"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Ranking da ‘Foreign Policy’: Papa e 4 presidentes entre os mais influentes do mundo
Jose-Mujica-uruguaiO papa e os presidentes do Brasil, México, Colômbia e Uruguai estão entre os 100 pensadores mundiais mais influentes, indica hoje a revista 'Foreign Policy'.
A lista dos "100 pensadores globais" de 2013, incluída na edição de dezembro da revista, apresenta o papa Francisco, Enrique Peña Nieto (presidente do México), Juan Manuel Santos (presidente da Colômbia) e José Mujica (presidente do Uruguai) na categoria de "Responsáveis pela tomada de decisões", enquanto a presidente brasileira Dilma Rousseff surge no grupo daqueles que lutam contra "O Estado de Vigilância" (a espionagem dos Estados Unidos).
A presidente brasileira destaca-se "por enfrentar Washington e espiões" e partilha esta categoria com o ex-assessor dos serviços secretos norte-americanos Edward Snowden, considerado influente "por expor o alcance da espionagem governamental".
Dilma Rousseff, que este ano criticou a agência de segurança nacional norte-americana (NSA) na ONU, não teve dúvidas em "criticar abertamente os Estados Unidos", com um ímpeto que "se apoia no passado de revolucionária de esquerda" e por um descontentamento com o imperialismo, partilhado com os homólogos do continente, de acordo com a revista Foreign Policy (FP).
O papa Francisco surge nesta lista "por levar a Igreja Católica para o século XXI", e "dar vigor e relevância a uma Igreja vista como cada vez mais desligada do mundo".
Os "pequenos gestos de humildade" e "visão ampla" do argentino Jorge Bergoglio pedem à Igreja Católica que "volte às suas raízes ideológicas, sublinhando a importânica do serviço e da amabilidade", destaca.
A revista destaca a atuação de Enrique Peña Nieto, que "abalou as instituições moribundas do México", com uma "cascata de reformas" na polícia, educação, telecomunicações e indústria energética e por se aproximar da oposição e conceder-lhe "um verdadeiro poder".
E considera que Peña Nieto está a escrever uma "história de transformação" que inclui a luta contra o narcotráfico, coordenando "esforços de segurança através de todas instituições e dando destaque ao crescimento económico e investimento estrangeiro", o que veio "fortalecer os laços com Washington", garante.
A Foreign Policy indica que o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, "arriscou tudo para acabar com a guerra civil no país" ao lançar conversações de paz com a guerrilha das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que já resultaram em acordos sobre terras e participação política.
Apontando que "a resistência à ofensiva de paz de Santos está a crescer", revista considera que "se não conseguir, Santos vai perder, seguramente, a reeleição, mas um êxito poderá levar a Colômbia à paz pela primeira vez em meio século", refere.
A FP elogia José Mujica (na imagem acima) "por redefinir a esqueda na América Latina". Meses depois da morte do presidente da Venezuela Hugo Chávez, "o movimento encontrou um novo e inesperado pioneiro em José Mujica", que "pôs em marcha uma experiência de liberalismo social, sem precedentes na região".
No artigo cita-se a legalização do aborto durante o primeiro trimestre da gravides, no final de 2012, a aprovação do casamento homossexual, em maio passado, e a iminente legalização da marijuana, uma medida de "recusa da guerra contra as drogas liderada pelos Estados Unidos" e que Mujica "espera ver estender-se a outros países".
Na lista surgem ainda personalidades como a reitora da Universidade Autónoma das Honduras, Julieta Castellanos, o presidente do Irão, Hassan Rohani, e a chanceler alemã, Angela Merkel, entre outras.
 
