"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



quinta-feira, 7 de julho de 2016

REFLEXÕES DE MOZAMBICAN

++++++++ ESCRAVISAO NAS NOSSAS CACHOLAS ++++++++
MANO Dr. MOISES,
Português temos é a obrigacao de falá-lo bem, mas nao é nossa lingua. Eu ainda sou advocado daqueles que querem que se escolöhe uma lingua Africana comum en diferentes partes da Africa, por exemplo KISWAHILI na Africa Austral ou no East Africa. Nós temos que comecar com REBUILDING THE AFRICAN IDENTITY // RECONSTRUCAO DA IDENTIDADE AFRICANA. Reconstruir as nossas Culturas, Religioes, Tradicoes e Civilizacoes, em vez de continuar a acelerar a lavagem de Cerebro da nossa Geracao e a VENERAR RELIGIOES DOS QUE NOS ESCRAVIZARAM E CONTINUAM A NOS EXPLORAR MENTAL E ECONOMICAMENTE.
O EXEMPLO E PROVAS já vímos suficiente, é ´so ver o Comportamento dos nossos "ACADÉMICOS", "GOVERNANTES" E A CLASSE MÉDIA, quando eles já acham que sao Elite e vivem bem ou melhor quando eles já estao "CIVILIZADOS" À MODA ESCRAVO. Eles só falam. convivem e negociam só com os seus precedentes Europeus.
Quem está interessado de chamar qualquer nome, está livre de o fazê-lo, de Críticas engordo e aprendo, mas é uma conversa-PLANO que deve iniciar o mais rápido possível, porque estamos a nos EXTERMINAR nós mesmos com a ajuda dos MESMOS MESTRES escondidos atrás dos MURROS DA NOSSA INTERMINÁVEL IGNORÂNCIA:
1-
Qual é o país Europeu, Asiático e Americano que fala uma lingua Africana??
2-
Qual desses países ou melhor do país dos BRANCOS DESENVOLVIDOS está interessado no nosso Desenvilvimento??
3-
Os JUDEUS foram e estao sendo pagos REPARACOES por causa do Genocídio a que foram sujeitos,
4-
QUEM PAGA REPARACOES À NOS AFRICANOS por tudo que nos fizeram, que construimos TODO O MUNDO SEM SALÁRIOS, e ainda continuam nos descriminar RACIALMENTE em todo o Planeta??
5-
Qual é o Português que se chama KAKANA ou MATHAPA de nome??
6-
Porquê é que nós continuamos a denominar as nossas Crianças com nomes dos nossos Colonizadores?
- Galiza de Rodrigues Amaro de Lisboa
- Maria de Cenoura do Porto
- Magalhaes de Santarèm do lado Esquerdo
- Perna de Cebola de Jesus de Agostinho dos Santos
- Dá-me Perna dos Santos de Algarve...
Tudo isto é símbola de IGNORÂNCIA, ausência de Identidade, ausência de Própria Educaçao que sirva a nossa sociedade e nossos interesses. Estámos colados àquilo que nos ESTRAGA, é só ver que a nossa Assembleia tem 90% de Doutores, mas porque nao se governa bem?? A ACADEMIA está nao só para instruir mas tambèm resolver problemas.
