Escrito por Adérito Caldeira em 25 Março 2020 |
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Intervindo na abertura da 1ª sessão ordinária da IX Legislatura da Assembleia da República o chefe da bancada do maior partido de oposição assinalou que: “No Norte do país, concretamente nas províncias de Cabo Delgado e Niassa, a insurgência armada continua ante da passividade das Forças de Defesa e Segurança, não basta dizer que a polícia não está envolvida nos ataques a população é necessário apresentar responsáveis, este exemplo mostra que a população continua numa situação de insegurança”.
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O Al Shabaab, apelido dado aos insurgentes pelos locais do Norte de Cabo Delgado embora não tenham nenhuma ligação com o grupo terrorista homónimo da Somália, ocupou nesta quarta-feira (25) a vila de Quissanga. Aparentemente sem oposição das Forças de Defesa e Segurança dezenas de membros do grupo exibiram-se diante do comando distrital da PRM e de outras instituições públicas que vandalizaram e destruíram.
O ministro do Interior, Amade Miquidade, e o titular da Defesa, Jaime Neto, enviados para reporem a ordem e avaliar os danos da ocupação pelo Al Shabaab durante um dia da vila sede do Distrito de Mocímboa da Praia não divulgaram nenhuma comunicação e a PRM não se dispôs a actualizar a situação na Província de Cabo Delgado.
Entretanto no Parlamento o chefe da bancada parlamentar do partido Renamo responsabilizou também a PRM pela insegurança protagonizada por dissedentes do seu partido na zona Centro do país. “Os moçambicanos devem ficar claros sobre quem andou a alimentar a guerra no país. Não é possível alguém empunhar armas, disparar contra pessoas indefesas e a televisão (Pública) do país fazendo cobertura e a polícia não saber onde estão essas pessoas”.
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"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"
quinta-feira, 26 de março de 2020
Renamo responsabiliza PRM pela insegurança em Cabo Delgado e no Centro de Moçambique
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