04/09/2019
"Ontem recebemos esta notícias bombástica de que o esclarecimento dos dados do recenseamento só será feito em Dezembro deste ano. Portanto, aqui nós temos uma situação que é importante salientar: primeiro é que os processos eleitorais, sob o ponto de vista legal têm privilégio em relação a todos os processos normais. Significa que a PGR que recebeu a queixa-crime há mais de um mês já devia no mínimo ter notificado a Renamo para dizer em que ponto é que se encontrava a queixa-crime. A CNE que recebeu para além dos ilícitos eleitorais há mais de dois meses que nós submetemos recebeu o pedido da Renamo para a realização da auditoria, portanto, em um mês não disse absolutamente nada. Portanto, é a PGR, é a CNE que estão a servir como agentes de obstrução da justiça eleitoral. Esta é uma situação muito grave que queremos denunciar. Este pronunciamento da nova presidente do INE representa para nós uma espécie de uma declaração de guerra", disse Mondlane.
O PAÍS – 04.09.2019
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