MAS SE OLHAREM BEM, 80% dos nossos Doutores sao do campo de CIÊNCIAS SOCIAIS E NAO CI°ENCIAS TÉCNICAS, porquê??
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DEIXO-VOS À VOSSA REFLEXAO....
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POR CAUSA DA LAVAGEM CEREBRAL ACADÉMICA,
os que poderiam nos orientar na RE-Contrucao da nossa Identidade, sao os mesmos que nos escravisam, facilitam a nossa própria destruicao e apelidam-se de Intelectuais, CIVILIZADOS À EUROPEU. É por isso, que qualquer povo externo, aparece no nosso país rapidamente torna-se RICO EM FRENTE DOS NOSSOS NARIZES, ainda tem a ousadia de nos DESCRIMINAR RACIALMENTE, depois de o termos salvado economicamente. Paíse como Africa do Sul, que ajudámos a se libertarem, alimentamos a Economia deles com a nossa Energia Electrica, ainda teem a ousadia de MATAR OS NOSSOS / SEUS próprios IRMAOS, porque nao teem a CORAGEM, de enfrentar a pessoa que os colonizou e os continua a colonizar.
Toda a riqueza deles está nas maos da Família de DE BEERS, em vez de reclamá-los e pelo menos dividí-la, estao lhes ainda a tirar em frente do nariz deles.
ESTÁ AÍ O PACHECO E OUTROS CIVILIZADOS que autorizaram os CHINESES A ARRASAREM A NOSSA MADEIRA / FLORESTA, e onde sentam as nossos filhos e filhas para aprender??
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EM BAIXO DAS ÁRVORES, SEM ESCOLAS E SEM UM ÚNICO BANCO,
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e o que fazem os nossos MINISTROS CIVILIZADOS??
VAO ORAR JESUS CEGAMENTE, sem se quer ter uma única às filhas e filhos, porque é que teem que orar um Branco, enquanto eles sao de Ra(ssa) e Cultura diferentes, que o homem "viveu" á 20 mil Km deles. PARA AQUELES (a nova maioria) QUE LHES LEVANTOU O CABELO DE ARREPIO:
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NAO É CRIME NÓS PERGUNTARMOS SOBRE IST E AQUILO QUE NOS FOI IMPOSTO PARA VENERARMOS, E NAO PERTENCE À NOSSA CULTURA E TRADICAO!! É TARDE, MAS ACORDEMOS, VALA A PENA MAIS TARDE DO QUE NUNCA..!!!!!!!
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PORTANTO DHLAKAMA..!!
Nao é como ele fala o Português, mas a sua NAO ESCLARECIDA CONTROVÉRSIA de chamar ao NYUSSI seu irmao (embora o pode ser) com o qual quer conversar, mas reconhecer DESAPONTADO que o quer MATAR...!!! ISSO ME ARREPIOU:
a) PORQUÊ É QUE ELE NAO ESCLARECE OS MOTIVOS DA SUA ACCAO??
b) SERÁ QUE A RENAMO NAO TEM OUTRA SOLUCAO??

