"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



terça-feira, 20 de março de 2018

Vitória de Paulo Vahanle em Nampula: PGR nervosa!


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Vitória de Paulo Vahanle em Nampula: 
PGR nervosa!

Hesitei entre escrever ou não este post. E escrevo porque ganhou a voz deste meu outro eu, destemido e com três tomates, porque, como dizia o Comandante Che Guevara, “os poderosos podem matar uma, duas ou três rosas, mas jamais conseguirão deter a primavera inteira”.
Ora bem: após a derrota retumbante da Frelimo na intercalar de Nampula, a Procuradoria-Geral da República (PGR), com conhecimento da presidente da Assembleia da República, Presidência da República e do secretário-geral do partido no poder, fez circular um email interno no qual dizia e passo a citar: 
“Às 5:49 da manhã de quarta-feira, Nini Satar publicou no seu mural do Facebook um texto com o título 'Dorminhocos vamos votar'. Era um texto que incentivava os munícipes de Nampula a votarem na oposição. E mais uma vez, caros colegas, este indivíduo nos afrontou. Não restam dúvidas que se não fosse o conteúdo subversivo do seu texto, o nosso candidato teria saído vitorioso (…)”.

É uma pena. Foram esfarelados e agora procuram bodes expiatórios. Muitos aqui leram o meu texto. É verdade que tenho muitos seguidores, ou seja, a minha página do Facebook passou a ser de uma leitura obrigatória, mas daí atribuir-lhe essa grandeza de poder influenciar uma eleição, são outros quinhentos.
Ademais: os que leram o texto (existem os que põe likes, comentam e os que nem por isso) puderam ver que nada de subversivo trazia. Eu, Nini Satar, simplesmente incentivei os munícipes de Nampula para que fossem exercer o seu direito cívico. Não lhes indiquei em que candidato deviam votar. E mesmo se tivesse feito isso, não haveria aqui problemas. Afinal Moçambique não é um país democrático?!
Tudo o que acontece em Moçambique- sobretudo de errado- é Nini. Pensei que essa doença do pessoal da Procuradoria tinha sido curada. Afinal resiste à medicação. Se fosse ferida, estaria a gangrenar.
Esse puxa-saquismo todo é para garantirem o pão. Se foram esfarelados a culpa não é minha. A eleição foi limpinha, limpinha. Ganhou quem trabalhou. Roubam o povo e pensam que vai ficar por isso?
A Procuradoria está a imiscuir-se em assuntos que não lhe dizem respeito. Afinal, pertence ao poder judicial ou político? Isto faz-me confusão. Alhos e bugalhos no mesmo saco…
Nini Satar não é responsável pelas dívidas ocultas e nem foi ele que disse a Procuradoria para deixar de prender os ladrões que roubaram aos moçambicanos. Nini Satar tem os seus defeitos porque é humano, mas não o metam em saco roto dos camaradas. Deixem-no viver a sua vida. Opinar quando julgar necessário. Os que querem lamber as botas podem continuar. A língua é deles. Se enrijecer eles lá sabem qual será o antídoto.
Parabéns Paulo Vahanle!
Nini Satar

Deputados britânicos assinam moção contra dívidas ocultas como a de Moçambique



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Um grupo de 100 deputados do Reino Unido assinou uma petição em que exige aos bancos mais medidas de transparência face ao caso das dívidas ocultas de Moçambique, anunciou hoje o grupo promotor.
O documento "expressa preocupação com os supostos empréstimos secretos concedidos pelos bancos com sede em Londres, em 2013, para empresas moçambicanas, com garantias do governo de Moçambique e sem aprovação do parlamento", de acordo com um comunicado da organização Jubilee Debt Campaign, que advoga o cancelamento de dívidas dos países em desenvolvimento.
A moção "solicita medidas para garantir que todos os empréstimos concedidos pela lei do Reino Unido a governos ou com garantias governamentais sejam divulgados publicamente no momento em que são feitos e cumpram a lei do país em questão".
O documento é divulgado um dia antes da reunião, em Londres, do Governo de Moçambique com os credores das dívidas ocultas - no valor de dois mil milhões de dólares (1,62 mil milhões de euros).
Sarah-Jayne Clifton, diretora da Jubilee Debt Campaign, referiu que "os credores e funcionários do governo que estão nos bastidores desses acordos ultrajantes precisam ser responsabilizados por suas acções".
"O povo de Moçambique não deveria ter que pagar um centavo sobre essas dívidas secretas" e "qualquer credor que se sinta enganado deve procurar ser ressarcido pelos bancos que organizaram os empréstimos secretos", ou seja, o Credit Suisse e VTB, bem como "por qualquer pessoa que possa ter lucrado com os negócios ".
Roger Godsiff, deputado citado pelo grupo promotor, considerou " muito preocupante" que os empréstimos tenham sido concedidos "sem a supervisão parlamentar adequada em Moçambique".

