"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



segunda-feira, 2 de abril de 2018

Há esquadrões de morte para abater opositores, revela agente da Polícia da República de Moçambique 2 (Actualisando)

terça-feira, 27 de março de 2018



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Há esquadrões de morte para abater opositores, revela agente da Polícia da República de Moçambique

Rapto de Ericino de Salema: coisa de um regime decadente!

Momade Assife Abdul Satar
9 h ·



Demorei um pouco a escrever este post porque não queria ser mais uma voz. Queria escrever com propriedade. Ou seja, estava a cruzar informações das minhas fontes costumeiras. Definitivamente, o rapto do jornalista Ericino de Salema foi a mando da Procuradoria-Geral da República (PGR). Muitos podem considerar esta informação falaciosa, mas vos digo, e com propriedade, que os esquadrões da morte nasceram na Procuradoria. É esta que dá ordens para silenciar beltrano ou sicrano.

Estes ataques selectivos não podem ser pura coincidência. Primeiro foi o analista político e crítico do regime, Carlos Jeque. Seguir-se-ia Jaime Macuane, e desta vez foi Ericino de Salema. Quem será o próximo? O certo é que vivemos um regime de excepção, de ditadura. A liberdade de expressão é uma fantochada. A Procuradoria se tornou parte dos problemas do povo. É servil. Quer mostrar aos seus chefes que é capaz de dar conta do recado e desembocamos nisto: uma merda de país que estamos a criar.

Como se pode ver, em todas estas vítimas a ideia não era assassina-los, mas intimidá-los. Silencia-los. E jamais vão ganhar esta batalha. O regime pode silenciar um ou dois comentadores ou activistas sociais, mas nunca vai silenciar um povo inteiro. O Salema, Jaime Macuane ou Carlos Jeque, somos todos nós. O regime não tem obuses para assassinar todo um povo. Mesmo se fosse napalm.

A PGR montou um sistema anacrónico, viciado, maléfico e rodeado de gansterismo. Quem critica leva um balázio. Foi assim com todos os que tentaram endireitar as coisas: Siba-Siba Macuácua, Paulo Machava, Giles Cistac, Jeremias Pondeca e tantos outros. Até raptavam o Hermínio dos Santos por levantar a voz…

De que os perpetradores destes crimes hediondos têm uma base sólida de apoio é só verem a arrogância com que os cometem: em plena luz do dia, zonas movimentadas e jamais qualquer desses crimes foi esclarecido. A Polícia diz sempre a mesma coisa e o assunto desemboca no mesmo destino dos demais: gaveta.

Rápidas melhoras ao Ericino de Salema e um manguito a todos os que pensam que se vão manter eternamente no poder silenciando a voz do povo. É mentira!

Nini Satar





Unay Cambuma Só para constar...

O Filipe Nyusi sempre foi um macondinho violento e inepto desde os tempos de estudante.
Ele frequentou o ensino medio geral nos anos 80 na escola pré-universitária Samora Machel na Beira. Por ser "tchoti" e "dorminhoco", ele era motivo de muita zombaria dos seus colegas e, devido a isso, andava com uma faca bem afiada no bolso.
Muitas vezes o Nyusi, quando era provocado, avançava resolutamente com a faca em riste contra os colegas "abusados", que na sequência fugiam em debandada.

Depois de concluir a pré-universitária na Beira, ele ingressou na UEM, onde chumbou de forma retumbante, esmagora, convicente, asfixiante e continua, tendo na sequência perdido o direito de frequentar aquela universidade.
Mas graças a aliança changana-maconde, ele foi enviado a ex- Checoslováquia, onde frequentou uma universidade socialista em que as passagens eram automáticas.