Cumprimentos do vosso,
Mozambican

STV-Afonso Dhlakama fala ao País 06.07.2016(vídeo)

terça-feira, 5 de julho de 2016

Nomeação de deputados para equipa negocial pode ser ilegal, dizem analistas moçambicanos


Orçamento de Estado retificativo virá melhorar ou agravar a crise económica em Moçambique?

 
 
 
Tema de Fundo - Tema de Fundo
Escrito por Adérito Caldeira  em 05 Julho 2016
Foto da Presidência da RepúblicaO Conselho de Ministro deverá apreciar nesta terça-feira(05) a proposta de Orçamento de Estado(OE) retificativo para o ano de 2016. Embora o Governo afirme que a revisão não está relacionada com as dívidas das empresas Proindicus, MAM e EMATUM a verdade é que o OE deverá trazer soluções para cobrir o défice deixado pelos doadores e instituições de Bretton Woods, que suspenderam o seu apoio financeiro justamente por causa desses empréstimos ilegalmente avalizados pelo Estado. Aguarda-se também para ver que cortes Filipe Nyusi, que voltou a viajar no jatinho presidencial e de helicóptero, vai fazer: mordomias dos governantes, despesas correntes, despesismo estatal, investimentos públicos...
Após anos de crescimento robusto, embora sem grandes melhorias no combate à pobreza, economia do nosso País começou a desacelerar em finais de 2014 devido a redução do desempenho das exportações, em virtude do baixo preço das matérias-primas que Moçambique exporta, e a queda à pique do investimento directo estrangeiro.
Porém a crise agravou-se depois da descoberta dos mais de 2 biliões de dólares norte-americanos em empréstimos contraídos secretamente por três empresas estatais, num banco suíço e noutro russo, com Garantias ilegais do Estado.
Quando o Executivo de Filipe Nyusi anunciou, a 9 de Março passado, a intenção de renegociar as condições de amortização do empréstimos de 850 milhões de dólares norte-americanos da Empresa Moçambicana de Atum (depois de ter pago em Setembro de 2015 com fundos do erário a primeira prestação da referida dívida) já o metical tinha desvalorizado ultrapassado os 40% em relação a principal divisa de referência e a inflação homóloga tinha ultrapassado os 13%.
Nos mercados internacionais a credibilidade de Moçambique estava a ser arrastada na lama através da redução do rating pelas principais agências de notação financeira.
Foto do Gabinete do PMA juntar a conhecida dívida da Empresa Moçambicana de Atum em Abril foram descobertos os empréstimos escondidos das empresas Proindicus e Mozambique Asset Management(MAM) levando o Fundo Monetário Internacional(FMI) a suspender toda ajuda financeira à Moçambique, decisão idêntica foi seguida pelo Banco Mundial e os países doadores que iriam contribuir com cerca de 12% do Orçamento do Estado para este ano.
A taxa de inflação que durante a última década permaneceu em cerca de 7% ao ano disparou, até finais de Maio tinha atingido os 18,27% sendo que a comida aumentou 31,91% . Paralelamente a moeda nacional não parou de desvalorizar-se chegando a cair 28% em relação ao dólar norte-americano.
É evidente que as decisões de política monetária do Banco de Moçambique não estão a conter a desvalorização da moeda nem a inflação, têm contribuído sim para asfixiar o sector privado que com o custo do dinheiro mais caro não está a investir na produção local, a solução apontada pelo Governo de Filipe Nyusi mas que não tem sido acompanhada por medidas objectivas de estímulo.
Será desta que se cortam as mordomias dos dirigentes?
O Orçamento de Estado retificativo poderá ser um indicativo de como efectivamente o Executivo lidar com esta crise. “Num cenário de crise, a política económica vai mudar de rumo, de um com foco na atracção de mais capital externo e na sua ligação ao capital oligárquico doméstico emergente, para um com foco em medidas excepcionais de controlo dos défices. Quais poderão ser as opções?”, questionam-se os economistas moçambicanos investigadores do Instituto de Estudos Sociais e Económicos(IESE).
Numa recente publicação do seu Boletim IDeIAS(Informação sobre Desenvolvimento, Instituições e Análise Social) IESE avança com alguma das opções que estarão na mesa do Conselho de Ministros.
“Cortes nas despesas sociais (segurança social, saúde, educação, transportes públicos, segurança pública, subsídios a preços de bens e serviços básicos, etc.), acompanhados pela privatização, mais ou menos ao desbarato, dos serviços e empresas públicos e dos recursos naturais, gerando novas esferas de lucro privado, reduzindo o acesso dos cidadãos aos serviços e a soberania do Estado sobre os activos e recursos públicos”, sugere o IESE.
Foto da Presidência da RepúblicaOs economista apontam também os “Cortes nas mordomias dos dirigentes públicos e em algumas despesas correntes do Estado: Seria uma medida popular e simbólica, respondendo à percepção popular de que é o “despesismo estatal” que cria a crise, e afirmando um governo sensível e comprometido com as preocupações dos cidadãos. No entanto, libertaria uma quantidade limitada de recursos para enfrentar a crise à escala da economia. Isoladamente, esta medida não resolve o problema, mas pode ajudar a credibilizar o governo e a moralizar a sociedade”.
