"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Primeiro-ministro moçambicano diz que Estado impôs ordem no norte do país

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Palma_Tembo1O primeiro-ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário, disse hoje que as autoridades conseguiram impor a ordem e segurança públicas na Mocímboa da Praia e Palma, face aos ataques este mês por um grupo armado a alvos da polícia.
"A ordem e segurança públicas foram repostas e a vida voltou à normalidade", declarou Carlos Agostinho do Rosário, falando na Assembleia da República, durante as sessões de perguntas dos deputados ao Governo.
O primeiro-ministro moçambicano assinalou que os acontecimentos de Mocímboa da Praia constituíram uma ameaça à estabilidade social e económica da região.
"Os ataques ocorridos nos distritos de Mocímboa da Praia não nos devem desviar dos esforços que temos vindo a empreender para o alcance da paz definitiva", acrescentou Carlos Agostinho do Rosário.
As Forças de Defesa e Segurança, continuou, devem ser encorajadas a intervir prontamente na restauração da ordem, tranquilidade e segurança públicas face a ações subversivas.
"Estas ações das Forças de Defesa e Segurança têm sido complementadas pelo reforço do papel das autoridades locais na intensificação da vigilância e denúncia de atos que possam pôr em causa a estabilidade do país", frisou Carlos Agostinho do Rosário.
Falando na mesma sessão, o ministro da Justiça de Moçambique, Isac Chande corroborou os números já conhecidos do rescaldo dos ataques, apontando a morte de dois polícias e de 14 supostos atacantes e o ferimento de cinco polícias.
Na sequência dos ataques, encontram-se detidas 73 pessoas, incluindo sete mulheres.
"Estes ataques devem merecer uma veemente condenação e repulsa porque são um ataque ao Estado de direito e o Estado moçambicano não pode tolerar este tipo de ação", acrescentou Isac Chande.
Populares ouvidos por diversos órgãos de comunicação social, incluindo a Lusa, afirmam que os atacantes não querem a venda de bebidas alcoólicas e as escolas do Estado.
Os residentes de Mocímboa da Praia referem ainda que as autoridades já tinham sido alertadas sobre a movimentação de pessoas que pregam um islão mais radical e diferente do que sempre foi professado na região.
LUSA – 01.11.2017
NOTA: Notícias de última hora dão indicação de o acampamento da Anadarko em Palma ter sido hoje totalmente abandonado.
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE

SELO: Não ao ProSavana e às políticas que não respondem às necessidades dos camponeses* - Por Movimento Não ao ProSavana