O resto da história todos já sabemos:
Ele é o homem que está na origem da decapitação dos CFM Norte e o homem que reacendeu o conflito armado depois de 20 anos de paz, conflito este que ainda não terminou e que vai continuar em 2019 depois de um curtíssimo período de paz de video game.
Filipe Nyusi tem sob o seu controle uma perigosa quadrilha de esquadrões de morte e foi ele que pessoalmente ordenou s execução do Cistac, do Paulo Machava, Paulo DangerMan, Jeremias Pondeca e outros.
O Nyusi até superou o Samora em maquiavelismo. Portanto, estamos perante um tirano e despota maconde.

Os macondes da frelimo abusam o estado e o povo porque já tem garantia de vitória eleitoral através do sistema informático ja viciado do STAE, adquirido pela familia Sidat, grandes sócios e amigos do Nyusi. Portanto, o software é manipulado para dar vantagem a frelimo. Aliás, ja ha "canganhiças" informáticas a partir do processo de recenseamento

80 VEÍCULOS MILITARES ALEGADAMENTE EXPORTADOS DA CHINA FORAM ENTREGUES AO PORTO DE MAPUTO

Isto é algum dos $?
80 VEÍCULOS MILITARES ALEGADAMENTE EXPORTADOS DA CHINA FORAM ENTREGUES AO PORTO DE MAPUTO EM 2 de março, de acordo com a newsletter do Oceano Índico (16 de março). O acordo é entendido como sendo facilitado pelo fundador da blackwater, Erik Prince, através do seu grupo de serviços de fronteira de Hong Kong (Fsg), e o acordo foi finalizado com o presidente Filipe Nyusi e o ministro da Defesa Atanasio Salvador Mtumuke. Os veículos são armazenados em armazéns da Matola e cabides militares no aeroporto, e devem ser implantados em Chimoio, Manica.
Prince está indo para uma joint venture com Ematum, ele disse uma conferência de imprensa de Maputo em 13 de dezembro, e disse que ele pode mais tarde se envolver na proteção do petróleo e do gás de Moçambique. (veja esta newsletter 396, 13 de dezembro de 2017) entretanto Prince está também ligado à interferência russa na campanha eleitoral presidencial dos EUA, que é suposto ter trabalhado a favor de Donald Trump.
Por Joseph Hanlon (tradução automática)