"No Reino Unido, precisamos reconhecer o nosso papel neste escândalo. A Autoridade de Conduta Financeira deve utilizar todos os meios à sua disposição para manter os bancos com sede em Londres para serem contabilizados", referiu.
Ao mesmo tempo, considera necessárias "novas medidas para garantir que todos os empréstimos concedidos a governos pelas instituições financeiras baseadas no Reino Unido ou empréstimos concedidos de acordo com a lei do Reino Unido sejam divulgados publicamente".
O ministro para o Comércio Internacional britânico, Liam Fox, afirmou à Lusa em Setembro, no final de uma visita a Moçambique, que o Governo estaria disposto a ajudar as autoridades moçambicanas.
"Se nos pedirem ajuda, estaremos sempre disponíveis", disse.
O ministério dos Negócios Estrangeiros britânico não deu resposta à Lusa sobre se estava em contacto com as autoridades moçambicanas e a entidade supervisora do sector financeiro (Financial Conduct Authority) recusou confirmar a existência de uma investigação à conduta dos dois bancos.
LUSA – 19.03.2018

sexta-feira, 16 de março de 2018

A PRM NOTIFICA CIDADÃO POR NÃO VENDER ÁGUA POTÁVEL A POPULAÇÃO 2

Sinceiras desculpas aos nossos leitores e seguidores. Depois de muito tempo nos demos conta de que o post estava sem o texto. Abaixo está o artigo que descreve o cenário. De referir que este artigo näo é daqueles de ouvir falar, mas sim de factos e provas vividas pessoalmente no local.

Sim, a PRM notificou um cidadäo por três por vezes porque este negava vender água a populaçäo vizinha. Isto aconteceu no posto administrativo de Namialo, distrito de Meconta, província de Nampula. Namialo é uma localidade que está a crescer ao nivel económico e populacional, no entanto näo crescimento nem desenvolvimento humano. Esta localidade tem melhores condiçöes para ser município mais que muitas vilas municipais que temos no país. Mas porque a maioria da sua populaçäo é da oposiçäo, isto é, a populaçäo näo simpatia com e pela frelimo, continua sendo simples posto administrativo.

Bem vamos ao que nos interessa neste momento. Namialo, há muita falta de água e associada com a falta de saneamento, a cólera nunca pára de ceifar vidas. As pessoas bebem água imprópria dos poços tradicionais ou directamente do leito do rio Monapo que passa a 3kms da vida. Recentemente os cidadäos que podem economicamente abrem furos e canalizam a água e abastecem aos que podem comprar.
Foi nesta perspectiva que tudo aconteceu. Um cidadäo de boa vontade, usou seu dinheiro e abriu um furo de água na sua casa e canalizou, na sua consciencia ele devia ajudar a populaçäo vizinha dando a água sem cobrar nada. Nisto vieram os senhores chefes comunitarios para o intimidar e avisar que devia passar a vender a água porque estava a criar prejuízo nas fontenárias comunitárias pois as pessoas já näo iam lá para comprar o precioso líquido. Näo tendo dado caso, depois de alguns dias recebeu notificaçäo da PRM local. Também näo fez caso e näo se apresentou a esquadra. Passado alguns dias, recebeu a segunda e a terceira notificaçöes. Mais tarde pelas ameaças que recebia, acabou apresentando-se a esquadra e foi taxactivamente avisado que devia apartir daquele dia vender a água e caso contrário eles (PRM e Líderes Comunitárias) näo assumiriam as consequencias. Isto aconteceu no bairro Micolene.
Um outro cidadäo do bairro Mulapane sofreu a mesma intimidaçäo, mas com este eles näo tiveram sucessos pois lhes pediu que primeiro fossem a Igreja, a Mesquita e aos empresários ACAI e ARMAN e lhes mandassem vender a água que däo a populaçäo de borla e depois dai ele também iria vender água dele.
Isto para dizer que a frelimo gosta ver o povo a sofrer e a morrer a sua sorte. A cólera vai continuar a matar em Namialo näo por falta de meios mas o governo assim quer. o povo clama pelo auxilio e a frelimo responde com ainda mais castigando. Conclusäo; o leitor pode fazer....