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Reuniram-se na Cidade de Maputo, na III Conferência Triangular dos Povos organizada pela campanha Não ao ProSavana nos dias 24 e 25 de Outubro de 2017, cerca de 200 pessoas dentre as quais camponeses, camponesas, representantes de movimentos sociais, organizações não-governamentais, organizações de fé, académicos, estudantes, activistas, pessoas de boa-fé e membros da Campanha Não ao ProSavana dos três países (Moçambique, Brasil e Japão) com objectivo de reflectir de forma profunda e democrática o modelo de desenvolvimento de Moçambique.
A conferência decorre num contexto em que o governo de Moçambique tem priorizado o modelo de desenvolvimento assente no sector privado particularmente “parcerias público-privadas” que, consequentemente, tem suscitado a entrada e implementação de grandes investimentos, nacionais e estrangeiros nos sectores de agricultura com foco para o agronegócio, mineração e hidrocarbonetos nos principais corredores de desenvolvimento.
Nós, povos articulados na campanha Não ao ProSavana e demais participantes analisamos e discutimos a conjuntura nacional e constatamos o seguinte:
1. A priorização e insistência em políticas e programas não inclusivos que não respondem as necessidades, desafios e vontade da classe camponesa;
2. Entrada massiva de investimentos privados para as áreas de agronegócio, com enfase para o ProSavana, PEDEC, a Nova Aliança para a Segurança Alimentar e Nutricional, Programa de desenvolvimento do corredor logístico de Nacala e o programa Sustenta. Estes têm como foco principal a produção em grande escala de monocultivos, maioritariamente comodities para fornecer ao mercado externo.
3. Os programas em curso e propostos têm promovido o uso de sementes melhoradas em detrimento das sementes nativas e do modo de vida camponesa.
4. A maior parte dos projectos são implementados nos territórios dos camponeses justificados e validados por consultas públicas deficientes e contestadas. Outrossim, desvalorizam e desrespeitam os valores e patrimónios culturais (cemitérios e lugares sagrados, lugares de sepulcros) dos povos.
5. Existência de inúmeros casos de conflitos e usurpação de terra nos territórios dos camponeses por parte de grandes investimentos de agronegócio incluindo o ProSavana. Estas práticas têm suscitado a deslocação involuntária de camponeses e comunidades rurais.
6. Ocorrência de ameaças por autoridades locais, coaptação e marginalização de camponeses e líderes dos movimentos sociais que se opõem ou que apresentam opinião contrária sobre o ProSavana.
Face às constatações acima referidas, nós os povos de Moçambique, Brasil e Japão presentes nesta Conferência demandamos e denunciamos:
1. Rejeitamos o modelo de desenvolvimento excludente e discriminatório baseado no agronegócio que nos é imposto, por entender que este modelo tem como base a expansão e acumulação de capital por parte dos grandes investidores e assenta-se na produção de lucro e não no bem-estar dos povos.
2. Exigimos o respeito pela cultura e saberes da classe camponesa;
3. Exigimos um processo de discussão e criação de um plano de agricultura camponesa, da base para o topo, onde terão de ser discutidos os desafios, necessidades e expectativas dos camponeses e camponesas e assim formulado o Plano.
4. Exigimos que o governo de Moçambique e os seus parceiros respeitem a Constituição da República e demais leis vigentes no país.
5. Reiteramos a nossa posição Não ao Programa ProSavana e programas similares, em curso nos seis principais corredores de desenvolvimento, pelo modelo que representam e pelo modo em que foram concebidos e impostos ao povo moçambicano.
6. Camponeses, camponesas e demais participantes recusam uma vez mais a implementação do programa Prosavana.
7. Encorajamos o governo de Moçambique a apostar na agricultura camponesa que é o garante da soberania alimentar proporcionando entre outros, incentivos para os camponeses aumentarem a sua área de produção, a sua produção e produtividade com intervenções específicas como serviços de extensão agrária, acesso ao mercado e acesso a infraestruturas produtivas.
8. Reafirmamos a nossa determinação em fortalecer a luta pela defesa dos nossos patrimónios, tornando-os a única via para garantir a soberania alimentar.
9. Exigimos ao governo de Moçambique para que aprove políticas e estratégias que encorajem e apoiem os camponeses a usar as suas sementes nativas e a manter os seus sistemas locais de produção.
10. Repudiamos a intenção do governo de Moçambique e de parceiros de cooperação (USAID, Melinda & Bill Gate Foundation, RockFellers Foundation entre outros) de introduzir o uso de sementes geneticamente modificadas em Moçambique.
11. Encorajamos o governo a observar escrupulosamente a Lei de Terra e o Artigo 109, alínea 3 da Constituição da República e garantir a sua implementação. Adicionalmente, repudiamos a recente aprovação do decreto que prevê a revisão da Lei de Terra para acomodar interesses capitalistas.
12. Enquanto povos continuaremos a lutar em defesa dos bens comuns, a estabelecer alianças de solidariedade com povos de outras nações, e a debater colectivamente as alternativas ao modelo de desenvolvimento imposto.
Finalmente, estendemos o nosso convite e apelo a todos os movimentos sociais, organizações da sociedade civil, comunidades rurais e todos os cidadãos em geral para uma ampla mobilização, engajamento e organização de uma frente comum de resistência a este modelo de desenvolvimento em que se assenta o agronegócio e a construir o modelo alternativo assente no bem-estar das pessoas. Enquanto povos unidos continuaremos engajados na luta contra as desigualdades, contra todas as formas de injustiça e de descriminação bem como na defesa dos nossos direitos e interesses relativos ao acesso e controlo de terra, sementes nativas, água, florestas, ar, bens e património culturais e históricos comuns.
*Título da responsabilidade do @Verdade
Por Movimento Não ao ProSavana
@VERDADE - 31.10.2017

ZECA CALIATE, A VOZ DA VERDADE - Esclarecimento a Viriato Caetano Dias, pela nota* publicada no seu artigo que aparece no WAMPHULA FAX nº 2941, de 17.10.2017, pag.5:

