"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sobre o

Sobre o Descoberto esconderijo de suposto armamento da Renamo

aqui trago alguns dos comentarios feitos por diferentes Moçambicanos que vivem dentro e fora do país. Se formos a reflectir bem e de uma forma objectiva podemos encontrar a verdade desses comentários. Na verdade a Frelimo é capaz de tudo, porque ela fez, faz, e fará.... e neste perspectiva ela é capaz de montar coisas somente para voltar a ganhar a popularidade que está perdendo ao nivel do país. Para as pessoas que reflectem bem, nunca pode acreditar que a Renamo ou qualquer outra pessoa ou organização descontente pode esconder armamento no mato sem enterrar. Se foi num bosque onde descobriram porque só agora,...? penso eu que os nossos dirigentes deviam reflectir bem antes de aparecer ao público para falar,...acham que há lógica de ser isto. Repito, o jornalismo não é para entreter as pessoas, mas sim dar informações crediveis ao povo e tão pouco desviar o rumo das coisas e das pessoas. Esta não é noticia, mas sim uma manipulação bem preparada... leia os comentarios a seguir.
 
Bom dia meus amigos, estes homens sao perigosos a frelimo porque nao negoceiam com a renamo ja e a terceira vez a encotrarem armas da renamo. Cuidado
  • Almeida Antonio .....meu irmao eu vi muita coisa na Beira, distrito que nem tem uma carteira nem salas de aulas pra criancas estudarem e ainda querem mais guerra, meus irmaos a frelimo em maringue nao manda, quando um governador quer ir ate a maringue tem que pedir primeiro a base da renamo meus amigos cuidado isto vai ficar perigoso. Abracos

  • Nos so queremos paz, se mentem isso e p politicos , ja esta escrito no livro sagrado , que o homem vai viver do seu suor.
    espero que nos deixem trabalhar p desenvolver em vez de protagonizarem guerras, conflitos pois isso perturba a nossa paz.

  • 1* nao devemos acreditar em tudo que lemos nos Jornais, esta informacao vem mesmo a calhar numa altura em que a Frelimo encontra-se com a popularidade muito baixa a nivel nacional. 2* Foram encontradas armas, ninguem foi indiciado, ninguem foi detido, nao se investigou nada + se concluio, se "condenou" e atrubuio a calpa a Renamo; e uma vez que as armas ja foram destroidas, significa que o caso foi dado por concluido. 3* as armas foram encontradas nos bosques, abandonadas, sem ninguem por perto a guarnecer as mesmas, num local neutro, sujeitas a chuvas e sol; sera que as milicias the Renamo com tanta experiencia de guerrilha nao teria nocao de como e onde guardar o seu material militar.
    • sim vc ten razao meu irmao ate´´ pode ser mesmo da Frelimo. do um grupo que nao esta satisfeito . como foi da pmeira vez. existe grupo que nao esta satisfeito com A Frelimo os militares que nao ganham bem, que nao tem possabilidades de comer onde estam malados? existe muitos problemas na Frelimo. aqueles que lutaram os ditos antigos combatentes nao tem nada os meus irmaos, sera que e´´ normal? e ja nao digo os Jovens, os Mocambicanos estam a sofrer so por cauza do um grupinho.  

  • Estamos a viver momentos de tensão, momentos de Paz Armada". todo o cuidado é pouco, o povo já sofreu bastante com a guerra.... o país está em fase de reconstrução.... não podemos vacilar....
  • terça-feira, 24 de janeiro de 2012

    Candidato do MDM para as presidenciais conhecido entre Outubro e Dezembro deste ano

