"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



terça-feira, 7 de outubro de 2014

O Governo da Frelimo sem vontade e incapaz de travar os Raptos

O Governo da Frelimo sem vontade e incapaz de travar os Raptos

É lamentável que o Governo neste caso a PRM não consiga travar esta onda de criminalidade que há mais de dois anos semeia terror e tristeza nas famílias moçambicanas. Tantos condenados, ligados a este crime, ainda não conhecem os mandantes para que se elimine duma vez por todas ou porque alguém da elite tem proveitos nisso?

A nossa polícia não tem meios, isso é verdade, mas quando quer faz e porque não com os raptos? Na madrugada da última segunda feira, dia 06 de Outubro do corrente ano, o proprietário do Grupo Mica, Mohamad Ali, foi raptado na cidade de Maputo.

O rapto aconteceu na madrugada desta segunda-feira, na zona da Praça OMM, bairro da Coop. O empresário seguia a bordo do seu Mercedes Benz quando foi interceptado por uma carrinha 4x4 com quatro pessoas. A polícia ainda não emitiu nenhum comunicado sobre este assunto. Talvez está preocupada em acompanhar a elite na sua campanha eleitoral.
Quando é que o moçambicano vai viver de verdade em paz? Com a falta de tranquilidade e insegurança, as pessoas nunca vão gozar da paz que merecem. Até quando isto??????

Boletins de voto roubados já estavam "preenchidos"


 
Victória da Frelimo a vista, tuto por roubos de sempre.
2014-10-07) Dois agentes da Polícia da República de Moçambique e o condutor do camião-cavalo, da empresa “Lalgy”, que transportava mais de 20 mil boletins de votos, que foram roubados, encontram-se detidos na primeira esquadra da PRM em Manica, acusados de terem violado as urnas e substituído os boletins de voto já assinalados.

A informação foi confirmada pelo comandante da PRM em Manica, Timóteo Bernardo, que não revelou o nome de partido a favor do qual os boletins já haviam sido pré-votados, mas uma fonte envolvida no processo garantiu ao “Canalmoz” que se trata do partido Frelimo.

O material era destinado ao distrito de Pebane, na Zambézia. Parte do material encontra-se retido no Inchope, por suspeita de violação do respectivo selo de segurança.

A Polícia confirmou as detenções, mas apenas divulgou o nome do motorista do camião, que se chama Augusto João, curiosamente de nacionalidade zimbabweana, segundo as autoridades.

A ”Lalgy” é uma empresa pertencente a um dos grandes patrocinadores do partido Frelimo, com sede na Matola.


Fonte: Canalmoz

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

 

 

Mais de 20 mil boletins de voto roubados em Manica

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Fraude eleitoral à vista
Pelo menos 20.800 (vinte mil e oitocentos) boletins de voto para a eleição de membros das Assembleias Provinciais, que vinham contidos em 26 caixas, foram roubados de um camião, na madrugada de quinta para sexta-feira, na zona do cruzamento do Inchope, na província de Manica.
Até ao final de domingo, 5 de Outubro, o referido material continuava desaparecido.
O director-geral do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE), Felisberto Naife, confirmou na tarde de domingo ao “Canalmoz” que as caixas foram retiradas do interior de um contentor que seguia num camião alugado pelos órgãos da administração eleitoral, para transportar os boletins de voto que se destinavam à província da Zambézia, concretamente para Pebane e Namacurra.
“É um pequeno lote do resto de boletins que se destinavam para a votação de membros das Assembleias Provinciais na Zambézia. Não se tratou de grandes quantidades”, disse Felisberto Naife,
e explicou que cada caixa corresponde a uma mesa de voto. Nos termos da actual Lei Eleitoral, cada mesa possui 800 eleitores.