A MINISTRA dos Recursos Minerais, Esperança Bias, disse ontem, em Maputo, ter chegado o momento de o Continente Africano deixar de ser fornecedor de matéria-prima e passar a colocar produtos acabados no mercado internacional.
Esperança Bias falava na abertura da III Conferência dos Ministros da União Africana responsáveis pelo Desenvolvimento dos Recursos Minerais, evento que desde sexta-feira junta representantes de 32 países de África, com o propósito de remover barreiras à evolução do sector mineiro do continente.
Na ocasião, a governante disse que a adição de valor aos recursos minerais extraídos no Continente Africano tem o mérito de poder contribuir na criação de postos de trabalho para os cidadãos, o que irá resultar na melhoria da qualidade de vida das pessoas, para além da valorização dos minerais exportados.
“Devemos aproveitar a rede dos nossos cientistas para que contribuam na elaboração e implementação das políticas que respondam aos objectivos que acabámos de nos referir”, disse Esperança Bias.
Nos últimos anos, o Continente Africano tem vindo a evidenciar-se na descoberta de recursos minerais, daí a necessidade de se conhecer o potencial de cada país nesta área, com vista ao estabelecimento de uma plataforma comum de actuação no mercado internacional.
Aliás, muitos dos intervenientes que se fizeram ao pódio na abertura da conferência reconheceram que o Continente Africano está a tornar-se uma potência no que diz respeito à produção mineira, tendo apelado à conjugação de esforços, não só para o desenvolvimento do sector, como também para se fazer ouvir, numa só voz, no mercado internacional.
O secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, órgão voltado ao desenvolvimento económico), Mukhisa Kituyi, apelou à criação de um observatório comum de África sobre as boas práticas no sector dos recursos minerais, acrescentando que a sua instituição está disponível para cooperar com os países africanos neste área.
Enquanto isso, intervindo na mesma ocasião, a coordenadora residente do programa das Nações Unidas em Moçambique, Jennifer Topping, disse que todos os esforços dos Governos e sector privado devem ser no sentido de assegurar uma exploração sustentável dos recursos.
Outros intervenientes falaram da importância da boa governação, uma vez que, no seu entender, os países com muitos recursos minerais são tendencialmente vulneráveis à instabilidade, por causa das expectativas que se criam no seio da população, sobretudo jovens que procuram emprego.
Entretanto, no âmbito da Conferência, teve lugar ontem o lançamento do Centro Africano de Desenvolvimento de Recursos Minerais, uma entidade de excelência de carácter internacional para liderar e coordenar a implementação da “visão mineira africana”.
Nestes termos, a ministra dos Recursos Minerais manifestou a disponibilidade de Moçambique de acolher a sede do centro, caso seja essa a vontade da maioria. “Nós estamos cometidos a conceder o nosso mais alto apoio institucional, político, material e moral para a operacionalidade rápida desta importante iniciativa.
Refira-se que durante o encontro Moçambique deverá assumir a presidência da Conferência dos Ministros da União Africana responsáveis pelo Desenvolvimento dos Recursos Minerais, em substituição da Etiópia.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Oposição bloqueia orçamento de Daviz Simango

Sem Orçamento, Daviz Simango deverá esperar até a primeira sessão ordinária do próximo ano para realizar actividades