Se pedir ao Pai das Dívidas Escondidas não ofende



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Canal de Opinião por Adelino Timóteo
 (Panfleto alegórico por ocasião do Dia Internacional do Pai das Dívidas)
Querido Pai, Senhor Pai das Dívidas Escondidas,
Pelo Dia Internacional do Pais das Dívidas, nós, moçambicanos, abaixo assinado, vimos muito desrespeitosamente pedir ao desexcelentíssimo Pai das Dívidas Escondidas, para que faça seminários, vulgo “orkishopis”, nos bares, cafés, restaurantes, às moscas, por falta de disponibilidade financeira dos clientes, a explicar como conseguiu enganar os bancos europeus, até contrair tão avultadas dívidas, que causaram o cancro na nossa economia, que causaram abcessos no orçamento geral do Estado, que causaram erosão no bolso do cidadão comum e da “classe média”, ainda assim, se permitir gozar da protecção da Procuradoria da República, da Polícia de Investigação Criminal, entre outras instituições jurídicas.
Nós, moçambicanos, abaixo assinado, vimos muito desumildemente pedir ao desrespeitoso Pai das Dívidas Escondidas que nos explique como conseguir pôr o país a andar aceleradamente mais rápido para trás, quando dizia que se tinha que caminhar célere, para a frente, quando dizia que o seu antecessor era o deixa-andar.
Nós, moçambicanos, abaixo assinado com impressões digitais, a tinta indelével, pois que só o dedo polegar sabe escrevinhar, desde já agradecemos muito honrada- mente, através deste papel almaço de vinte e três linhas, que o digníssimo Pai das Dívidas Escondidas, a quem não o vemos nem na TEVEÊF (o ÊF é da FRELIMU), nem no Mentícias (o maior jornal de circulação nacional), onde lhe víamos todo sorrisos de orelha a orelha, que substitua as suas presidências abertas, o pudor que o obriga a viver a portas dentro, para orientar seminários nacionais, nas fábricas escandalosamente encerradas por falta de divisas e altos custos de produção, contrastados com a inflação, do Rovuma a Maputo, a explicar ao Zé Povinho e ao Zé Ninguém, como o nepotismo do seu negócio das Dívidas Escondidas avantajou, na Suíça, no Dubai, a conta de mussumbuluko (dinheiro, numa das língua nacionais, por isso quem quiser o tomar como Mussumbaluko é livre de fazer confusão, clara está a confusão é um direito constitucional, por isso não há transparência nas dívidas públicas nem na responsabilização do Pai das Dívidas).
Nós, moçambicanos, abaixo assinados, temos motivos de sobra para pedir ao Pai das Dívidas Escondidas.
Nós agradecemos porque não há outro comprimido de cura da nossa ansiedade, ao cancro da nossa economia adoentada, da nossa fome colectiva, do nosso desemprego maciço por reestruturação das empresas e redimensionamento da mão-de-obra, que não um ciclo de palestras, simpósios e colóquios, onde possa a V. Excia. compartilhar os seus elevadíssimos conhecimentos sobre a metodologia de falência de um Estado, sobre a habilidade de V. Excia. de se situar acima das leis e do Estado, incapaz de agir punitivamente contra si e seus capangas.
Nós, os moçambicanos, cidadãos socialmente empenhados, no nosso espírito de cidadania, desde já agradecemos-lhe atempadamente a V. Excia., por ter tornado prosperativamente o Nosso Moçambique num dos mais caloteiros países do mundo, a ponto de os deputados ingleses assinarem uma elevadíssima moção, em reconhecimento da sua genialidade de defraudar instituições sólidas e seguras e situando-nos no “ranking” de um país que mais progressos conhece com a endémica corrupção.
Nós, moçambicanos, cidadãos socialmente empenhados, admiramos e felicitamos a V. Excia., que irá voar de helicópteros privados, já que na orquestração do tão retumbante desfalque conseguiu retroceder o país, torando-o um exemplo mais bem sucedido do “black empowerment”, do nacionalismo económico negro, que deixou depenada a nossa companhia aérea de bandeira nacional, que não consegue comprar um litro sequer de combustível, para abastecer os voos, e mesmo assim evocamos o nosso orgulho nacional, orgulhosamente quando precisando viajar de Beira a Quelimane, tendo primeiro que ir a Maputo, sem fazermos ondas, para não ofender a nossa dignidade de Nação independente.
Nós, moçambicanos, que lhe escrevemos em papel apergaminhado, indicado para escrever exclusivamente ao Senhor Querido Pai das Dívidas Escondidas, neste mesmo papel liso deploramos a sua opacidade entre o povo, mas garantimos-lhe que lhe temos visto nas duas faces dessa crise económica que nos atormenta, quando a comida não chega à mesa, quando não conseguimos comprar cadernos escolares e uniformes escolares, para as crianças, quando em vez de em vinte folhas almaço temos de lhe escrever em uma só, porque as nossas finanças não cobrem o desejo de um longo desabafo, quando as nossas emagrecidas finanças não cobrem o desejo moçambicano de falar horas a fio ao telefone, porque somos orgulhosamente africanos falando alto ao telemóvel e iludindo o interlocutor de que o país caminha a passos largos para a vitória sobre a pobreza absoluta, a corrupção e estabilidade político-militar, e quem isso garante é o nosso querido Novo Presidente, seguindo escrupulosamente com o plano do seu antecessor e do partido que desde 1975 incentivou o roubo, incentiva actualmente e futuramente estimulará a impunidade na contracção de dívidas, senão o desdobramento das campanhas do Pai das Dívidas, a quem nos impõe escutar os seus puros e imaculados méritos, que tanto engrandece à Pátria Amada.
Muito atenciosamente,
Os cidadãos moçambicanos orgulhosamente defraudados pelo desgoverno.
(Adelino Timóteo)
CANALMOZ – 02.04.2018

