"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



quarta-feira, 29 de março de 2017

Ordem dos Advogados diz que execuções sumárias são uma realidade em Moçambique


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Relatório sobre direitos humanos apresentado hoje em Maputo
A Ordem dos Advogados de Moçambique deplora a situação dos direitos humanos no país e diz que as execuções sumárias são uma realidade, um ponto de vista que é apoiado pela Liga Moçambicana dos Direitos Humanos.
Ouça aqui
A Ordem dos Advogados de Moçambique divulgou esta terça-feira, 28, o seu primeiro relatório sobre os direitos humanos, através do qual diz pretender contribuir para uma discussão sobre os direitos do Homem no país.
O documento aborda várias questões ligadas ao acesso à justiça, sistema prisional, execuções arbitrárias, democracia, processo eleitoral e direitos económicos, sociais e culturais dos cidadãos.
Os grupos vulneráveis e minorias, a liberdade de imprensa, acesso à informação e o investimento estrangeiro em Moçambique são outras matérias destacadas no relatório sobre os direitos humanos em Moçambique.
A presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados de Moçambique, Ivete Espada, afirmou que olhando para a questão relativa ao acesso à justiça, "é verdade que a Constituição da República fala do acesso aos tribunais, mas nós sabemos que não queremos só chegar e entrar no tribunal, mas queremos ter uma justiça efectiva".
Espada falou também de execuções sumárias, que na sua opinião "são uma realidade no país, os crimes que nós temos ao longo da Estrada Cirdular de Maputo e do país todo não são esclarecidos e o Ministério Público acaba por arquivar" os respectivos processos.
"Temos que ter uma justiça efectiva, porque a insatisfação das populações vai trazer consequências negativas, temos que trabalhar de forma eficaz, para que evitemos determinadas questões", reiterou Ivete Espada.
Para a presidente da Liga Moçambicana dos Direitos Humanos, Alice Mabota, em matéria dos direitos humanos, "Moçambique está mal porque no campo as execuções são o pão de cada dia, as pessoas estão a ser mortas".
Entretanto, o ministro moçambicano da Justiça, Isac Chande, afirmou que o Governo tem estado a trabalhar com os outros órgãos da administração da justiça "e já estabelecemos, sobretudo ao nível das províncias, aquilo que nós denominamos comissões de legalidade em que se procura ver as questões que afligem o sector da administração da justiça".
VOA – 28.03.2017

terça-feira, 28 de março de 2017

Avioneta que caiu em Moçambique tinha registo caducado


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ISLANDER_DESASTRESeis ocupantes morreram
Aparelho tinha sido registado em 1973
A aeronave que despenhou nesta segunda-feira, 27, na fronteira entre Moçambique e Zimbabwe, provocando a morte das seis pessoas a bordo, dois tripulantes e quatro passageiros, foi registada há 43 anos no país e caducou em Junho de 2016.
Informações publicadas em 2015 no site do Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM), com a lista de actualização das aeronaves operacionais, indicam que o islander com o registo moçambicano C9-AOV, modelo BN2A-3, da série número 024, foi matriculado a 10 de Maio de 1973 e caducou a 11 de Junho de 2016.
A aeronave operada pela ETA AIR Charter, baseada na cidade da Beira, foi fretada a Cornelder Moçambique, para efetuar o voo Beira/Mutare, tendo despenhado em aproximação a Mutare, após colidir com a cordilheira montanhosa de Machipanda, segundo um comunicado daquela empresa.
A aeronave com autonomia de três horas de voo era tripulado pelo comandante, Luis Lopes dos Santos Barroso e acompanhado pelo piloto Rui Fonseca Pereira dos Santos, e descolou da Beira às 7:15 com previsão de chegada a Mutare às 8:25, segundo uma fonte da Cornelder Moçambique.
A empresa indica que os passageiros eram Adelino Mesquita, Isac Noor, Antonio Jorge e Banele Chibanda, todos da direção da Cornelder Moçambique, que viajava a trabalho para o Zimbábue.
“Os corpos das vitimas foram removidos do local do incidente no principio da noite e foram transladados para a morgue do hospital central de Mutare (Zimbabwe)” disse Leonardo Colher, chefe do Departamento das Relações Públicas do comando provincial da Polícia de Manica.
Colher afiançou que a polícia moçambicana está a proteger o local desde o incidente, para evitar vandalismo, enquanto espera equipas especializadas para buscas e perícias no local.
VOA – 27.03.2017
NOTA: Se a licença estava caducada isto contraria as declarações de João Abreu.
Fernando Gil