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Meu caro Viriato Caetano Dias, em resposta ao seu artigo publicado no Jornal Wamphula Fax, de 17 de outubro de 2017, Edição número 2941, referente à sua ´´NOTA`` que passo a citar:
O menino Viriato diz desconhecer as reais motivações que levaram à deserção do Sr. ZECA CALIATE, DA FRENTE DE LÍQUIDAÇÃO DE MOÇAMBIQUE (FRELIMO) assim como (...) o que me causa estranheza não são os seus comentários incendiários, diz-se que uma criança só lança peido quando está saciada... mas sim o seu silêncio em explicar porque motivo se juntou à ´´Potência`` opressora e não ao Vaticano, um território ´´Sagrado`` onde todos se consideram filhos do mesmo?.
Pois bem menino Viriato, a minha resposta em relação às suas dúvidas é a seguinte, mas antes disso deixe que lhe faça umas pequenas perguntas pertinentes para que não lhe saiam mais FLATULÊNCIAS de sua boca:
  1. Qual foi a sua contribuição para com Moçambique em relação à Independência da mesma?
Seguramente nenhuma, pois na altura o menino Viriato ou ainda seria um projecto de vida de seus progenitores ou talvez andasse já de fraldas a comer tseke e carapau nos seus primeiros tempos de vida...
  1. Como é que o menino Viriato aceita cegamente as manipulações do monopartidarismo e se sujeita a ser projetado como ponta de lança da maior organização criminosa da África Austral - Frelimo, contra os seus compatriotas?
Também creio ter essa resposta...o menino é fruto dessa mesma organização de comunas assassinos...
  1. Por simples bajulamento para saciar os seus interesses pessoais... ´´tónica desse organização terrorista``, aceita viajar nas carruagens da frente, de um comboio onde a palavra de ordem é eliminar tudo o que se oponha à linhagem do gamanço Frelimista?
  1. Não seria bom que deixasse passar o comboio da morte e esperasse alguns segundos que lhe permitissem apanhar o próximo comboio que é o da PAZ e de DEMOCRACIA?
  1. Não seria prudente o menino que se diz Jornalista ( mas deixe-me que lhe diga que dá grandes cacetadas na gramática para quem se diz jornalista) se preocupasse mais em investigar e divulgar a podridão do Partido de canalhas assassinos que criam grande resistência para manter o nosso País na lama?
  1. Recentemente, todo um povo, mais uma vez assistiu e chorou por mais um assassinato levado a cabo pela Frelimo ASSASSINA com a conivência de uns ratos sem escrúpulos que pululam noutras forças políticas, do EDIL de NAMPULA AMURANE. O menino como Jornalista, por acaso colaborou com jornalismo sério de investigação com as autoridades para desvendar e/ou capturar o verdadeiro criminoso?
Também creio ter essa resposta... pois as autoridades e o seu jornalismo manhoso andam de mãos dadas, e como as autoridades são o Comité Central da NARCO FRELIMO, está tudo dito...certo menino Viriato???
  1. O menino Viriato, por acaso já se deslocou a Mocímboa da Praia, para investigar e por a nú a realidade das lutas titânicas que por lá decorrem entre as forças do GUEBAS e a ala Maconde? Dúvido muito menino... Sendo assim, porque é que o menino se preocupa tanto com questões de verdadeiro PATRIOTISMO, quando o menino não tem esse mesmo sentimento patriótico quando caminha ao lado dessa gente desclassificada que continua a matar o seu próprio POVO em prol da ganância selvagem???
O meu nome é Zeca Caliate Maguaia, dei a minha vida por esse movimento de libertação desde o ano de 1963 e fui o comandante criador do 4º sector da frente de Tete às ordens da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), até ao ano de 1973. Em Junho desse mesmo ano escapei à intenção da Frelimo em me assassinar, numa clara estratégia tribal dos membros loucos e selvagens dentro do movimento oriundos do Sul do País, pelo simples facto de ter nascido no lugar errado, o que poderia vir a ser uma ameaça futura na organica militar que aqueles canalhas tinham em mente e que infelizmente viriam a implementar, para protegerem os sucessivos saques, desmandos e assassinatos que regem os estatutos desse agora partido, até aos dias de hoje.