Outra medida seria a “Redução drástica do pessoal do aparelho de Estado: as despesas salariais correspondem a 40% da despesa pública total, pelo que a margem de ajuste financeiro é grande. No entanto, o grosso deste pessoal está em serviços públicos essenciais, como na saúde, na educação e na polícia. Cortes significativos neste pessoal teriam por impacto a redução da cobertura e a deterioração da qualidade do serviço prestado, conduzindo a uma possível crise mais severa dos serviços públicos”.
Quando o governo assume as dívidas da EMATUM, Proindicus e MAM estará a proteger corrupção?
O Combate à corrupção é outra sugestão indicada pelo IESE que no entanto questiona “quem irá fazer o combate à corrupção, a qual corrupção e como? Qual será o impacto político, económico e social desse combate? Quanto maior for o problema mais resistência haverá, pois mais haverá a perder. Por exemplo, o debate sobre a EMATUM foi engaiolado pelo argumento de que se trata de um projecto de defesa e segurança nacional, o que justifica a sua opacidade”.
“O mesmo argumento foi, recentemente, usado para os casos do Proindicus, do MAM e do empréstimo para o Ministério do Interior. Estes quatro projectos, financiados por dívida comercial externa com altas taxas de juros e curtos períodos de maturação, não foram submetidos ao parlamento para aprovação, nem, no caso dos últimos três, estavam inscritos no orçamento do Estado (portanto, são ilegais). No entanto, representam mais de 2,2 mil milhões de dólares de dívida pública (15% do PIB), embora apenas se conheça a alocação de um sexto desses fundos. Esta acção, que lesou o Estado e os cidadãos económica, financeira e politicamente, pode ou não ser considerada corrupção? Quando o novo governo assume estas dívidas e encarrega os cidadãos de as pagar, estará a proteger corrupção ou um modo lógico de capitalização das oligarquias nacionais?” questionam os economistas (Carlos Castel-Branco, Fernanda Massarongo, Rosimina Ali, Oksana Mandlate, Nelsa Massingue e Carlos Muianga) do IESE.
A suspensão ou mesmo o cancelamento de investimentos públicos é outra medida elencada que poderá, segundo a publicação do IESE, originar a “redução da actividade ou paralisação de projectos em curso; cancelamento de projectos aprovados; redução das expectativas e possível fuga de investidores e especuladores; e redução e possível desaparecimento de uma das principais bases de acumulação primitiva das oligarquias financeiras emergentes em Moçambique, nomeadamente a sua associação privilegiada com multinacionais e com os contratos do Estado”.
“Renegociação parcial ou total da dívida, reestruturando-a ou transferindo o problema para o futuro” é sugerida como solução imediata, tal como foi feito com a dívida da EMATUM.
A declaração da missão do FMI mostrou que estamos longe do regresso dos parceiros de cooperação
Os economistas do IESE indicam também a “Reorientação estratégica da política de mobilização de recursos e de despesa pública, do seu actual foco em promover e subsidiar multinacionais e os seus parceiros nacionais (incentivos fiscais redundantes, parcerias público privadas, expropriações a baixo custo, endividamento público para financiar a base infraestrutura e logística das multinacionais, financiamento directo a empresas de oligarcas nacionais, etc.), para uma abordagem tendente a diversificar a economia e focar nas grandes questões que afectam a maioria pobre do país: emprego decente, acesso a bens básicos (em especial, comida) de qualidade e a baixo custo, educação e formação, desenvolvimento dos serviços públicos e da segurança social, criação de capacidade de substituição de importações e diversificação das exportações”.
Na semana passada o primeiro-ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário, revelou na Assembleia da República que o Governo concordou com o Fundo Monetário “um conjunto de medidas fiscais e monetárias para melhorar a situação económica do nosso País”, porém na perspectiva do FMI essas medidas são para “evitar uma deterioração acrescida do desempenho económico” do País.
O sector privado, e o povo, esperam que o Presidente Filipe Nyusi não continue a atrasar a tomada de decisões sobre a crise. “Tudo dependerá da celeridade do Governo na implementação das medidas. Quanto mais atrasar, mais a situação se agravará”, disse ao @Verdade o porta-voz da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, Eduardo Sengo.
“A vinda da missão gerou expectativas sobre o futuro da economia. Sabia-se que o resultado desta missão podia, até, afectar as expectativas do desempenho do metical, na medida em que podia sinalizar a que distância Moçambique está do regresso dos parceiros de cooperação e, por isso, retoma do apoio ao desenvolvimento” acrescentou Eduardo Sengo que conclui que “a declaração do final da missão do FMI mostrou que estamos distante disso tudo”.