    MDM deverá escolher o seu candidato às eleições presidenciais de 2014
    Eleições presidenciais-2014.
    O congresso, a ter lugar no último trimestre deste ano, na cidade da Beira, já está a ser preparado por comissões multissectoriais criadas para o efeito.
    O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) já está a preparar as eleições gerais de 2014. Assim, ainda este ano, o partido vai anunciar quem será o candidato à presidência da República para as eleições de 2014.
    O  candidato às presidenciais por esta formação política deverá ser eleito entre Outubro e Dezembro de 2012 pelo congresso - o maior órgão do partido - numa reunião a ter lugar na cidade da Beira, província de Sofala. Ouvido pelo “O País”, o porta-voz do partido, José de Sousa, definiu como obra do acaso a escolha da Beira para a realização do congresso, ou seja, refere não existir nenhuma razão estratégica para a escolha do “Chiveve” para a realização do congresso.
    Contudo, sendo a cidade da Beira a primeira autarquia nas mãos do MDM e ainda a que mais deputados elegeu para a Assembleia da República, esta tornou-se no bastião político do “galo”.  Nos últimos tempos, Beira tem sido considerada o “bastião da revolução”.
    Condições para o evento em preparação
    O congresso, a ter lugar no último trimestre deste ano, já está a ser preparado por comissões multissectoriais criadas para o efeito. “Nós já temos no terreno os grupos representativos dos órgãos e militantes do partido que  estão a fazer todos os estudos no terreno para garantir as condições necessárias para este nosso evento”, explicou de Sousa.

    sábado, 21 de janeiro de 2012

    Mineradora não cumpre promessas: População de Lalaua está impaciente


    A POPULAÇÃO de Naquessa, distrito de Lalaua, está agastada com a empresa Damodar que está a fazer a exploração de minério de ferro naquela região, localizada no interior da província de Nampula.
    Maputo, Sábado, 21 de Janeiro de 2012:: Notícias
     
    O facto deve-se ao alegado incumprimento de promessas feitas que davam a indicação para a construção, no ano passado, de infra-estruturas de abastecimento de água, educação e estradas, acções enquadradas no âmbito da responsabilidade social daquela firma de capitais indianos.
    Dados colhidos no terreno pela nossa Reportagem indicam que das promessas feitas à população de Naquessa, a Damodar Ferro levou a cabo a reabilitação de uma estrada que liga aquele povoado à vila do posto administrativo de Iapala no distrito vizinho de Ribáuè.
    A infra-estrutura facilita a ligação rodoviária à população que pretende aceder ao corredor ferroviário de Nacala para vários fins, nomeadamente o escoamento dos excedentes agrícolas para a colocação no mercado local.
    No entanto, é através daquela via de terra batida que o projecto, cuja implementação é de 10 anos, vai fazer o escoamento da sua produção para o Porto de Nacala, a porta de saída do minério para o mercado internacional.
    Por essa razão, a população local considera que a empresa só reabilitou aquele troço por seu útil aos seus interesses, não fazendo por isso parte das promessas feitas em prol do desenvolvimento social da região.
    Naquessa tem falta de assistência sanitária para a sua população, mas é na educação e abastecimento de água onde os problemas são mais graves, pois as respectivas redes são fracas e não satisfazem a demanda. As salas de aula são na maioria construídas com base em material precário.
    A população local considera que o incumprimento das promessas por parte da Damodar não só vai perpetuar o seu sofrimento como criar todas condições para azedar o relacionamento com aquela firma indiana.
    À pedido da população de Naquessa, o Governo de Lalaua já está em contacto com a mineradora para se inteirar do caso.

    (2012-01-20) Moçambique ocupa o 108º lugar no ranking das economias mais livres do mundo em 2012, de um total de 179 países avaliados na mais recente publicação da Heritage Foundation, consultora norte-americana que avalia a reputação de cada país em termos de liberdade económica, em parceira com o “Wall Street Journal”.

    (2012-01-20) Moçambique ocupa o 108º lugar no ranking das economias mais livres do mundo em 2012, de um total de 179 países avaliados na mais recente publicação da Heritage Foundation, consultora norte-americana que avalia a reputação de cada país em termos de liberdade económica, em parceira com o “Wall Street Journal”.