O director-geral do STAE afirmou também que os boletins roubados não poderão ser usados nas eleições de 15 de Outubro, pelo facto de os respectivos números de série também servirem de código de segurança. Assim sendo, qualquer boletim de voto com um número de série errado será automaticamente rejeitado durante a contagem nas assembleias de voto. Entretanto, o STAE já ordenou a produção de novos boletins em substituição dos extraviados.
Boletins de voto e boletins de simulação
Quando questionado sobre um outro incidente ocorrido na semana passada, em que um camião com material escoltado por agentes da PRM tombou no distrito de Ile, quando transportava boletins de votos para a eleição do Presidente da República supostamente já assinalados com X a favor do candidato da Frelimo, Filipe Nyusi, o director-geral do STAE confirmou o incidente, mas disse que se tratava de material de formação, nomeadamente boletins de simulação, e não como foi veiculado.
Da impermeabilidade dos boletins a canetas de tenta voadora
Acerca dos boletins de voto produzidos na África do Sul, sobre os quais se diz que a parte onde se pode pôr o X respeitante à Renamo e a Afonso Dhlakama é impermeável, de modo que, ao colocar-se o X, uma hora depois desapareça, tornando-se voto nulo, Felisberto Naife afirmou que para isso “era preciso uma alta tecnologia que nem os Estados Unidos ainda têm” e acrescentou que o processo de produção envolveu todos os intervenientes, nomeadamente os órgãos eleitorais e os partidos políticos, que aprovaram.
Além dos boletins serem supostamente impermeáveis no quadrado respeitante ao candidato Afonso Dhlakama e à Renamo, há informações segundo as quais as canetas que serão introduzidas nas cabines de voto serão de tinta voadora, e que o efeito irá dar-se só no candidato da Renamo.
Outras informações são de que os boletins de voto só têm a imagem de um único candidato, que é o da Frelimo, como aconteceu nas eleições autárquicas na cidade de Nampula, onde candidatos dos outros partidos não tinham onde marcar o X.
Felisberto Naife considerou que essas alegações são “fabricações de momento”.
Telefonemas
Informações que circularam na semana passada indicavam que, ao contrário do que acontecia no passado, em que os membros das mesas de voto podiam atender os seus telefones junto das mesas, para permitir que mantenham o controlo, nas presentes eleições de 15 de Outubro os mesmos só poderão atender as chamadas fora das mesas, o que levanta suspeitas de que sejam truques que podem permitir o enchimento de urnas durante essas ausências.
Sobre essa questão, o director-geral do STAE explicou, que nos termos da actual Lei Eleitoral, nenhum membro da mesa de voto, excepto o presidente, está autorizado a atender chamadas telefónicas dentro das assembleias ou fora das mesmas.
“Todos estão interditos de atender ou fazer telefonemas durante a votação e a contagem dos votos nas mesas ou fora delas, excepto o presidente”, disse Felisberto Naife, no contacto que manteve na tarde de domingo com o “Canalmoz”. (Bernardo Álvaro) CANALMOZ – 06.10.2014

BOLETINS DE VOTO RETIDOS EM INCHOPE

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Um camião com boletins de voto com o destino a Pebane, distrito da província central moçambicana da Zambézia, está retido em Inchope, centro do país, por suspeita de violação do respectivo selo de segurança.
O material de votação que o camião transportava foi extraviado e misteriosamente substituído por outro de campanha eleitoral da Renamo, o principal partido político da oposição.
Testemunhas oculares informaram o facto a AIM que também foi confirmado pelas autoridades policiais.
O camião, alugado pelo Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE) a empresa Lalgy, está sob custódia policial.
Ainda não esta claro em que circunstâncias o selo foi violado e a sua carga original substituída por material de campanha da Renamo.
A AIM apurou junto de fontes policiais que se trata de um camião com a chapa de matrícula ABD 634 MP, conduzido por Augusto João, que foi levado para Gondola, província de Manica, onde poderá ser interrogado.
Suspeita-se que o incidente tenha algo a ver com tentativa de fraude eleitoral.
gm/mz
AIM – 04.10.2014
Eleições: Oposição denuncia na CNE perseguições aos seus apoiantes
A Renamo e o MDM, principais partidos de oposição em Moçambique, denunciaram hoje na Comissão Provincial de Eleições (CPE) de Tete perseguições e impedimentos à realização da campanha eleitoral por membros e simpatizantes da Frelimo, que refuta as acusações.