Moçambique vai ultrapassar todos os limites de dívida do FMI a partir de julho



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Fmi-e-banco-mundial_logoMoçambique vai furar, a partir de julho, todos os cinco limites usados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para avaliar a Sustentabilidade da Dívida, reconhece o Governo nos documentos entregues nas reuniões com os credores.
"No final de 2017, todos os indicadores de Análise da Sustentabilidade da Dívida de Moçambique (exceto o rácio entre o serviço da dívida e as exportações) estavam acima do limite de prudência para os países com um ranking médio de Country Policy and Institutional Assessment (CPIA)", lê-se numa das páginas da apresentação feita aos credores a 20 de março, em Londres.
Logo abaixo, lê-se que "até 20 de março de 2018, Moçambique tinha atrasos nos pagamentos do Mozam2023, MAM e Proindicus [os títulos de dívida soberana com maturidade a 2023 e os dois empréstimos contraídos de forma oculta por duas empresas públicas com garantias estatais] que chegavam a aproximadamente 636 milhões de dólares", o que faz com que todos os cinco limites definidos pelo FMI sejam ultrapassados.
De acordo com as regras internas do Fundo, os países que ultrapassem estes níveis estão impossibilitados de receber ajuda financeira, o que torna ainda mais difícil a já de si complicada situação económica de Moçambique.
Em causa estão os limites do Valor Atual da Dívida face ao PIB, às Exportações, às Receitas, o Serviço da Dívida face às Exportações e o Serviço da Dívida comparado com o valor das Receitas.
Até final do ano passado, apenas o valor do Serviço da Dívida face às Exportações estava abaixo do limite definido pelo Fundo, mas a alteração dos critérios a partir de julho faz com que este valor ultrapasse o nível máximo apontado pelo FMI.
A Lusa tentou obter esclarecimentos do FMI sobre as consequências concretas desta alteração, mas sem sucesso até agora.
O Governo de Moçambique propôs a 20 de março aos credores e investidores na dívida pública um perdão de 50% da dívida atrasada, ou seja, 318 dos 636 milhões de dólares de dívida que já devia ter sido paga.
De acordo com o documento apresentado aos credores em Londres, e a que a Lusa teve acesso, Moçambique propõe um 'haircut' [perdão de dívida] de 50% nos juros passados e nas penalizações, caso existam", e alterações às taxas de juro e à maturidade da emissão de dívida, cujo prazo inicial terminava em 2020 e já foi alargado para 2023 no final de 2016.
As diretrizes da reestruturação, lê-se no documento, são "um cupão e taxas de juro muito baixas até 2023, uma taxa de juro ou cupão para além de 2023 em níveis moderados para lidar com os constrangimentos no serviço da dívida, um 'haircut' nos juros passados e capitalização do saldo, limitadas amortizações até 2028 e oferta de pagamentos em moeda local aos detentores nacionais da dívida".
Na prática, Moçambique suaviza as prestações da dívida nos próximos anos e aceita pagar mais no final do período, contando com as receitas do gás natural, que deverão entrar em força a partir da próxima década.
Os credores rejeitaram esta proposta inicial, e haverá novas conversas à margem dos Encontros da Primavera, que decorrem em abril na sede do FMI.
LUSA – 02.04.2018
NOTA: Graças à Frelimo Moçambique está mesmo prestes a afundar-se. Porque espera o “patrão” para agir?
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE

A 14 DE MARÇO DE 2018, INICIOU O “TSUNAMI” HISTÓRICO, QUE ARRASTARÁ OS CORRUPTOS COMO FOLHAS SECAS E INÚTEIS, OS MOÇAMBICANOS NÃO PODEM ESPERAR MAIS!!!



