10/03/2019
Não admira que tivesse que dividir os 100 milhões com outros… Quem seriam estes?
Recordem aqui:
WikiLeaks: Guebuza terá recebido comissão entre 35 e 50 milhões de dólares no negócio de Cahora Bassa
O Presidente da República de Moçambique, Armando Guebuza, terá recebido uma comissão entre 35 e 50 milhões de dólares no negócio da compra da Hidroeléctrica Cahora Bassa a Portugal, revelou o portal Wikileaks, citando telegramas da embaixada dos EUA em Maputo.
Nesses documentos, o Presidente Armando Guebuza é referido como estando envolvido em "todos os acordos de mega projetos de milhões de dólares, com estipulações nos contratos que determinam que se trabalhe com o sector privado moçambicano".
Um exemplo dado é "o envolvimento de Guebuza na compra da barragem de Cahora Bassa ao Governo Português por 950 milhões de dólares".
LUSA/SAPO – 09.12.2010
Nesses documentos, o Presidente Armando Guebuza é referido como estando envolvido em "todos os acordos de mega projetos de milhões de dólares, com estipulações nos contratos que determinam que se trabalhe com o sector privado moçambicano".
Um exemplo dado é "o envolvimento de Guebuza na compra da barragem de Cahora Bassa ao Governo Português por 950 milhões de dólares".
LUSA/SAPO – 09.12.2010
Ministro Celso Correia deve 60 milhões de euros à banca portuguesa relacionados com a reversão de Cahora Bassa
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“Banco Português entregou as suas acções no BCI a uma empresa controlada por Guebuza”
Importa ainda referir que estas operações financeiras aconteceram por altura da reversão da barragem de Cahora Bassa do Estado português para o moçambicano, num negócio de 950 milhões de dólares norte-americano, e que foi financiado por um consórcio bancário composto pelo banco português BPI e pelo francês Calyon.
Um telegrama da embaixada dos Estados Unidos da América(EUA) em Maputo, divulgado em 2010 pelo sítio na internet WikiLeak, revelou que o então Presidente de Moçambique, Armando Guebuza, esteve envolvido particularmente na compra da barragem de Cahora Bassa tendo recebido o seu quinhão através do grupo Insitec que em 2007 passou a deter 18,1% do BCI.
“O Banco Português que organizou o financiamento entregou as suas acções no BCI a uma empresa controlada por Guebuza”, refere o telegrama confidencial da embaixada dos EUA.
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“Banco Português entregou as suas acções no BCI a uma empresa controlada por Guebuza”
Importa ainda referir que estas operações financeiras aconteceram por altura da reversão da barragem de Cahora Bassa do Estado português para o moçambicano, num negócio de 950 milhões de dólares norte-americano, e que foi financiado por um consórcio bancário composto pelo banco português BPI e pelo francês Calyon.
Um telegrama da embaixada dos Estados Unidos da América(EUA) em Maputo, divulgado em 2010 pelo sítio na internet WikiLeak, revelou que o então Presidente de Moçambique, Armando Guebuza, esteve envolvido particularmente na compra da barragem de Cahora Bassa tendo recebido o seu quinhão através do grupo Insitec que em 2007 passou a deter 18,1% do BCI.
“O Banco Português que organizou o financiamento entregou as suas acções no BCI a uma empresa controlada por Guebuza”, refere o telegrama confidencial da embaixada dos EUA.
Em 2007, Celso Correia, disse que a entrada do grupo Insitec no capital do BCI foi materializado através de uma operação de financiamento pela Caixa Geral de Depósitos.
@IVERDADE – 30.09.2016
In http://www.verdade.co.mz/nacional/59623-ministro-celso-correia-deve-60-milhoes-de-euros-a-banca-portuguesa-relacionados-com-a-reversao-de-cahora-bassa
Celso Correia: o Santo
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Mas quem tem vindo a acompanhar o percurso de Celso Correia sabe que ele não é uma certeza. Ele é ainda uma promessa. Celso está deixando a selva do empresariado, onde lhe fizeram tigre antes de tempo, para abraçar uma carreia política, para a qual foi sinalizado por Guebuza e agora abraçado por Nyusi. Seu papel na reversão de Cahora Bassa é tido nos bastidores como central para o casamento com Guebuza, donde se segue o BCI, uma aventura que está em vias de terminar: sua participação no BCI (cerca de 19%) vale entre 80 a 90 milhões de USD, e sua dívida à Caixa Geral de Depósitos e ao BPI atinge os 60 milhões de USD. A CGD e o BPI deverão ficar com as ações no BCI e, no final, ele terá a haver entre 20 a 30 milhões de USD. Não sai a perder, como muito se especulou. E, geralmente, nunca perdeu. Há anos, comprou a Cimentos de Nacala e vendeu pelo dobro à brasileira Camargo e Correia, em 2010. Na CETA também não perdeu.
Marcelo Mosse – 07.02.2017
NOTA: Não foi com as dívidas ocultas que tudo começou. Como podem ver(e agora confirmado por Celso Correia na gravação vinda a público) o complot já havia começado antes, e como correu bem, meteram-se em grande nesta operação. O azar foi terem-se metido com americanos ou a América, pelo meio…
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE
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