Menino Viriato, não vou entrar em pormenores consigo sobre o meu percurso de vida durante a luta de libertação, pois numa tentativa dissimulada própria de um menino de côro, o menino finge não conhecer a minha biografia e o meu percurso político militar, e os reais e nobres motivos que me obrigaram a largar esse Partido de gentinha desclassificada e assassinos dos Moçambicanos.
Menino Viriato, leia a minha obra literária sobre as minhas memórias editadas em 2014, com o título: ´´ODISSEIA DE UM GUERRILHEIRO``, e nele poderá extrair as respostas às suas inquietações em relação à minha pessoa.
Não podia terminar este artigo de repúdio às suas afirmações sobre a minha pessoa, sem deixar de referir que as minhas palavras, não são meros comentários de um pirómano ou incendiário tal como você faz referência no seu teor. São palavras verídicas de um combatente que durante os dez anos do conflito armado encetado pela Frelimo contra o regime colonial em prol da Independência Nacional e a emancipação do povo Moçambicano e que tenta dar a conheçer aos cidadãos do nosso belo País muitas verdades sobre uma história muito mal contada por aqueles que nos desgovernam até aos dias de hoje.
Sempre estive na primeira linha de combate no frente-a-frente contra o inimigo, acompanhado dos meus bravos companheiros de luta e lá perdi toda a minha juventude em prol de um sonho que nos movia e que afinal se tornou num pessadelo, pois a intenção de uns quantos canalhas era apenas e só ficar no lugar do colono. Mais cedo ou mais tarde esses desclassificados serão responsabilizados num Moçambique com um amanhã DEMOCRÁTICO E JUSTO.
A UNIDADE NACIONAL SOMOS NÓS QUE A TEMOS QUE CRIAR E AS FORÇAS OPRESSORAS VÃO TER QUE SE SUJEITAR A ESTA REALIDADE QUER QUEIRAM QUER NÃO.
MAIS UMA VEZ QUERO CHAMAR A ATENÇÃO aos LEAIS, HONESTOS, CONFIÁVEIS, DEDICADOS, CONVICTOS, VALENTES E VERDADEIROS RESISTENTES ...FUNGULANI MASO... TRAIDORES JÁ IDENTIFICADOS, sempre existiram em partidos políticos e a Renamo não é EXCEPÇÃO.
As eleições autárquicas 2018 e as gerais em 2019 são a nossa próxima grande oportunidade de correr com a canalhada comunista da frelimo se a coisa não descambar novamente para o conflito armado, por isso preparem-se bem, pois haverá muito dinheiro a rolar para os mais ganânciosos e com sede de PODER, e esta chamada de atenção é para dentro do meu Partido Renamo. Cuidado Presidente Dhlakama...a hienas andam por todos os lados... A ocasião faz o ladrão... já dizia o ditado.
Meus irmãos Moçambicanos, relembro-vos em consciência, a todos os resistentes a este regime sanguinário inconsequente, que enquanto as chefias radicais assassinas desse partido Frelimo não forem capturadas e encarceradas, o povo nao terá liberdade e sempre haverá alguém para enviar os ``cães de caça do regime`` para vos perseguir, agredir e eliminar.
FUNGULANI MASSO, lembrem-se bem, QUEM NÃO LUTA PERDE SEMPRE, A LUTA É CONTÍNUA.
 Uma vez Resistente, Resistente até Morrer  
 General Chingòndo, um dos sobreviventes da Teia do Mal
27.10.2017
 *Sob o título: “MANUEL DE ARAÚJO SERÁ UM CANDIDATO INVENCÍVEL EM QUELIMANE” em http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2017/10/manuel-de-ara%C3%BAjo-ser%C3%A1-um-candidato-invenc%C3%ADvel-em-quelimane.html
(Recebido por email e enviado ao Wamphula Fax em 27.10.2017 e ainda não publicado)