    Com esta classificação, o país melhorou uma posição em relação ao ano passado, ao alcançar 57.1 pontos, 0.3 pontos melhor que 2011. Apesar disso, Moçambique está entre as piores economias do planeta no que respeita à liberdade económica, o que, de acordo com a Heritage Foundation, é justificado por vários factores, entre os quais a corrupção e deficiências jurídico-legais.

    A consultora americana aponta que há “deficiências institucionais críticas na liberdade económica em Moçambique, que continuam a reter o desenvolvimento económico de longo prazo”. Segundo o documento, “direitos de propriedade não são muito respeitados, a aplicação da lei é ineficiente e desigual. O sistema judicial não é totalmente independente e continua vulnerável à influência política e corrupção”. Ainda na sua página sobre o país, a publicação revela que “a ausência de um quadro jurídico eficaz em Moçambique leva a que as decisões judiciais sejam arbitrárias e inconsistentes e a protecção dos direitos de propriedade intelectual não estejam à altura dos padrões mundiais, o que resulta na expansão de bens pirateados (contrafeitos) no mercado.

    É importante sublinhar que as deficiências na protecção dos direitos de propriedade são factor desfavorável à captação de investimentos, uma vez que retiram a confiança dos investidores em relação ao mercado nacional, ou seja, a decisão de investir em Moçambique pode ser minada pela concorrência desleal e pela pirataria, factores que reduzem a possibilidade de retorno dos investimentos.

    Com esta classificação, Moçambique está no 15° lugar dos 46 países da África Sub-Sahariana, e a sua pontuação global está abaixo da média mundial, mas acima da média regional.

    Situação de Moçambique

    O Índice de Liberdade Económica avalia quatro grandes pontos que contêm dez categorias. Trata-se do Estado de Direito, que abarca o direito de propriedade e a corrupção; as limitações do Governo, que contém os gastos públicos e a liberdade fiscal; a eficiência regulatória que contém o ambiente de negócios, a liberdade de trabalho e as condições monetárias; e a abertura dos mercados que contempla o ambiente do comércio, a liberdade de investimentos e a liberdade financeira.

    A avaliar por estes indicadores, em relação ao ano passado, moçambique piorou nos capítulos da corrupção (aumentou para 27.0 pontos), despesas do Governo (caíram para 69.3 pontos), liberdade fiscal (reduziu para 77.1 pontos) e condições monetárias (que reduziram para 74.8 pontos).

    Por outro lado, o ambiente de negócios registou melhorias (aumentou para 66.8 pontos), a liberdade laboral (subiu para 39.7 pontos), liberdade de comércio (subiu para 66.8 pontos), a liberdade de investimentos (aumentou para 55.0 pontos). Os direitos de propriedade e a liberdade financeira mantiveram-se ao nível de 2011 com 3 e 50 pontos, respectivamente.

    Ao mesmo tempo, Moçambique está no grupo de economias “na sua maioria não livres”, uma posição imediatamente a seguir à pior, na classificação que obedece a um ordenamento dos países em cinco grandes grupos, nomeadamente, economias livres (cinco países); economias na sua maior parte livres (23 países); economias moderadamente livres (62 países); economias na sua maioria não livres (60 países) e economias reprimidas (29 países).

    Há que destacar que no Índice de Liberdade Económica, a classificação dos países não obedece, necessariamente, à sua pujança económica. Por exemplo, no grupo das economias “na sua maioria não livres”, estão das mais poderosas economias mundiais, sobretudo os países emergentes, alguns dos quais abaixo da classificação de Moçambique no ranking global. A Itália (92° lugar), Brasil (99° lugar), Índia (123° lugar), China (138° lugar) e Rússia (144° lugar).

    quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

    Formar licenciados para o desemprego ou baixar de nível para ter colocação?!