segunda-feira, 27 de março de 2017

VIOLAÇÕES DA TRÉGUA AINDA NA ORDEM DO DIA

segunda-feira, 27 de março de 2017


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MALANDROS


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OS PONTOS DE FERNANDO LIMA(24.03.2017)
Tema da semana: Os malandros da oposição.
Esteve entre nós o candidato presidencial do MPLA, partido irmão do partido Frelimo em Angola, João Lourenço, que é também ministro da Defesa. É normal que entre irmãos se exprima solidariedade e informações. Aquilo que parece muito errado nas declarações do general, são as suas declarações que foram muito infelizes em relação à oposição. João Lourenço decidiu dizer que era bom que os dois partidos se preparassem para as eleições porque senão os malandros da oposição tomariam conta dos resultados eleitorais. Em democracia há formas de lidar com a oposição e há formas de tratar a oposição sem a tratar nestes termos de malandros. Nem sequer é uma brincadeira.
Porque atrás na história recente de Moçambique, a FRELIMO e o governo sempre trataram a Renamo como “bandidos armados”. Em Angola era o mesmo, os bandidos da UNITA. Não sei se há uma hierarquia pejorativa para os temos que se usam para a oposição. Mas não melhorou muito em termos de terminologia.
Mudámos de bandidos para malandros. Aliás em Angola a UNITA já condenou o posicionamento de João Lourenço e em Maputo a oposição não gostou, mas a Frelimo não pareceu incomodada com o termo malandros para aqueles que se sentam com eles na AR.
Conferência do IESE
Têm sido muito importantes as conferências anuais do IESE porque representam momentos de reflexão na profundidade sobre temas que têm a ver com Moçambique e os moçambicanos. Trata-se de um exercício de cidadania muito importante.
Acho também importante que a conferência em si, se descentralizou para Beira. Isto mostra que começamos a ter capacidade logística em vários pontos do país e não apenas em Maputo. Havia mais de uma centena de convidados vinda de fora, mas houve condições de alojamento boas para todos os participantes.
Isto demonstra que as capitais provinciais cresceram muito. Eu diria que se neste momento tivesse lugar esta conferência em Pemba, Nampula ou Tete, claramente haveria capacidade de alojamento e restauração. A descentralização é uma questão importante, sempre foi e temos de ter a coragem de a fazer. Anoto com muito interesse os posicionamentos do professor
brasileiro Fernando Abrucio que foi claramente a grande estrela desta conferência. Uma das questões que ele diz é: Se vocês querem descentralizar para resolver problemas políticos, estão enganados porque não vão resolver esse problema. Os modelos de descentralização devem ser bebidos das vossas próprias experiências, da vossa própria evolução e tendo a participação dos cidadãos, mas não tendo como causa próxima uma questão política a resolver. Claro que é a questão política que temos, mas a questão política deriva de outras que têm a ver com democracia, participação, exclusão, suspeições fortes de fraude eleitoral e inclusivamente, isto foi referenciado pelo antigo deputado da Frelimo, Alfredo Gamito, que disse não obstante termos um sistema de representação proporcional, temos os nossos deficits de democracia que não permitem que um sistema de representação proporcional consiga alargar esse nível de participação aos partidos que inclusivamente conseguem ganhar lugares na AR, porque exactamente a participação fica confinada a essa participação.
Por exemplo, o partido Renamo é excluído onde tem a maioria dos votos.
Há uma prática política do partido dominante em Moçambique, na sua concepção de democracia, não consegue ir além daquilo que é sua interpretação legal, daquilo que lhe garante a lei. Por exemplo não era obrigatório que todos os pelouros do município pertencessem ao partido no poder. Apesar disto não estar na lei, podia-se estabelecer uma proporcionalidade entre a oposição e o partido no poder. Nas vereações. Claro que a maioria das vereações seriam para o partido vencedor. De facto na prática aplica-se a máxima de “o vencedor leva tudo”. Mas isto não viola a lei, mas viola a participação e a inclusão. E isto depois é replicado a todos os níveis da sociedade.
Aprovação do pacote de descentralização: Quando?
- O congresso (da Frelimo) pode ser, em principio, um grande momento de consensos, mas pode ser que não seja. Mas é pelo menos a perspectiva. Este partido sente-se mais confortável de enfrentar determinadas questões de fundo a esse nível, em nível de congresso, o que dá mais músculo ao presidente desse partido para negociar com Afonso Dlhakama, isto do ponto de vista Frelimo. Dlhakama mostra-se muito mais compreensivo e mais acolhedor em relação a algumas questões que em principio eram pontos de vista da Frelimo, por exemplo, questão de se avançar mais lentamente neste dossier da descentralização que ainda há uns meses atrás era uma questão imediata. A Renamo dizia que sem a governação nas seis províncias não havia possibilidade de entendimento com o governo. Houve claramente uma evolução. Chamo novamente à colação o Professor Abrucio que chamou atenção a necessidade de haver pactos sociais, que tem a ver com a contratualização de questões de fundo que tem a ver com a democracia, participação, com a consensualização, e que sem se ter em mente estes princípios, nada é possível alcançar.
Aumento de preços de combustível
Esta medida responde a uma agenda internacional acordada entre o governo e o FMI que tem a ver com a política de subsídios. O facto de o FMI não concordar com os subsídios não significa que o governo corra para cortar os subsídios. O governo sabe que se corta aos subsídios abruptamente tem a revolta na rua. O governo não quer o país em pé de guerra e mesmo a comunidade internacional não quer isso. É preciso ser-se gradual numa política ponderada de eliminação de subsídios. Os subsídios são irrealistas, nós vivemos numa economia de mercado e em última analise os cidadãos tem de pagar pelo custo de determinados produtos. Se há um consenso de que determinados produtos podem ser subsidiados, por exemplo, os cuidados de saúde para os mais desfavorecidos, o acesso ao ensino