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Basta da religião do silêncio! *

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Canal de Opinião por Salomão Muchanga
Estamos avançando um trabalho de posição de ideias e de fertilização da luta pela liberdade e direitos humanos.
Este Fórum Aberto dos Defensores dos Direitos Humanos quer comunicar à sociedade moçambicana e à comunidade internacional a urgência de se investir na defesa dos direitos humanos, impulso empolgante, força vibrante e inquebrantável dos percursores da liberdade.
Perante:
  • perseguições;
  • censura;
  • controlo ideológico;
  • sevícias;
  • exclusão;
  • desaparecimentos;
  • baleamentos;
  • assassinatos e,
  • manifestações repelidas por blindados e cães…
É dura, quando não aterrorizante, a situação dos Defensores dos Direitos Humanos.
Mas porque acreditamos na cultura da experiência e liberdade de expressão, a questão é como continuar a luta; como formar a consciência crítica sem entrar no ciclo da amargura e das lamentações.
Esta parceria confere-nos uma oportunidade para fazer uso do “Freedom House – Led Programa de Apoio e Assistência de Emergências” para garantir a segurança, realocação e outras formas de assistência aos defensores dos direitos humanos em Moçambique.
Não podemos continuar neutros: na teoria deles, onde a palavra não entra a bala fura. Falam de libertação mas a sua pedagogia é a dominação.
Vivemos um sistema que tolera e aprova o baleamento de um cidadão que emite a sua opinião mas o mesmo sistema admira a esperteza de um político que baralha biliões em nome do mar. O sistema honra essa pessoa. “How come?”
Não podemos continuar neutros!
Quando a crítica é considerada subversão; quando a corrupção é companheira do dia-a-dia; quando as dívidas ilegais geram fome e miséria;
Quando o regime vai dividindo o bolo ainda no forno; quando temos sonhos adiados e rendimentos hipotecados…
Não podemos ter medo de partir:
  • quando as vítimas são responsáveis por serem vítimas e;
  • quando os pobres são pobres porque querem.
Temos de escolher entre estar na minoria dos privilegiados ou na maioria excluída e embrutecida.
Não podemos estar neutros!
Toda a acção, pequena que seja, é transformadora se partir de uma visão estrutural da sociedade, com engajamento sério, consequente e vibrante pois o engajamento construtivo é a garantia para não ficar apenas em palavras, em discurso estéril.
Também devemos contar com os amigos da liberdade e dos direitos humanos e lembrar-lhes que temos no país “bons pintores mas que não podem fazer boa pintura com pincéis danificados”. Saudamos assim a Freedom House por esta parceria.
Empolgamo-nos com as liberdades democráticas por isso lançamo-nos a esta iniciativa de direitos humanos em 2 componentes:
  • hospedar um Fórum dos Defensores dos Direitos Humanos (FDDH) que ligue activistas ao longo do país, usando uma abordagem estratégica para unir actores que actuam isoladamente na salvaguarda dos direitos humanos;
  • construir capacidades e elevar a consciência de direitos nas áreas rurais, peri-urbanas, vilas e postos administrativos de Montepuez, Barué e Chókwè, nas províncias de Cabo Delgado, Manica e Gaza respectivamente, numa fase-piloto, através de acções de educação democrática com vista a empoderar novos e existentes defensores de direitos humanos e, a informar as comunidades locais sobre os seus direitos e liberdades fundamentais.
Este espaço é nosso pelo que o contributo, as ideias e as abordagens de cada um são indispensáveis à luta colectiva; porque nenhuma mente isolada poderá vencer esta luta.
A meta é, por um lado, termos os defensores dos direitos protegidos a trabalhar em rede, em ajuda mútua e solidária, com apoio para a sua assistência; e, por outro, desenvolver nas comunidades a cultura e valores da paz e direitos humanos com enfoque para mulheres e jovens.
Basta da religião do silêncio. Insistimos aqui que a meta é transformar habitantes em cidadãos.
Lembremo-nos sempre: a liberdade tal como se conquista também se perde, e os direitos humanos por si só não se defendem.
* Intervenção do presidente do Parlamento Juvenil, Salomão Muchanga, no lançamento do Fórum dos Defensores dos Direitos Humanos.
Título da responsabilidade do Canalmoz.
CANALMOZ – 31.10.2017

A GLOBALIDADE DISSE: SALAMALECO, À FRELIMO E AGORA? QUEM É + TERRORISTA??