    Dados da contratação de pessoal docente nos anos 2008 a 2011
    Dilema de contratação de professores no país.
    A Universidade Pedagógica graduou, só em 2011, mais de 4 mil professores licenciados. Deste número, nem sequer um foi contratado pela Educação, considerando que nenhum licenciado foi chamado a dar aulas nas escolas públicas em 2012, exceptuando os que estavam a estudar como bolseiros. A justificação é a mesma de sempre - falta de dinheiro -, e, em contrapartida, a qualidade de ensino vai degradando-se nos últimos anos por vários motivos, dos quais, a fraca qualidade do corpo docente...
    O Ministério da Educação (MINED) não vai contratar nenhum professor licenciado este ano para leccionar nas escolas públicas do país. Os únicos 169 licenciados que passarão para o sistema já davam aulas nas escolas públicas, desde o ano passado, só que os seus salários eram pagos por um doador e o contrato com este financiador só tinha validade de um ano.
    No total, o Ministério da Educação contratou, para o presente ano, 8 500 docentes distribuídos por todas as províncias do país.
    Na verdade, dos 8 500 professores, 7 300 é que são novos no sistema, enquanto os restantes 1 200 estão a ser integrados na educação, uma vez que já davam aulas nas escolas públicas, mas os seus salários eram pagos por um doador e não pelo Orçamento do Estado. Destes 1 200 professores ora integrados, 169 são licenciados, mas nenhum  dos 7 300 novos docentes é licenciado. Ou seja, para o ano de 2012, o Estado moçambicano não contratou nenhum professor com nível de licenciatura.
    Graduar licenciados para o desemprego ou baixar de nível para ter colocação?!
    Em 2011, só a Universidade Pedagógica, UP-Sede, em Maputo, lançou para o mercado 1 906 licenciados em diversas áreas de saber. Nos últimos cinco anos, a UP-Sede graduou cerca de 5 770 professores com nível de licenciatura. Dados em nosso poder, facultados pela Direcção do Registo Académico daquela instituição de ensino superior, mostram que, só ano passado, apenas seis delegações da UP, nomeadamente, UP-Sede, delegações da Beira, Gaza, Nampula, Quelimane, e da Sagrada Família, graduaram cerca de 4 139 docentes licenciados.
    Em termos concretos, todos os 4 139 licenciados formados pela UP em 2011 não vão ter colocação como docentes nas escolas públicas do país, exceptuando os que estavam a estudar como bolseiros da Educação. Como alternativa, alguns destes quadros poderão dar aulas nas escolas privadas ou candidatarem-se às escolas públicas como “médios” ou “bacharéis”, já que o Ministério da Educação apenas contratou professores de nível básico (10a+1) os chamados DN4; de nível médio, (12ª +1), os chamados DN3 e bacharéis ou DN2.
    Situação como entrave da qualidade de ensino
    O Ministério da Educação reconhece que esta situação é constrangedora para quem quer atingir um nível aceitável da qualidade de ensino, mas diz que sem dinheiro nada pode ser feito.
    Os directores das principais escolas da cidade de Maputo, tais como Josina Machel e Francisco Manyanga, reconheceram que, nos últimos três anos, a qualidade de ensino baixou consideravelmente. Na Francisco Manyanga, o director da Escola, Orlando Dima, disse que o aproveitamento pedagógico caiu de cerca de 80 para cerca de 70 por cento.
    Enquanto isso, na “Josina Machel”, o aproveitamento caiu de cerca de 80 para cerca de 50 por cento nos últimos três anos, tal como indicou Maimuna Ibrahimo, directora daquela unidade escolar.
    Para além disso, o aproveitamento pedagógico das classes com exame, na cidade de Maputo, esteve abaixo de 10 por cento na primeira época do ano passado. Ou seja, as reprovações estiveram acima de 90 por cento.
    O director de Planificação  a nível da Direcção de Educação da Cidade de Maputo, Samuel Meneses, lamenta o facto, porque, segundo explica, “os professores qualificados são um elemento-chave para a melhoria da qualidade de ensino”, que é um dos principais objectivos do sector da Educação para o presente ano de 2012, “mas sem dinheiro nada pode ser feito”.
    Alias, o próprio ministro da Educação, Zeferino Martins, disse, recentemente, que um dos requisitos básicos para a melhoria da qualidade de ensino é ter docentes qualificados e devidamente formados. Martins defendeu, nessa ocasião, a necessidade de reforma de curricula de formação de professores em todos os níveis, bem como a diminuição do rácio aluno/professor. “Este ano, nenhuma turma da 8ª a 12ª classe terá acima de 50 alunos, como forma de melhorar a qualidade de ensino”, garantira Zeferino Martins.
    Entretanto, a directora Nacional dos Recursos Humanos, no Ministério da Educação, Celeste Onions, diz que o governo não tem outra alternativa senão trabalhar com os professores que já estão no sistema. “Só temos que trabalhar com os docentes já existentes e reorientá-los para a formação superior, de modo a que sejam reintegrados nas suas escolas de origem com melhor qualidade”, explica.