Terminaram ontem, quinta-feira, os trabalhos da 25ª sessão da Assembleia Municipal da Beira (AMB), a última da presente legislatura. Aquele órgão deliberativo apreciou e aprovou, em dois dias, os relatórios anuais e quinquenais do Conselho Municipal e da própria assembleia. No entanto, e contra todas as expectativas, deliberou não apreciar o Plano de Actividades e o respectivo Orçamento para 2014, apresentados pelo Conselho Municipal.
Segundo o presidente da AMB, Mateus Saize, a decisão de não apreciar os dois documentos foi consensual entre os membros da Frelimo, bancada maioritária, Renamo, GDB e membros únicos do PDD e PIMO. O órgão preferiu remeter a apreciação e aprovação dos dois instrumentos para a próxima legislatura, a iniciar em Fevereiro ou Março de 2014, com a tomada de posse dos novos membros da AMB.
O edil reeleito para o terceiro mandato, Daviz Simango, disse que a decisão de adiar a aprovação do Plano de Actividades e o respectivo Orçamento para 2014 vai prejudicar os munícipes.
“Os concursos públicos para aquisição de novos materiais deviam começar este mês, mas nós não temos como fazer. O novo executivo vai começar a trabalhar sem meios e não poderá fazer aquisições nem realizar investimentos sem um plano de actividades e o respectivo orçamento”, disse o edil da segunda cidade do país.
Assunto: CAROS CIDADÃOS E, EM PARTICULAR JORNALISTAS dignos e imparciais
11-Dez-2013
Alice Angelina Mabota
CAROS CIDADÃOS E, EM PARTICULAR JORNALISTAS dignos e imparciais. estamos à porta de encerramento das nossas liberdades fundamentais, sobretudo a liberdade de expressão, de imprensa e de pensamento. Está tão difícil para mim coordenar ideias que me permitam escrever correctamente, mas se me quiserem processar que o façam.
Mandela ficou 27 anos, mas saiu . Bom, talvez porque era jovem. Isto vem a propósito da instauração de processo crime e eminente condenação do Professor Castel Branco por ter criticado a governação do Presidente da República.
Dr. Paulino: Quando é que vai começar a aplicar os principios plasmados na Constituição e nos instrumentos Internacionais de protecção dos direitos, liberdades e garantias fundamentais . Não acha que o caso do prof. Castelo Branco não merece tribunais? Aliais, tomando em consideração que diariamente vemos e ouvimos dirigentes a pontapearem a Constituição e o senhor nada faz, mas trata-se de casos que merecem tribunias.
Foi no ano passado que o Comandante Geral da Policia rasgou a constituição com os pés e o Sr. não se dignou a reagir à nossa carta e a Ordem dos Advogados exigindo um processo crime contra o mesmo? nem o Pr se dignou a exonerá-lo.
Há escassos dias foi levantado contra cidadãos questões de racissmo e o Sr. nada Fez, há escassas horas houve informação que a presidente da Assembleia da República desejou sangue para conquistar Quelimane e o sangue jorrou e o Sr. não fez nada, QUANDO NAS MESMAS CIRCUNSTÂNCIAS O MALAGUETA ESTÁ A APODRECER NA CADEIA, PORQUÉ TRATAMENTO DIFERENCIADO?
O candidato da Frelimo em Moatize fez das suas e o senhor nada fez senão ridicularizar a sua colega? o Dr. Leopoldo da Costa falsificou o processo da sua recandidatura e o sr. não moveu palha, só para citar alguns exemplos. Que princípios de igualdade V.Exa. aplica? ora se não vejamos; O chefe de Estado está sujeito a todas aas criticas das mais duras porque nos representa e recebe por isso é por isso que goza de imunidades porque enquanto em exercício não pode ser tocado e nem o nome dele não pode entrar nos foros judiciais da mesma maneira que ele também não deve meter ninguém senão em caso de atentado à sua vida que é um bem precioso.
Sabe Sr. Procurador Geral, tal como ele, nós que o povo nos respeita pela nossa função social estamos sujeita(o)s a esse tipo de criticas onde quando muito deveremos dizer e/ou mostrar por a+b que não somos o que a opinião pública pensa de nós. Este tipo de acções só é admissivel para um cidadão comum que não presta contas a ninguém.
O assunto Clinton foi a hasta pública, mas o amantismo é diário e não ouvimos nada. O assunto do Prof. Castelo, na minha modesta opinião, quando muito o Presidente deveria reagir nos termos da lei de Imprensa que é assim como todos agem. Porquê neste caso vertente se vai logo accionar medidas judiciais?
Sr. Procurador, nos casos de violações graves de direitos humanos não assistimos a mesma prontidão e recorrer aos tribunais, porquê? O exército está a matar cidadãos no Centro e Norte de País, e o mesmo Exército só age quando ordenado pelo seu comandante máximo, porquê então não agir neste caso para exigir a legalidade Dr. Paulino?
A ocultação de cadáveres dos militares que estão a morrer nesta batalha, não merece uma investigação para repor a justiça? como não criticar o PR assim. o que significa direito a informação afinal. na marcha de Maputo todos criticaram o PR como o Prof. Castelo criticou e a mídia publicou tudo, será que o Procurador vai nos prender a todos ou a mim alegando que houve libertinagem contra o PR?
Prezados jornalistas, sociedade civil, activistas caso o processo contra o Prof. Castelo Branco e o Jornal Canal de Moçambique sejam condenados preparemo-nos para uma marcha nacional até que seja decidido o contrário e se faça justiça, porque a partir dessa condençaõ será o fim das nossas liberdades de pensamento, opinião, reunião e expressão.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

“Guebuza insultou os cristãos ao chamar críticos de apóstolos da desgraça”, Renamo
    
A Renamo considera que o Presidente da República, Armando Guebuza, insultou os cristãos ao chamar os que criticam a si e a sua governação de apóstolos da desgraça.
Nos últimos tempos, o Presidente da República notabilizou-se pela sua insistente capacidade de responder, atribuindo nomes a cidadãos que se opõem ao seu estilo de governação. A estes Guebuza já chamou de “detractores”, “tagarelas” e até “apóstolos da desgraça” .
No entender do membro sénior do partido Renano, António Muchanga, ao designar os cidadãos que apontam problemas na sua governação de “apóstolos da desgraça” o PR estava a “insultar os cristãos pois o apóstolo é um propagandista dedicado a uma ideia ou missionário de fama”. Por outras palavras, “apóstolo é um emissário, um enviado para cumprir uma missão que no sentido cristão refere-se aos enviados por Cristo para espalhar e defender o Evangelho; pelo que o apóstolo é o garante da doutrina Cristo”.
PGR atira toalha ao chão
As recentes declarações feitas pelo Procurador-Geral da República (PGR), Augusto Paulino, sobre a necessidade de haver purificação das fileiras nos órgãos que administram a Justiça mereceram, por parte do quadro sénior da Renamo, uma reacção categórica. Muchanga diz que “o PRG atirou a toalha ao chão à semelhança do que aconteceu com os seus antecessores”.
A fonte entende que Augusto Paulino devia ter dado indicações concretas das medidas que ele teria tomado no sentido de “purificar as fileiras na Procuradoria onde é titular”. “Os órgãos de administração da Justiça, através do Procurador-Geral da República, deixaram claro que com a sua actuação e tipo de titulares que os dirigem não haverá a curto e médio prazo resultados tangíveis no combate dos crimes que dilaceram o país”.
Renamo diz que Vaquina foi ao Parlamento exibir ódio por Manuel Bissopo
    