Severino Ngoenha diz que Moçambique tornou-se bom cliente na compra de armas para guerra e critica FMI


O académico Severino Ngoenha defende que Moçambique tornou-se um bom cliente na compra de armas para a guerra, em detrimento de aquisição de instrumentos que visam melhorar o bem-estar dos cidadãos. Ngoenha lamenta o cenário e faz duras críticas à delegação do FMI que, recentemente, escalou Moçambique para avaliar a dívida pública. 
Severino Ngoenha diz que as recomendações deixadas pelo FMI prejudicam em larga medida a população de renda baixa. “A delegação do FMI não veio olhar a dimensão política da redistribuição, veio olhar a dimensão económica. E o que diz? Que é necessário baixar o metical e reduzir os custos do Estado, quer dizer, diminuir os funcionários, baixar os salários e aumentar os impostos, para que Moçambique tenha uma economia e um metical viável”, explicou o académico.
Para Ngoenha, o FMI não olha para a dimensão social dos indivíduos e não tem nada a ver com o poder de compra das comunidades. E não deixou de criticar as diferenciações sociais que afectam os moçambicanos.  
“Ao mesmo tempo que temos uma pobreza galopante, e que vai aumentar nos próximos anos com a prática económica que o FMI nos traz, por outro lado, temos em Moçambique gente com capacidade de acumulação que chega a níveis competitivos no domínio internacional. Quer dizer que Moçambique pautou pelo neo-liberalismo. Os Acordos de Paz assinados em Roma abriram espaço para que uma nova configuração existisse, onde o dinheiro passou a ser o padrão essencial e dominador das relações entre as pessoas e entre as comunidades”, concluiu o filósofo.

Fonte: O País - 04.07.2016

sábado, 2 de julho de 2016

A FRELIMO CONTINUA A ENTERRAR FILHOS DE ZÉ NINGUÉM EM VALAS COMÚNS

 

Minhas cordiais saudações a cada individualidade e já estamos a informar Moçambique.
De Niassa concretamente em Mandimba nos chegam informações que dão conta de que ontem entre as 8hrs a 10 hrs houve enterro de 20 agentes da FIR na vala comum em Cuamba.
Estes agentes de acordo com as nossas fontes dizem que não são conhecidos, isto é são filhos de zé ninguém, isto aconteceu num dos cemitérios de Cuamba.
NO CRUZAMENTO DE MACOSSA CONTINUAM A INTENSIFICAR A VENDA DOS MEMBROS DA RENAMO
Dados em nosso poder indicam que há intensificação na venda dos membros da Renamo a esquadrões da morte e a agentes da FIR no cruzamento de Macossa, os que estão a fazer a lista são os membros de policiamento comunitário dai entregam a FIR sediada no cruzamento de Macossa.
Ainda pela morte do senhor Tomé Eniasse lande morto pelos rangeres a dias atrás, foram mortos dois jovens que acharam como suspeito ter ligações com os homens verdes dai capturaram os dois jovens um deles em vida respondia pelo nome de Paulo Jhovina dai foram deitar longe do cruzamento Macossa e foram descoberto a 18 km em Chindengue, e a população dai descobriram os corpos e enterraram.
Triste!
O ENFERMEIRO DO CENTRO DE SAÚDE DE NHARUCHONGA QUANDO SAI EM PASSEATAS DEIXA INCOMPETENTES EM ATENDIMENTO DE UTENTES

No centro de saúde de Nharuchonga distrito de Nhamatanda-Sofala, na ausência do enfermeiro quem faz consulta é um agente de nome Caetano Luís é apenas um servente que auxilia actividades.
Enquanto este agente servente faz consulta, tem um outro jovem que não conseguimos apurar o nome trabalha como farmacêutico instruindo como tomar os medicamentos.

In https://www.facebook.com/unai.kambuma.matsangaisse
 

FRELIMO NÃO FALA DO DESASTRE MILITAR DE SATUNGIRA