    Ministra do Trabalho expulsa administrador do MozaBanco













    Maria Helena Taipo, ministra do Trabalho
    decisão surge na sequência de “mau comportamento na relação com os trabalhadores moçambicanos, em violação dos princípios plasmados na Constituição da República e demais leis vigentes no país”.
    A ministra do Trabalho, Maria Helena Taipo, interditou, na última quarta-feira, e com efeitos imediatos, o direito ao exercício de trabalho na República de Moçambique a José Alexandre Maganinho Pinto Ribeiro, de nacionalidade portuguesa, que desempenhava as funções de administrador da empresa MozaBanco. A decisão surge na sequência de “mau comportamento na relação com os trabalhadores moçambicanos, em violação dos princípios plasmados na Constituição da República e demais leis vigentes no país”, segundo revela o comunicado do Ministério do Trabalho.
    De acordo com o mesmo comunicado, o cidadão em causa vinha proferindo palavras injuriosas aos seus colaboradores nacionais, incluindo actos de racismo e, por vezes, “obrigando-os a trabalharem até às 02h00 de madrugada sem direito a descanso, nem remuneração.”
    “Este comportamento constitui violação do princípio do direito à honra, bom nome e integridade moral”, conforme o estabelecido na Constituição da República. Por outro lado, este comportamento viola o preceituado na legislação laboral que estabelece que “o empregador deve respeitar e tratar com correcção e urbanidade o trabalhador, bem como proporcionar a este boas condições físicas e morais no local de trabalho”.

    quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

    Anadarko descobre mais gás na Bacia do Rovuma


    Prospecção de hidrocarbonetos em Moçambique.
    Em Outubro de 2011, a Anadarko anunciou que as perfurações exploratórias tinham resultado na descoberta de cerca de 10 biliões pés cúbicos de gás, reforçando a estimativa de reservas de gás natural existentes na área.
    A companhia americana Anardarko acaba de descobrir mais uma importante quantidade de gás natural, na plataforma “offshore” (em mar), Bacia do Rovuma, norte de Moçambique, onde se encontra em actividade de pesquisa de hidrocarbonetos. Trata-se da sétima descoberta deste recurso por parte da instituição, ocorrida no poço denominado Lagosta-2, tendo encontrado um total de 777 pés cúbicos de gás natural comercializáveis em várias regiões do mundo.
    “Estes resultados excelentes continuarão a apoiar as nossas estimativas de recursos recuperáveis de 15 a 30 biliões de pés cúbicos de gás natural na área descoberta do nosso bloco, bem como fornecer informações adicionais que serão incorporadas nos nossos modelos, para ajudar a determinar os planos de desenvolvimento do complexo”, avançou o vice-presidente da Anadarko, Bob Daniels, citado pelo comunicado da companhia.
    A avaliação do poço Lagosta-2 aconteceu graças à abertura de um furo de 4.335 metros em lâmina de água “offshore”-1 da Bacia do Rovuma. A Anadarko pretende preservar a Lagosta-2 para futura utilização, durante o seu programa de testes de perfuração nos complexos Windjammer, Barquentine e Lagosta.