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VLITOS COMANDANTE SUPREMO 01 02 2017   1_nMeus Compatriotas e Senhores Diplomatas:
Quando se receia que, a “resposta musculada” do exército dum País Independente e Soberano, em cumprimento dum dos preceitos consagrados na Constituição, que é honrar o princípio de salvaguardar, a segurança da População e bens, contra intimidações, que violem a autoridade e a Paz Social, em vias de lograr brindar-nos, com um dos flagelos da Era Global, “o terrorismo Global Islamizado”.   Atenção! Não Islâmico…
Na condição de se pôr em causa, o modo violento, com que o exército for responder, às convulsões encomendadas, para nos perturbar, então  chegamos à triste conclusão, que como sempre nestas ocorrências, existem segmentos internos, munidos de controle remoto, para indirectamente, darem acessoria e hospitalidade, aos extremistas Globais, para marcharem vitoriosos, cantando e rindo, pelo País abaixo e acima, sem moléstias.
Ouvindo estes comentários, sem a reacção do Governo Central e, conhecendo a imperícia, das forças de segurança, sem táctica nem técnica, sabe-se que,  em caso de turbulência,  com rapidez agitam a bandeira, da brutalidade (esquadrões de morte).    
Assim, propomos aos lideres Frelimistas, a observarem as normas Internacionais, para que as  Instâncias Globais, que são financiadas pelos regimes Islâmicos, como o Turco, Saudita e o “Islamik Bank”, sediado em Dubai, não tenham a chance, de encurralar o Governo Moçambicano, evocando conceitos do foro, dos Direitos Humanos e,  Liberdades básicas, dos Cidadãos Muçulmanos inssurectos.
Os Turcos, Sauditas, Paquistaneses e Somalis, são bajulados pelos altos quadros e o regime, que vivem em constante  salamalecos de vassalagem. Melhor dizendo, a Frelimo deve iniciar um diálogozinho, com os sublevados, para ganhar tempo e, perspicazmente solicitar ao Presidente da RENAMO, a dispensa dum punhado de valentes RANGERS, com classe de autênticos Rambos Nacionais, disciplinados e altamente eficientes, ultrapassando os capacetes azuis, que ganham a peso de ouro.  
Conclusão:
Os RANGERS, sob orientação ultra competente, do seu amado Líder, irão a Mocímboa da Praia e, ao raio que o parta, efectuarem uma limpeza geral, prendendo os malfeitores vivos, para serem apresentados, numa conferência de imprensa Internacional.
República de Moçambique, a nossa digníssima Pátria, poderá contribuir cooperando, no desmascaramento de forças ocultas, por trás da realidade Islâmica que, já se situam no nosso território.     A Doutrina Islâmica, está em Moçambique, desde a era Pré-Cristiánica e, nem no tempo Colonial, jamais se registou, algo que fosse nefasto, para a População e, meio ambiente. 
Tal como cohecemos, os Mahometanos em Moçambique, são inspirados pelo seu Respeitoso e Meritíssimo Profeta, Louvado e Senhor MUHAMMAD, que fou Iluminado Divinamente, para ensinar a Fé, aos seus seguidores, cujas Leis Canônicas, se fundamentavam na Paz, Harmonia e Irmandade Universal.
Sabemos quem radicaliza quem, tudo provém do Wahabismo Saudita, da Turquia, do Paquitão e Somália, que são o actuais paraísos e, academias de aprendizagem, do terrorismo Global e, outros que usando o nome desses Países, sujam a essência da Religião Islâmica e, também desonram o objectivo Devocional, das pessoas com o cumprimento de rituais que, não estão regulados, nas páginas do “SAGRADO ALCORÃO”.
Trucidemos de vez,  as intrigas da Era Global, porque o nosso Povo, os 27 milhões, são todos adeptos e, venerantes de múltiplas Doutrinas, como as Crenças Populares Africanas, do Cristianismo, do Mahometanismo, do Hinduísmo e, doutros Cultos.
Em Moçambique, a pluralidade Devocional, gerou há Séculos, com naturalidade, a diversidade cultural, que une e, harmonicamente equilibra o Povo, pelo Tribalismo Nacional denominado «MOÇAMBICANIDADE», que se inspira nas Leis da Constituição Nacional e, será acrescida pela  genuína Democracia, que se encontra em construção, para  acrescentar mais Justiça Social, Serenidade e Bem-Estar, ao mosaico de Povos, constituídos pelos Bantus, Europeus, Indianos, Chineses e Mestiços, que se confraternizam cruzando o sangue, a gastronomia e os idiomas, assim se associando em cumplicidade e, relação de parentesco Nacional .