A denúncia foi efectuada esta segunda-feira, dia 06 de Outubro, num encontro organizado pela CPE, com vista a garantir que o escrutino eleitoral decorra num ambiente pacífico.

Carlos Patrício, mandatário do MDM (Movimento Democrático de Moçambique), terceira força do país, referiu no encontro que membros da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), no poder, têm erguido barricadas e arremessado pedras para as suas caravanas na campanha eleitoral, um pouco por toda a província situada no noroeste do país.

Patrício disse que presenciou no distrito de Tsanganos membros da Frelimo a atirar pedras para dois carros que transportavam candidatos a membros das mesas de voto do seu partido e da Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), principal partido de oposição, havendo o registo de feridos.

"Estamos a sofrer muitas situações de violência protagonizadas pelos membros e simpatizantes da Frelimo, mesmo depois de termos indicado os nomes das pessoas que têm realizado estes actos violentos para serem chamadas à razão", declarou.

"Isso não tem acontecido e as mesmas pessoas continuam a perpetrar atos de violência com os nossos membros. Já remetemos os referidos processos à Procuradoria e aguardamos pela tramitação dos mesmos", disse ainda o mandatário do MDM.

O mandatário da Renamo Francisco Graciete, também falou de várias situações de agressões físicas, destruição de materiais de propaganda e perseguições por parte dos membros e simpatizantes da Frelimo.

"Vamos remeter esta semana para a Procuradoria processos relacionados com a agressão física dos nossos membros pela Frelimo em Zumbo e Angónia", adiantou.

O porta-voz do gabinete de preparação de eleições da Frelimo, Domingos Macajo refutou todas as acusações, tendo dito que foi o seu partido que trouxe o multipartidarismo para o país e está preocupado apenas com o bem-estar do povo e não em perseguir os outros partidos.

"As mesmas pessoas que estão aqui para nos acusar são as mesmas que perseguem e intimidam os nossos membros. Dizem à população que, caso não votem neles, vai regressar a guerra", afirmou Domingos Macajo. "Nós não perseguimos ninguém", insistiu.

A CPE reiterou no encontro a necessidade de garantir que as eleições sejam livres justas transparentes e pacíficas.

Moçambique realiza eleições gerais (presidenciais, legislativas e assembleias provinciais) a 15 de Outubro.

POPULAÇÃO DE PANGE-MUXUNGUE ESPANCA O ADMINISTRADOR DO DISTRITO DE CHIBABAVA-SOFALA

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A população de Pange no Posto Administrativo de Muxungue esteve reunida neste Domingo a espera de receber sementes e insumos agrícolas conforme o anúncio que recebeu dos órgãos locais.
Depois da chegada da comitiva do Governo Distrital chefiada pelo respectivo Administrador incluindo o comandante Distrital da Policia a reunião com a população local teve o seu inicio.
Depois do inicio da reunião a população apercebeu-se que foi mobilizada através duma publicidade enganosa, pois, ao invés de receber sementes e outros insumos agrícolas o Administrador Distrital estava a fazer campanha eleitoral a favor da Frelimo.
A população enfurecida atacou a comitiva do Governo Distrital e criou-se um autêntico caos no local.
Houve abandono de viaturas e feridos. A segurança do Administrador teve que fugir e não reagir porque sendo um local perto da Base de Mangomonhe (Renamo) qualquer disparo poderia ter uma reacção explosiva dos guerrilheiros da Renamo.
Alguns feridos estão nesta altura a chegar a pé no hospital Rural de Muxungue.