula, Hospital Geral de Marere e Centros de Saúde da periferia da cidade capital da província.
Segundo argumentam, a suspensão das suas actividades foi precipitada pelo facto da di­recção provincial de saúde em Nampula não reconhecer a sua existência e recusar-se a assi­nar os contratos individuais, no âmbito do pré-estágio, que lhes permitiria ter acesso aos subsí­dios em questão.
Lamentaram o modo como têm sido tratados ao nível das unidades sanitárias onde de­senvolvem o seu estágio de finalistas do curso de ciências de saúde, que tem a duração previsível de sete meses.
No HCN, por exemplo, trabalham todos dias de se­mana sem direito a repouso e em áreas de grande pres­são, nomeadamente serviços de urgência e enfermarias de medicina, cirurgia, pediatria, ginecologia e obstetrícia.
Deploram, também, a pos­tura assumida pela direcção da faculdade de ciências de saúde da Universidade Lúrio de não respeitar o que está previsto na lei referente aos estágios pré-profissionais, tendo acrescentado que, ao invés de interceder junto da DPS no sentido desta rubricar contractos com os seus fina­listas, enveredou por ameaças de represálias caso não retor­nassem aos estágios.
Sobre o assunto, o director da faculdade de medicina da Unilúrio, Celso Belo, limitou­-se a confirmar que a decisão daquele grupo foi-lhe, de fac­to, comunicada previamente.
Enquanto o médico-che­fe provincial na DPS, Isidoro Suleimane, considera legítima a exigência dos finalistas da Universidade Lúrio. Contudo, deu a conhecer que, devido às dificuldades orçamentais que o Estado enfrenta neste momento, não será possível estebelecer contractos com aquele grupo de estagiários. Assegurou, no entanto, que a DPS está em contacto per­manente com o Ministério da Saúde com vista a sanar as actuais dificuldades e em­preenderem-se os passos sub­sequentes assim que surgir o aval.
Victor Borges, governa­dor de Nampula que ontem recebeu no seu gabinete de trabalho aquele grupo de es­tagiários, prometeu encontrar soluções justas a curto prazo para assegurar o retorno dos futuros profissionais de medi­cina ao trabalho.Wf

BORGES ASSUME EXISTIREM DIFICULDADES

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

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O Governador de Nampula, Victor Borges, informou, nesta quarta-feira, aos agen­tes económicos do distrito de Nacarôa que a falta de apoios dos principais credores inter­nacionais aos programas eco­nómicos do país está a obs­taculizar a materialização da iniciativa presidencial “Um distrito, um banco”.
Borges respondia assim à preocupação manifestada pelos operadores económi­cos locais concernente à ins­talação de um banco naquela parcela da província de Nam­pula.
«Embora estejam alinha­dos com a estratégia do go­verno para a bancarização dos distritos, os bancos co­merciais querem que o exe­cutivo lhes facilidades em ter­mos de infraestruturas para o seu funcionamento, mediante um acordo de arrendamento. Porém, neste momento, o go­verno não reúne as condições financeiras para o efeito e, em consequência, fica compro­metida a concretização da aludida iniciativa presiden­cial”-explicou Borges.
Neste momento, quinze distritos da província dis­põem de serviços bancários, faltando, portanto, por ban­carizar oito, nomeadamente Nacaroa, Mecuburi, Mogin­cual , Liupo, Larde, Lalaua, Memba e Mossuril.
Os agentes económicos e produtores do distrito de Na­caroa consideram imperiosa a instalação de, pelo menos, uma agência bancária naque­le ponto da província, que iria concorrer para controlo do fluxo financeiro, criação de bases para assegurar a co­mercialização dos excedentes agrícolas da população que está a atravessar uma fase crí­tica caracterizada por falta de compradores.
A população de Nacaroa, incluindo funcionários e agentes do Estado, faz as suas operações bancárias na vila sede distrital de Erati e na lo­calidade de Namialo, em Me­conta, que distam cerca de 70 quilómetros.
No entanto, um dos fac­tores que obsta a implanta­ção de um balcão no distrito de Nacaroa está relacionado à escassez de unidades eco­nómicas, nomeadamente in­dústrias, comércio grossista e empresas fomentadoras de culturas de rendimento.
Ainda no referido encon­tro, o governador de Nampula pediu aos produtores agrários no sentido de estabelecer pre­ços únicos para cada produto agrícola destinado à comer­cialização. Porque a concer­tação de preços reduz a vul­nerabilidade dos produtores diante dos intervenientes no processo de comercialização, os quais exigem, forma sis­temática, a redução do custo dos produtos.

Aonde foram parar os USD 500 milhões?

04/08/2017

terça-feira, 1 de agosto de 2017

STV-Grande Plano - Namanhumbir 30.07.2017(video)

01/08/2017

Anadarko trabalha na DFI

01/08/2017