“Desconhecidos” voltam a atacar e matar em Cabo Delgado



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Homens armados sobre os quais se supõe estejam ligados àqueles que têm vindo a realizar ataques desde 4 de Outubro do ano passado em Cabo Delgado, voltaram a atacar.
Desta vez foi na segunda-feira, 12 de Março, na aldeia de Chitolo, no distrito de Mocímboa da Praia, em Cabo Delgado.
A informação foi divulgada pela Rádio Moçambique na sua emissão de ontem. A Rádio Moçambique diz que os homens armados, chamados “terroristas” pelo Governo, “mataram uma pessoa, queimaram cinquenta casas e saquearam bens da população”.
Segundo a RM, as Forças da Defesa e Segurança já estão na aldeia de Chitolo, que fica localizada a cerca de vinte quilómetros da sede da localidade de Unango, onde ocorreu o primeiro ataque dos homens armados a uma unidade policial e da Força de Protecção de Recursos Naturais, no dia 4 de Outubro do ano passado.
Os “terroristas”, conforme o Governo os vem catalogando, já fizeram vítimas em Nangade, Mocímboa da Praia e Palma.
Recentemente, abordámos o ministro do Interior, Jaime Basílio Monteiro, para perceber se a Polícia não estava a perder controlo da situação. O ministro disse que estava tudo controlado e que os últimos ataques não foram ataques dignos desse nome, mas roubo aos residentes por parte de elementos do grupo, que luta pela sobrevivência, “porque está fragilizado”.
Recentemente, ouvimos também o embaixador dos Estados Unidos da América em Moçambique, Dean Pittman, que manifestou preocupação com os ataques, por causa do investimento norte-americano na área de hidrocarbonetos em Cabo Delgado.
Nessa altura, Dean Pittman manifestou total abertura do seu país para ajudar no que for possível.
Os ataques acontecem dias depois da visita do ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov. Durante a sua passagem por Maputo, Serguei Lavrov anunciou que a empresa petrolífera russa “Rosneft” quer investir na Área “4” da Bacia do Rovuma.
Disse também que os dois países vão reforçar a cooperação na área militar. Ao mesmo tempo, disse ser necessária a criação de uma frente combate contra o terrorismo.
“Tendo em conta a nossa cooperação no domínio técnico-militar, entendemos que a criação do grupo intergovernamental para a cooperação técnico-militar vai promover ainda mais a nossa cooperação na área militar”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, durante a sua passagem por Maputo.
Por seu turno, José Pacheco disse que Moçambique e a Rússia estão “alinhados na cooperação económica” e que o desenvolvimento económico e social precisa de ser protegido.
E acrescentou: “Passámos em revista a cooperação nas Forças de Defesa e Segurança, no que diz respeito à formação de moçambicanos nas diversas especialidades”.
No que diz respeito ao combate contra o terrorismo Serguei Lavrov declarou: “Temos as posições comuns com os nossos parceiros moçambicanos de que uma prioridade global é criar uma frente na luta contra o terrorismo. A ameaça terrorista continua vigente.
Apesar dos esforços que muitos países fazem, continua a ameaçar muitos Estados”. (André Mulungo)
CANALMOZ – 15.03.2018

