"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



segunda-feira, 23 de outubro de 2017

PROCURADORIA ORDENA ANULAÇÃO DE DESPACHOS

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MANUEL_TOCOVAExoneração e nomeação
A Procuradoria da República em Nampula vai notificar, hoje, a Manuel Tocova para que revogue os despachos dados na passada quinta-feira onde exonerou e nomeou vereadores e chefes de posto ao nível da cidade de Nampula por considerar tais actos ilegais, pois como presidente interino e não tendo ainda sido decidida a realização ou não de eleições intercalares, aquela figura não tem competências para o que fez.O nosso jornal soube que o Ministério Público, órgão do Estado que fiscaliza a legalidade dos actos no nosso país, recebeu uma queixa de certos cidadãos denunciando as ilegalidades cometidas por Manuel Tocova e depois de analisar os factos nela narrados deliberou favoravelmente.
Diz o MP que da análise dos dispositivos legais aferiu-se que Tocova com a declaração de impedimento por parte de Mahamudo Amurane, assassinado a 4 de Outubro passado, tem sim legitimidade, na qualidade de presidente da Assembleia Municipal de assumir interinamente a presidência do município mas apenas para actos de gestão estritamente necessários para o bom andamento dos assuntos urgentes.
Esclarece ainda a procuradoria que no âmbito do acima descrito e segundo a Lei, que o presidente interino só depois de empossado exerce com plenitude os poderes podendo inclusive substituir os vereadores.
Este domingo, o MDM e Manuel Tocova reagiram a intenção da PGR referindo que já estão investidos do poder e que nada os irá tirar. Falando para algumas dezenas de membros, Tocova, reafirmou que os nomeados vão tomar posse hoje segunda-feira.
“Eles queiram como não amanhã (hoje) vão tomar posse’’, prometeu ontem Tocova.
O presidente interino diz que não vai recuar porque alegadamente foi eleito e não nomeado. Num tom ameaçador referiu que prefere morrer mas não vai recuar com a sua posição.
Tocova diz que assim procedeu porque a lei lhe permite nomear vereadores na qualidade de presidente interino.
“Os que não querem que o senhor Tocova seja presidente interino que saiam. Eu vou ficar ali com a minha equipe. Vou entrar com a minha turma...”, referiu repetidamente Manuel Tocova.
Num discurso populista e uma linguagem vulgar, Manuel Tocova prometeu devolver os vendedores as ruas da cidade de Nampula alegando ser uma das formas de minimizar o desemprego.
WAMPHULA FAX – 23.10.2017

A PARTE PREJUDICIAL DA GLOBALIZAÇÃO, NÃO VAI ENGOLIR, NEM DESVIAR O FIM EM VISTA, AGUARDEM!!!

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VLITOS COMANDANTE SUPREMO 01 02 2017   1_nEm 4 décadas, aconteceram 3 tentativas de “Acordos Negociais” e, houve da contraparte, teimosia em contaminar altos quadros, em baralhar o Povo e, incompetentemente continuar, a deitar areia nos olhos, do Corpo Diplomático acreditado em Moçambique, que acompanha e “quer”, que o processo em curso, chegue ao destino advogado, pelas normas vigentes e, emanadas do seio das Nações Progressistas.
A Era Global, no que respeita, aos direitos e liberdades básicas prevê um alinhamento colectivo, dos Países mais Industrializados, em auxiliar Nações flageladas, por prolongadas guerras fratricidas, e minorar a todo o custo, a agonia da maioria indefesa, que há décadas, por causa do conflito, sofre as agruras da subnutrição, ignorância e insalubridade, sem o mínimo amparo, de Governos tiranos cuja mentalidade, assenta na corrupção e, abuso de poder, para manterem o «status quo».

É esta a lição de ouro, que uma das faces da moeda, da Era Global, neste Século XXI, está aprovada pelas Progressistas, em benefício da maioria explorada, em que felizmente a RENAMO, se insere com toda a naturalidade.
A outra face da moeda, da Era Global, diz respeito a sistemas caducos, anti-Populares, corrupção a ferro e fogo, organizações de limpeza de opositores, leis e normas inconstitucionais, utilização de terrorismo e violência, que a Frelimo astutamente promove, tentando manter a conjuntura, empregando belos discursos de Filipe Nyusse, impondo os esquadrões de morte, contra Pondecas, Amuranes, e mais que tais.
Em suma, Afonso Dhlakama e Filipe Nyussi, representam as duas faces da moeda da Era Global, o bem e o mal ou, o lúcido e coerente contra o insane e arrogante.
Vencerá quem tiver o Povo ao seu lado e, esses 27 milhões, já escolheram, em 85%, para que lado querem dormir, e usufruir a tranquilidade, para o resto da sua futura vivência.
(FOGO NA BAÍA)» VLITOS, 23 10 2017