para as primeiras classes, há outras que não são tão consensuais. Significa que uma pessoa que vive na mansão e o cidadão que tem o seu Honda Fit lá estacionado no beco têm o mesmo tipo de subsídio. Quando existem estes pre­ços baixos, até criamos desequilíbrios regionais. E começam os camionaistas a levar o combustível para vender no Malawi, no Zimbábue.
Os chapas deviam ser sector for­mal e não é tão complicado os chapas terem licença e contas em dia. Mas esta situação da legalização dos chapas, de ter tudo emdia, isso envolve problemas de fundo que envolvem boa gestão e os chapas não são um bom exemplo de boa gestão. As margens de lucros têm sido cada vez mais apertadas. Não é uma actividade muito lucrativa, sobretudo aqueles que não são bons gestores dos seus meios. No mercado, só sobrevive quem é o melhor. Mas há outras coisas que são de máfia e gangsterismo puro. Uma parte dos chapas é abastecido por combustível roubado Há cada vez mais a tendência de os chapas viverem neste submundo de ilegalidade, mafiosidade porque é esta a fórmula que se encontrou para contornar o problema dos preços fixados que contrariam o mercado. Ou seja, o governo tenta fazer política social nos transportes privados. Nós achamos aberrante o “My Love” e o “My Love” é uma arma de arremesso político, de todos contra o governo. Mas o “My Love” representa esta alternativa de baixo custo de transportar as pessoas como gado para exactamente contornar os custos de um carro mais cômodo e com aqueles requisitos necessários que as autoridades exigem.
O fim do sonho do MOZA
Costuma-se dizer que a esperança é a ultima a morrer. Mas a Moçambique Capitais (MC) perdeu uma oportuni­dade de ouro para de forma solitária, beneficiando do estatuto de direito de preferência, concorrer à recapitalização do MOZA, ou seja, recuperar o banco para si. Os accionistas da MC neste momento estão quase isolados uma vez que o Novo Banco, não se afastando da estrutura acionista, decidiu não fazer a recapitalização. É apenas a MC que está a fazer esta tentativa de mobilização de fundos para prestar a garantia bancária ao Banco Central. O que se altera é que o Banco Central terá de analisar outras propostas para a recapitalização do MOZA, conjuntamente com a MC. Há uma grande fila, interessados com grande credibilidade, com liquidez e que estão em necessidade de crescimento. Por exemplo a Societé Generale e o ABC têm um número muito reduzido de balcões e uma implantação muito reduzida em todo país. E ao ganhar o MOZA ganham dimensão nacional.
O Banco de Moçambique é de opi­nião que o mercado moçambicano não justifica a existência de tantos bancos. A direcção do BM gostava que houvesse menos bancos, mas mais consolidados, sólidos, mais fortes. A situação que vul­nerabiliza a MC permite que o BM seja um player, uma instituição que não fica de fora a analisar propostas e intervenha sugerindo fusões, junção de bancos, en­fim. A solução ideal seria que o MOZA renascesse na praça moçambicana, como um banco forte, ágil e que tenha apren­dido com os erros do passado.
Auditoria da Kroll
Em Moçam­bique há o medo de que o relatório vá parar nos gabinetes e não se saiba o que aconteceu, embora o FMI tenha vindo dizer que será público. Por exemplo, os doadores pagaram uma auditoria ao Banco Austral e até hoje não se sabe o que aconteceu com esse relatório. Está afundado na PGR e não houve beneficio das lições e os elementos que poderia ter dado esse relatório. Defraudou os depositantes e do esforço não se apurou nada com o que aconteceu no Banco Austral. Inclusivé houve mortes.
Um dos cenários que se abre é que haverá dois relatórios, um para consumo público e outro para a PGR, na área do crime e da acção penal. O medo é de que um relatório feito por uma empresa firmada possa conduzir a que, selectivamente, sejam omitidos determinados factos políticos para não prejudicar o governo e o partido no poder. Nota: Depois de gravado o programa, a PGR prolongou para 28 de Abril o prazo para a Kroll apresentar o relatório.
Falha de pagamento da Proindicus
Pode ser uma estratégia de suicídio, mas está a funcionar. Os canais de comunicação continuam a funcionar através de assessores que foram criados pelo ministério da Economia e Finanças para a área financeira e legal. Se o FMI tivesse reticências a uma estratégia desta natureza, Moçambique jamais teria feito isso. Estaria neste momento em colapso total. Alguns números têm melhorado. O governo tem estado a forçar um entendimento com os credores em relação a esta dívida comercial. Separar o pacote em relação à divida comercial, bilateral e as instituições internacionais. O governo no ano passado pagou uma tranche da Ematum e da Proindicus. Mas agora o governo está a dizer que não há garantias de Estado em relação às dívidas comerciais das duas empresas securitárias. Quer transmitir aos credores que isto é uma dívida entre empresas. Apesar de ser uma falácia, que os credores negociem com as empresas, e que não venham bater directamente à porta do governo. E que as empresas encontrem soluções, com os próprios credores para dar soluções a estes problemas. Tentar circunscrever a dívida à esfera privada e não forçando que o governo tenha de assumir as incapacidades financeiras da MAM e Proindicus.
Nota: excertos editados do programa
“Os Pontos de Fernando Lima” emitido às sextas-feiras, pelas 19 horas na rádio SAVANA100.2FM. Compilação de Rafael Ricardo.
MEDIA FAX – 27.03.2017