Vitória da Renamo no município moçambicano de Nampula castiga a Frelimo, dizem analistas



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Analistas políticos consideram que a vitória do candidato da Renamo no município de Nampula é um castigo para o partido no poder no país, a Frelimo, pela crise económica e falhanço de políticas.
A emissora pública Rádio Moçambique (RM) coloca em vantagem Paulo Vahanle, candidato da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição.
Vahanle soma 55,8% de votos, contra 44,5% de Amisse Cololo, da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), quando faltam verificar os votos de 60 das 401 mesas.
Na noite de quarta-feira, o Centro de Integridade Pública (CIP) adiantou com base na contagem acompanhada por observadores que o candidato da Renamo ganhou a segunda volta da votação com 58% dos votos, enquanto o candidato do partido no Governo obteve 42%.
Em declarações à Lusa, Fernando Lima, analista político, afirmou que o triunfo de Paulo Vahanle é um castigo para o Governo central pela crise económica que o país enfrenta.
"Mais do que simpatia pela Renamo, trata-se de um voto contra a Frelimo pela dramática situação económica em que o país está mergulhado e que tem sido muito associada ao escândalo das dívidas ocultas", declarou Fernando Lima.
A eleição de Paulo Vahanle também demonstra que quando a oposição se une pode conseguir resultados interessantes, dado que o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido, declarou apoio à Renamo.
"O apoio do MDM pode ter tido o seu peso, mas é um peso que deve ser relativizado, porque o candidato da Renamo conseguiu na segunda volta um resultado superior aos votos que a Frelimo e o MDM obtiveram na primeira volta", assinalou Fernando Lima.
O analista considera que a vitória em Nampula pode significar o regresso da Renamo à governação em vários municípios no Norte, quando o país realizar a 10 de outubro as quintas eleições municipais nas 53 autarquias.
"Nampula, como um importante centro eleitoral, pode dar um grande ímpeto ao eleitorado nas zonas tradicionalmente favoráveis à oposição", frisou.
Por seu turno, Juma Aiuba, analista político residente em Nampula, considera que o voto a favor da Renamo revela a desilusão do eleitorado em relação à pobreza urbana e ao desemprego, bem como a crença numa mudança de rumo.
"Há muita pobreza urbana e muito desemprego e o eleitorado jovem culpa a Frelimo por isso, mas também há este desejo de manter a oposição no poder em Nampula, depois de alguns avanços conseguidos pelo anterior edil", disse Mahamudo Amurane.
A manutenção do poder pela oposição em Nampula, prosseguiu Juma Aibua, desafia Frelimo a redefinir-se e a reorganizar-se para um novo contexto, porque o eleitorado mudou muito e é cada vez mais heterogéneo nas zonas urbanas.
"É um erro confiar-se no voto étnico nas zonas urbanas, porque a população, nessas regiões, muda muito rapidamente, devido à exposição a outras realidades", assinalou.
Com a vitória em Nampula, a Renamo volta a governar uma autarquia, o que não acontecia desde 2013, quando boicotou as quartas eleições autárquicas.
A primeira vitória da Renamo em municípios aconteceu em 2003, quando conquistou vários conselhos municipais do Norte e depois de ter boicotado a votação de 1998 nas primeiras autárquicas na história do país.
O município de Nampula era dirigido desde 2014 por Mahamudo Amurane, autarca assassinado em outubro de 2017, num crime que ainda está sob investigação e que levou à eleição intercalar realizada na quarta-feira.
LUSA – 15.03.2018

«O SEGREDO DO PAULO VAHANLE, NÃO FOI "SUPLICAR" VOTOS AO POVO, MAS SIM, SEDUZIR-LHES A ALMA E O CORAÇÃO, PARABÉNS E QUE SEJAS BEM SUCEDIDO, NESTA DOCE & GRATIFICANTE MISSÃO, COM FOGO NA BAÍA»