O FENÓMENO CHUPA-SANGUE

Este fenómeno não coisa de hoje nem de ontem. É um problema que se arrasta a mais de 20 anos e o governo da Frelimo nada faz para esclarecer este caso. Sim é um problema de muito tempo. Para quem vive no sul do país pode não acreditar ou pensar que é coisa inventada. Existe os tais chupa-sangues ou não, não posso confirmar, o que sei é que no norte do país especialmente Nampula e Cabo Delgado este fenómeno é preocupante embora as estruturas competente não faça nada e não se pronuncie.
Seria de bom senso que o governo desse cara para esclarecer o caso. Nos anos 1987-1993, aos meus 16 anos vivia em Namialo e logo passei para Ilha de Moçambique para o ensino secundário Geral. nesses anos em uma data altura em Namialo Meconta e Nacavala para além das outras zonas vizinhas era impossível apanhar sono e dormir por causa deste fenómeno. Passávamos a noite toda a tocar latas como forma de afugentar os tais homens que chupavam sangue. Hoje é Zambézia com o mesmo fenómeno. Ontem a PRM matou 4 pessoas em Malema que protestavam relacionado com o mesmo caso.
Será que a população é simplesmente boba que inventa coisas ou algo existe? Não será como o caso do trafico de pessoas em Nampula que acabou com as crianças da rua e o governo negava e que depois de satisfeito o seu objectivo aceitou haver o problema de tráfico de pessoas e órgãos humanos? Este caso do tráfico em Nampula o senhor Razak e o seu comandante provincial da PRM (José Wing San) sabe muito bem em que circunstâncias começou e terminou e porque.
Já é hora do governo esclarecer e acabar com o problema.

Motins em Muralelo, Malema - PRM mata 4 populares

23/10/2017

domingo, 22 de outubro de 2017

ZECA CALIATE, A VOZ DA VERDADE - NOTA INFORMATIVA DO EX-COMANDANTE DO 4º SECTOR DA FRELIMO, NA FRENTE DE LUTA ARMADA NA PROVÍNCIA DE TETE

22/10/2017

STV-A PGR de Nampula anula todas as nomeações feitas pelo Presidente Interino do Conselho Municipal daquela cidade 21.10.2017(video)

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A PGR de Nampula anula todas as nomeações feitas pelo Presidente Interino do Conselho Municipal daquela cidade.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

@Verdade Editorial: Um Estado corrupto

Editorial
Escrito por Redação  em 20 Outubro 2017
Parece que já não há dúvidas que o discurso sobre o combate à corrupção na Administração Pública não passa disso. Quase todos os dias, temos vindo a assistir ao Presidente da República, Filipe Nyusi, a demonstrar supostamente a sua revolta contra esse mal que tem vindo a postergar o futuro de uma nação. Mas, para tristeza dos moçambicanos, existe uma desfasamento entre o discurso de Nyusi e as acções concretas para estancar essa problemática. A dada altura a sensação que fica é de que não vontade política, sobretudo ao mais alto nível, para combater à corrupção em Moçambique ou, por outro lado, o Chefe de Estado não tem poderes suficientes para impor medidas contra os corruptos que assaltaram o Aparelho do Estado.
A cada dia que passa, multiplicam- se os sectores dentro da Administração Pública nos quais a corrupção vai assumido o rosto da normalidade, sob olhar cúmplice das instituições de justiça que se tornaram num verdadeiro antro de indivíduos incapazes de fazerem valer as leis moçambicanas. Um dos exemplos mais caricatos de inércia, e que até certo ponto causa sonoras gargalhadas, foi o facto de a Procuradoria-Geral da República (PGR) ter emitido um comunicado no qual anuncia que não encontraram nenhum indício no caso envolvendo o ministro de Transporte e Comunicações, no que diz respeito à violação da Lei de Probidade Pública.
Um mero olhar para todos os sectores do Estado fica-se com a impressão de que a corrupção tornou-se numa cultura estatal. Os julgamentos do antigo ministro da Justiça e da ex-PCA do Fundo de Desenvolvimento Agrário são apenas casos isolados de iniciativa de combate a corrupção. Certamente, essas duas figuras tiveram o azar de sentar no banco de réus por terem usufruído do dinheiro público sem o envolvimento de alguns graúdos.
Temos casos mais sérios e preocupantes que todos os moçambicanos gostaria de ver os implicados exemplarmente responsabilizados, porém, continuamos a ser distraídos com os pilha-galinhas. Referimos, por exemplo, a situação das dívidas ilegais da EMATUM, Proindicus e MAM, pois não é segredo para ninguém de que se tratou de corrupção ao mais alto nível e, os arquitectos dessa falcatrua continuam ímpunes zombando da passividade da população.
A corrupção no nosso país não só atingiu o topo, mas também verifica-se na base. A situação no sector da Educação em Nampula é exemplo claro disso. Só neste ano, já foram registados mais de 300 casos, os quais consistiram, em extorsões e subornos, todos eles protagonizados por funcionários da área. Isso é, portanto, uma inequívoca e alarmante demonstração de que deixamos de ser um país normal.