 
A Renamo não gostou da forma como o Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, tratou o seu secretário-geral e deputado da Assembleia da República (AR), Manuel Bissopo, em sede do Parlamento e veio a público manifestar insatisfação, afirmando que o PM usou a sessão de perguntas ao Governo para “descarregar o seu ódio sobre o deputado”.
Na passada quinta-feira (05), primeiro dia da sessão de perguntas ao Governo, o PM reagiu de forma contundente às perguntas colocadas pela Renamo sobre se o país estaria em guerra ou não, e afirmou que que cabia a este partido esclarecer “se quando começou a atacar e matar civis era porque o país estava em guerra”.
Acerca da suposta perseguição aos membros da Renamo, o governante recusou o facto e questionou aos deputados desta formação política como é que explicavam o facto de o deputado daquela bancada, Manuel Bissopo, que alega ter estado em Santunjira, estivesse na Assembleia da República (AR), naquele momento, sem nada, nem ninguém a perturbá-lo.
Esta posição da Renamo foi manifestada esta terça-feira (10), numa conferência de imprensa convocada para o efeito, dirigida pelo membro sénior do partido, António Muchanga. O partido de Afonso Dhlakama exteriorizou a sua indignação perante a forma como o Governo respondeu às perguntas colocadas pelos deputados da Assembleia da República; a forma como os órgãos da administração da Justiça estão a agir e a forma como os cidadãos honesto críticos ao sistema de governação são tratados pelo Presidente da República e seus sequazes.
Muchanga disse que o Governo, na sua ida ao Parlamento, foi “incapazes de responder às questões concretas e colocava-se numa posição deslocada com a realidade do país que governa”. A título de exemplo, apontou que o Executivo de Armando Guebuza “não conseguiu informar os moçambicanos sobre o valor arrecadado pelo Estado por ano na exploração do Gás de Pande e Temane, não conseguiu explicar por que só agora em época chuvosa é que começa a reabilitação das infra-estruturas destruídas pelas cheias do ano passado quando estamos à porta de mais um ciclo com possibilidade de mais cheias, não conseguiu explicar que medidas concretas visam eliminar os raptos e assassinatos que grassam o país, sobretudo nas grandes cidades, práticas criminais que contam com envolvimento de membros da PRM até os afectos a guarda do presidente da Republica.”
Ainda no primeiro dia da sessão de perguntas ao Governo, Vaquina teria dito que Santunjira, local onde o presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, se encontrava a morar até o dia 21 de Outubro, data em que as forças governamentais protagonizaram um ataque obrigando-o a abandonar o local, nunca foi residência do líder da “Perdiz”, mas sim uma base militar.
Entretanto, no entender da Renamo, esta afirmação baseou-se no facto de naquele espaço terem desfilado os desmobilizados da RENAMO aquanto da celebração de mais um aniversário da morte do primeiro comandante e presidente do seu o partido, a 17 de Outubro de 2012
Insensibilidade dos dirigentes mancha direitos humanos no país

Dia Internacional dos Direitos Humanos

Alice Mabote diz que Moçambique ainda está longe de respeitar os direitos humanos na sua plenitude por causa dos dirigentes que tem. São pessoas insensíveis aos problemas do povo...
O mundo celebrou, ontem, o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Em Moçambique, a data serviu para uma reflexão em torno dos direitos dos homens, olhando para o contexto actual.
A presidente da Liga dos Direitos Humanos, Alice Mabota, discursando, num evento organizado pela própria liga e a Joint, fórum das organizações não-governamentais de Moçambique, foi mais uma vez contundente. Diz que, apesar de o quadro legal existente no país não ser favorável à violação dos direitos humanos mais elementares, tais como o direito à vida, em Moçambique ainda existem dirigentes que pontapeiam a lei, cometendo uma série de atrocidades contra as pessoas.
“É com muita tristeza que, hoje, temos uma guerra sem sentido. Trata-se de uma guerra que não é do Estado moçambicano, mas, sim, de duas pessoas, nomeadamente, o Presidente da República, Armando Guebuza, e líder da Renamo, Afonso Dhlakama”.
É um conflito que está a vitimar inocentes, por culpa de duas pessoas acomodadas, colocando em risco o bem-estar de milhares de moçambicanos. “É uma violação dos mais básicos direitos humanos”, disse Mabota, lamentavelmente.