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A verdadeira política que, a Renamo ensina aos seus membros, instruí que, mesmo triunfando, não se é o melhor.
Mas que se deve saber convencer, ao digníssimo povo, que lhe confiou o poder, com enorme responsabilidade, depois duma estrondosa vitória, de que doravante, se habilitará a manter, os pés bem as- sentes no chão.
Admitindo que o seu procedimento, será no futuro, 1º servir o povo, em 2º impor disciplina no staff da edilidade, cuja gestão deverá ser transparente, com contas equilibradas, com projectos honrados, sem as criminosas e célebres derrapagens e, será tudo livre da corrupção e, em seguida no 3º passo, se auto-expurgará do egoísmo, da ganância e da arrogância e,  transformando-se num simples operário exemplar, até ao fim do mandato, com toneladas de humildade no coração.
VLITOS COMANDANTE SUPREMO 01 02 2017   1_nÉ este o fogo na baía, que sua excelência presidente e, louvado senhor Afonso Dhlakama e, os fiéis e heroicos rangers, estão empenhados a transmitir, desde a 1º hora e, hoje embora, encurralados e exilados na sua própria pátria, no cimo da serra da Gorongosa, "o berço da democracia nacional", vivem segundo a segundo, dia a dia, meses a meses e  anos a fio, no frio, no calor, bebendo água inquinada, a fome e mudando 3 a 4 vezes de lugar, para de noite ao dormirem, não serem "savimbizados", são o protótipo e o paradigma,  enfim duns  simples instrumentos, destinados a  servirem  o povo, para  atingir a  meta da democracia genuína, um sonho dos 28 milhões, com  4 décadas.
Em 14 de março de 2018, Nampula foi o pontapé de saída e, início da grande caminhada, até as perdizes porem ninho, no palácio da ponta vermelha e, se assistir na baía da cidade de Maputo, uma enorme labareda, de fogo de artifício, o famoso e vitorioso "fogo na baía"...
Bem haja povo de Nampula, congratulações e um grande abraço, dos 28 milhões.
Foi tremendamente sublime e bonito, ver a forma ordeira e civilizada, com que o nosso povo, esbofeteou e esborrachou, com ferros, pás. Paus, chapadas e pontapés, que por simples palavras de paz, tudo se traduziu, em meros votos, que utilizaram como arma, com que  vergaram os maçarocas fraudulentos e, até os derrotarem, destemidamente com olhos nos olhos foi o retrato dum povo determinado, controlado pelo seu líder Afonso Dhlakama, por telepatia desde o “berço da democracia nacional”, foi o retrato que o mundo inteiro testemunhou, através do povo de Nampula (moçambicano) e, neste  momento já com o diploma “honoris causa” certificado, o povo, provou que atingiu a maioridade e, é merecedora da “implantação definitiva da democracia genuína”.
Ninguém jamais nos poderá, colar ao nosso nome, epítetos de violentos.
A Renamo no dia 14 de março de 2018, sob a batuta do nosso timoneiro indiscutível, presidente Afonso Dhlakama, deu um “show” de democracia, valentia e determinação, indicando aos cépticos de todo o mundo, o rumo que quer trilhar, finalmente depois de 480+42 anos, de asfixiamento e escravatura.
Vamos continuar a utilizar, a arte da bomba atómica, do povo nesta era da globalidade: “o voto”!!!
Voltaremos a fazer isso mesmo, em outubro de 2018 e finalmente em 2019.
Até breve e, usufrua do seu novo empregado e serviçal, disciplinado presidente Paulo Vahanle, hoyeeeeeeeeeeeee….viva Moçambique, viva o povo de Nampula, viva a renamo, viva o presidente Afonso Dhlakama, vivam os fiéis e heróicos rangers
Obrigado pela alegria, respeitoso e meritíssimo povo de Nampula, maningue e maningue kanimambo!!!
VLITOS, 15/03/2018