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VLITOS COMANDANTE SUPREMO 01 02 2017   1_nOs agentes envolvidos como mediadores, na solução do conflito Moçambicano, oriundo da tensão politico-militar, reconhecidos como “ilustres” doadores e Países Industriais, que também são assessores económicos em Moçambique, na extração da matéria não-renovável do sub-solo Nacional, estão desconfortavelmente tolerantes, em relação ao regime instalado em Maputo, com 4 décadas de sinistralidades.
Esta matéria-prima tem a especificidade de “tara-perdível”, uma vez que assim que é extraída, de imediato esgota, não possuindo por conseguinte, a característica de ser germinada com recurso a sementes, como acontece com a batata, couve ou salada.
Imediatamente após a recolha e acondicionamento, segue-se a sua exportação, para alimentação da Indústria além-mar e, para que serve a receita do valor da sua venda? De maneira óbvia, deveria  infra-reestruturar  diversas necessidades básicas, para que os 28 milhões, usufruíssem no futuro!  Todavia contrariamente, as verbas são abocanhadas pelas contas bancárias, de dirigentes corruptos, em sistemas “off-shores” e, estas instituições na maioria, estão implantadas em territórios dos “ilustres” Países doadores!
Os responsáveis intercessores dos “ilustres” Países doadores, também similarmente, defensores Universais dos Direitos Humanos, denotam uma complacência irresponsável, porque  como árbitros interferentes  e fiscalizadores, do processo de conciliação em curso, revelaram premeditadas falhas,  comprometedoras do  espírito de  justiça,  que ate agora apenas ajudaram a construir a Paz, apenas para o sentido controverso e maldoso.
Dia a dia os representantes diplomáticos, dos “ilustres” Países doadores, testemunham como a intimidação política, económica e física, é angustiosa para os Cidadãos Moçambicanos, que a sentem no sangue e na pele incutidos por dirigentes que, pela prática de tanta incompetência, passaram a institucionalizar  a corrupção.
O regime da Frelimo, sem temor pelas normas e regras de Governação, com enorme despudor, criou os “esquadrões da morte” e, com destemida ousadia, instrumentalizaram-nos para impunemente sobressaltarem, 28 milhões de pacatos e humildes Cidadãos, que anseiam apenas por uma sopa e um pão, na mesa da sua casa, para viverem condignamente.
Chegou a hora, dos digníssimos Representantes Diplomáticos, dos “ilustres” Países doadores, porem a mão na consciência e inteirarem-se, das dificuldades que a População enfrenta, com os espancamentos, homicídios e raptos, perpetrados pelos terríveis “esquadrões da morte”, se esse tipo de grupo, fosse fundado para operar na Inglaterra, na América, na Itália, na França ou Canada e Alemanha, seriam ignorados?
Pois Moçambique, para o “Inglês ver” também evoca na Constituição, os Direitos Humanos e garantias de liberdade de expressão, livre opção ideológica e política, existe em Moçambique também uma Legislação, clara e favorável à Paz e bem-estar social, bem como um ordenamento jurídico, mas nada funciona, nem deixam olear a máquina, está tudo amordaçado e algemado e, num País que se afiança  de “Estado de Direito”, os 3 poderes que fundamentam a democracia multi-partidária, estão asfixiados, por membros desregrados e arrogantes, do partido no poder, que até vos ridicularizou conscientemente,  com a ocultação dos créditos malditos, QUE JAMAIS PAGARÃO….
Irracionalmente Filipe Nyusse, numa sessão plenária do comité central da Frelimo, afirmou que, a crise Moçambicana foi originada, pelas condições climáticas adversas e, também devido a queda dos preços, dos produtos de exportação, porém a verdade é a seguinte:
Todos estão cientes, (menos os digníssimos representantes diplomáticos, dos “ilustres” Países doadores), que infelizmente os 28 milhões de Moçambicanos, estão a ser regidos por um punhado de mentirosos, incompetentes e analfabetos políticos, que apesar de 42 anos de má Governação e, saberem que o comunismo e marxismo, até na sua origem foi desacreditado e, deitado num caixote do lixo, dum museu memorável algures em Moscovo, teimam em ser os alunos, mais bem comportados dum socialismo,  rústico, grosseiro, rude, cruel e de resultados fúteis, arrastando ao abismo os destinos de 28 milhões e, hipotecando o futuro dos seus filhos e netos, com inadequadas trapalhadas em bacias do Rovuma, baldes de arrogâncias e desfalques bancários e orçamentais.
Com tudo isto, temos Moçambique com péssimos indicadores económicos, devido a excessos de dívidas internas e externas, utilização persistente de sistema político obsoleto e improdutivo, ausência de métodos de poupança interna, que colocaram Moçambique, na cauda dos Países sem chão, nem eira, nem beira e, muito menos sem a alegria e harmonia social, como um País, completamente esfrangalhado.
O orgulho do comité central da Frelimo, pela  obra que apresentam, após 42 anos de desgovernação e vigarices, está espelhado nas derrotas de 4 Presidentes que, utilizaram o lenço branco, para suplicarem a Paz, com a capitulação sentaram à mesa e, por baixo dela pontapearam, os membro da delegação da RENAMO, até “Savimbizarem” o Dr Jeremias Pondeca.
Hoje, vergonhosamente e com cumplicidade dos “ilustres”, temos o Presidente Afonso Dhlakama e os RANGERS, encurralados à fome, com calor e frio, a beberem agua inquinada das chuvas e, incomodamente a mudarem durante a noite, 3 ou 4 vezes, de lugar de pernoita para fugirem, aos atentados “Savimbizadores”.
É contra estas vicissitudes e constrangimentos, que apelamos ao juízo Humanista, dos “ilustres” representantes dos Países doadores, para efectuarem uma interferência, objectiva e definitiva que traga dignidade e, confiança ao Povo Moçambicano, porque depois do dia 14 de Março de 2018, muita coisa vai  ser alterada, mesmo forçosamente, uma vez que a Frelimo, desde a 1ª hora do dia 15 de Junho de 1975, apenas semeou injustiças que, estão prestes a provocar um “tsunami”, que arrastará os corruptos como folhas secas e inúteis.
Que haja fogo na baía…    
VLITOS – 02.04.2018

