"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



quinta-feira, 7 de abril de 2016

A morte de D. Jaime e o Estado de Moçambique

 

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Jaime_goncalvesPorque razão não foi decretado Luto Nacional?
Para não estragar as festas da OMM da Frelimo?
Porque nada fez de suficiente para ser considerado Cidadão de Excepção?
Porque nunca pegou numa espingarda?
Porque nunca foi lambe-botas?
Porque acima da sua condição de religioso era um HOMEM livre, acima de tudo?

Comentário de Eusébio

Questão pertinente, Gil. Pode ser que ainda se esteja a estudar o facto. Para Malangatana foram 2 dias de luto. Aguardando - http://noticias.sapo.mz/info/artigo/1119613.html

Recordando:
PR Guebuza assegura “funeral condigno”, governo decreta luto de dois dias
07 de Janeiro de 2011, 16:05
O presidente , Armando Guebuza, assegurou hoje que as autoridades do país realizarão um “funeral condigno, que representa aquilo que é Malangatana”, no dia em que o governo decretou “luto nacional de dois dias” pela morte do pintor.
O Conselho de Ministros de Moçambique reuniu-se hoje na sua primeira sessão extraordinária de 2011 em que debateu um único ponto: “o desaparecimento físico de Malangatana Valente Nguenha”.

Falando à Televisão de Moçambique, à saída do encontro, Armando Guebuza pronunciou-se hoje pela primeira vez sobre a morte de Malangatana no passado dia 05 de Janeiro.

Malangatana, 74 anos, uma das maiores figuras do mundo da cultura de Moçambique e da lusofonia, faleceu na madrugada de quarta-feira no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, Portugal, após doença prolongada.

De acordo com a agência funerária, o corpo será transportado na terça-feira para Moçambique, onde decorrerá o funeral.

“O governo vai fazer com que o seu funeral seja condigno e represente aquilo que é o Malangatana”, disse o chefe de Estado.

“Sabemos o que ele significa para as artes e cultura, o que ele significa como homem humano com um sentido social muito profundo”, aliás, era “uma pessoa que se preocupava sempre com o maravilhoso povo para que fosse conhecido a nível internacional”, afirmou.

Em declarações aos jornalistas, o porta-voz do Conselho de Ministros, Alberto Nkutumula, disse que o executivo de Maputo decidiu realizar um “funeral oficial” e decretou “luto nacional de dois dias a contar do dia da realização do funeral”.

O governo decidiu ainda que “a Bandeira Nacional deve ser içada a meia haste em todo o território nacional e nas missões diplomáticas e consulares da República de Moçambique”.

+ Morreu Malangatana, pintor, pastor, aprendiz, curandeiro e mainato

Lusa
 

 

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