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

AINDA SOBRE O JULGAMENTO ENCOMENDADO DO ZÓZIMO


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Há muita bandidagem na justiça moçambicana
A juíza Flavia Vasco Mondlane, do TJC MAPUTO, que condenou fraudulentamente o réu Zofimo Muiuane a 48 anos de prisão maior (vou eplicar mais abaixo porquê 48 anos) e 50 milhões de meticais que confundiu com 50 mil meticais que estão na conta do pobre réu, acaba de cometer grande grande crime....
Eu já disse que esta juíza é gângster e tem que ser presa....
A juíza Flavia tirou secretamente e mandou destruir o documentos de identificação sul africana, com pseudônimo de "WASHINGTON DUBE", pertencente a Zofimo Muiuane por que está ciente de que o TRIBUNAL SUPERIOR DE RECURSOS, OU TRIBUNAL SUPREMO, onde o réu meteu o recurso, vai pedir exame grafológico dos caracteres daquele documento para apurar a autenticidade.
A juíza Flávia disse discretamente oficial de diligências que :
"Se descobrirem que aquele documento não é falso, será o meu fim, por isso destrua completamente o documento físico, para não deixar rastos..."
Unay Cambuma desafia a toda justiça Moçambicana a pedir a juíza Flávia Mondlane para apresentar aquele documento de identificação físico e não fotocópia... e não apresentar deve sentar no banco dos réus para responder por este crime que condenou fraudulentamente aquele pobre jovem.

Naturalmente o Zofimo merecia alguma condenação mas não com uma pena tão injusta e catastrófica.
Esta juíza fez também pacto com o mesmo diabo do Guebuza. Vejam que na leitura da sentença, ela foi capaz de cometer o erro de dizer que o réu não prestou socorro a vitima enquanto no tribunal, os seguranças do Guebuza, a babá e o irmão do réu, todos confirmaram que o réu prestou socorro.
O Zofimo pediu capulanas e ajudou a carregar a vitima para o carro e ele foi ate ao hospital, no ICOR com a vítima e é lá onde foi preso. Como se explica isto juíza de direito ou educação física?
Esta juíza disse na sentença que quando os seguranças da Guebuza e o irmão do réu chegaram na casa, o réu estava em pé ao lado da vítima e que o normal o réu devia estar de joelhos a chorar e acarinhar a esposa que tanto amava...
Dona Flavia, onde esta escrito a norma que devia ser como você diz ?
Deve estar escrito no jornal "Público", que o advogado Alexandre Chivale usa para escarnecer o réu .
A dona Flavia também disse na sentença que o reu afastou a vitima do local onde foi baleada para alterar o cenário, hawena juíza é de onde você ??!
O réu disse que tentou carregar a vítima mas que depois perdeu a forca e deixou no chão.
A dona Juíza fala como se estivesse estado lá naquele dia fatídico.
O zarolho advogado Alexandre Chivale e sua escumalha ISALCIO MAHANJANE insistem no lixo do jornal Público sobre existência de silenciador na pistola e eu sei que esta hipótese foi descartada pelos balísticos logo no inicio do processo mas como o desespero já bateu a porta não sabem o que inventar mais
Eu a conselho a juíza Flávia Mondlane a fugir do país como fez aquela juíza do caso Rofino Licuco, que fugiu para Lisboa, faça o mesmo enquanto é cedo porque a justiça tarda mas sempre chega e se a justiça humana falhar existe a divina que é infalível.
A juíza Flávia Mondlane condenou o réu a 48 anos porque a lei diz que 1 ano de prisão corresponde a 2 anos de prisão.
Aquela juíza condenou fraudulentamente ao réu 24 anos de prisão efectiva, que significa sem direito à liberdade condicional o que multiplicando por 2 são 48 anos de prisão e mais 50 milhões de meticais. Mas povo Moçambicano, de verdade de verdade quem é esta juíza?
Unay Cambuma continua a investigar o marido dela, o corrupto de nome Délio Ofinar chefe de gabinete de ministro da justiça. O conselho superior da Magistratura Judicial onde Alexandre Chivale ISALCIO MAHANJANE são membros deve agir com urgência contra esta Juíza para garantir alguma credibilidade a nossa justiça putrefacta, parafraseando o Nini Satar.
Trarei mais noticias actualizadas sobre este caso mas devo desde já informar a juíza Flávia que comprometeu irreversivelmente o futuro da sua alma.
Eu advertia com veemência mas o dinheiro do mostro Guebuza falou mais alto.
Unay Cambuma