Ataques a comentadores políticos moçambicanos mostram impunidade



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Jeremias_LangaO moderador do programa "Pontos de Vista" e administrador do canal moçambicano STV Jeremias Langa considerou hoje que o ataque a dois comentadores do programa traduz a impunidade com que grupos obscuros agem.
No passado dia 27, Ericino de Salema, jornalista e comentador do "Pontos de Vista", um programa de comentário muito visto em Moçambique, foi raptado no centro de Maputo e encontrado algumas horas nos arredores da capital, apresentando sinais de agressões nas pernas e no braço esquerdo.
O rapto e agressão a Ericino de Salema segue-se ao baleamento nas pernas, por desconhecidos, do politólogo José Macuiane, em maio de 2016, quando na altura era um dos comentadores do "Pontos de Vista".
Em declarações à Lusa, o moderador do programa e administrador na STV declarou que o ataque aos dois moderadores mostra que os autores se sentem impunes.
"O que é mais chocante nisto tudo é que os autores destes atos sentem que gozam de impunidade, que nada lhes irá acontecer", afirmou Jeremias Langa.
Para o responsável, é inadmissível que num estado de direito os cidadãos sejam alvo de violência apenas porque emitem uma opinião.
Ericino de Salema foi raptado à saída do SNJ, onde se deslocou para almoçar no restaurante do local.
O ataque ao jornalista está a ser alvo de forte repúdio em vários quadrantes da sociedade moçambicana e por organizações internacionais de defesa dos direitos humanos, que associam o acontecimento a atos de violência que têm sido infligidos contra vozes críticas à governação da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo).
Em maio de 2016, o politólogo José Macuaine também foi raptado e encontrado na mesma zona onde Ericino de Salema foi abandonado pelos raptores, com ferimentos provocados por tiros.
LUSA – 02.04.2018