Um Povo nestas circunstâncias, jamais se deixa radicalizar, por tuta e meia e, com falsidades catastróficas, que depois da queda do murro de Berlim, o Wahabismo (corrente Religiosa fundamentalista do Islamismo), ambiciona potenciar-se, como a corrente filosófica, dominante do Mundo Muçulmano.
Assim, os Líderes Wahabistas, apressadamente vestiram o fato macaco, e nesta Era Global do Século XXI, pretendem substituír, a obsoleta Guerra-Fria, com base num esquema político sujo, que além de horrorizar os Povos, se servem do nome do DEUS-PAI, OMNIPOTENTE, OMNIPRESENTE, OMNICONCIENTE, PROVIDENCIOSO, TODO-PODEROSO, a quem chamam “ALLAH HO AKBAR”, com a vilipendiação, do seu BOM E, MISERICORDIOSO NOME, em atos terroristas, filmados em vídeos, apresetados no you-tube,  executando  cortes de pescoço, de Seres Humanos  discordantes, após o pronunciamento do nome, atrás descrito, entre outros castigos.    
Da autoria dos Wahabistas, com o  intuito atrás mencionado,  recentemente foram  divulgados, poters representando, jogadores de futebol, como Messi, Neymar e Cristiano Ronaldo, com isso pensam perturbar, futuros eventos desportivos Globais.    
Os desportistas afiguram-se  ensanguentados, algemados e de joelhos, os Wahabistas denominados DAESH do IE (presuposto estado Islâmico declarado, em territórios Sírios e Iraquiano usurpados e, não reconhecidos por nenhum Estado do Planeta).
 Demonstram  a sua aversão, sobre concentração de multidões, em estádios de futebol, concertos musicais, esplanadas nos passeios e, noutros divertimentos conotados, ao Mundo Ocidental,   
Estas acções objectivam, a imposição dum sistema político, que é fundamentado, em captação de territórios, criando forçados califados, como se estivessem a ser renovados, os califados que houveram, no início da expansão do Islamismo, outrora enfraquecido pelas Cruzadas, pela perda de áreas de califados, que hoje estão a reivindicar.
 Não omitemos tempo, aproveitemos o induvidável, «Know-How» do combate, da força de base guerrilheira, dos RANGERS únicos que, podem surpreender e, concretamente obter a localização, das células que, já se infiltraram em Moçambique, usando o oportunismo e cobardia dos “matekenhas”.
 Foi corrompendo os funcionários, dos serviços de estrangeiros e fronteiras, sem cultura patriótica e, mal pagos e, quiçá foi também explorada, a falta de visão, dos altos quadros e Governantes.
Houve incapacidade, para se decifrarem as ofertas e, dádivas de somas astronómicas, camufladas em oferendas sociais e, créditos bancários do “Islamik Bank”, com juros baixos, que accionaram a via verde, nas auto-estradas, dos aeroportos e, fronteira terrestres.     Assim se legalizaram, inúmeros Cidadãos provenientes do Paquistão, Somália, Turquia e, outros que engrossam a seita Wahabista.
 A Era Global, neste Século XXI, trouxe  a alta tecnologia, ideias de defesa da biodiversidade, do clima, a racionação agrícola.     Os Países pobres,  se interligaram aos mais Indutrializados, para formarem a Aldeia Global.     Esta interligação, trouxe a prática da economia Social, beneficiando e desenvolvendo inúmeros Países envolvidos, há a velocidade com que, o mídeas hoje, instatáneamente espalham notícias.
Está em curso a promoção da democracia, para figurar como, um instrumento de defesa, para os Povos desfavorecidos.
 A outra face da moeda da Era Global, tem a ver com o surgimento, do terrorismo Global, os “cavaleiros do apocalipse”, cheios de artimanhas, identificados com o Wahabismo Islâmico, entram em Países, onde haja Cidadãos de Religião Muçulmana, com força económica,  liderarem-nos e, depois de radicalizados, usam-nos para a desorganização social.
Tem indesmentível, alto apoio financeiro, dos Países Árabes, que se aproveitam,  dos Cidadãos empobrecidos, fazendo surgir o terrorismo Global, demonstram  argúcia, exibem  estarem munidos,  de essenciais conhecimentos e preparação.  
VLITOS – 31.10.2017

Para quando a justiça de um lado e política do outro?

31/10/2017


STV-Estado gasta mais de 1 milhão e 900 mil dólares na compra de 45 viaturas de luxo 31.10.2017(video)

31/10/2017