PATROCINIO NO ASSALTO A SERRA.

segunda-feira, 27 de março de 2017


MOÇAMBICANOS A FRELIMO NÃO TEM POLÍTICA PARA CONSTRUIR UM MOÇAMBIQUE MELHOR, SÓ TEM POLÍTICA PARA DISTRUIR O PAÍS.
Breaking News
>RESULTADOS DA REUNIAO ENTRE FILIPE NYUSI, E GOVERNADORES
>PATROCINIO NO ASSALTO A SERRA.
Atencao Moz people
Prometemos e ca estamos, para resumir em poucas palavras do comsenso saido na reuniao entre governadores provinciais da frelimo das regioes centro e Norte e o ilegitimo Filipe Nyusi, que teve lugar na noite de quarta feira em Quelimane.
Foram abordagens e debates nao abonatorios ao povo daquelas regioes e de Mocambique em geral, cujo o veridito final saido da boca do Nyusi foi: " Do momento nao ha e nem pode haver espaco para governadores da Renamo, ate as proximas eleicoes gerais" fim de citacao.
Na manga e plano da frelimo sera por enquanto dar a continuidade aos entretenimentos e passatempos dos dialogos (...)
Ate que chegue o 03 de Maio, data do alegado lancamento do assalto final e dai... Ou, em caso de ressachada a ofensiva pelas perdizes, neste contexto, retomar se ia outra fase dos dialogos(...) ate a programacao das eleicoes gerais em 2019.
NR: quer haja mais son das armas, quer nao, a pausa e o entretenimento ira culminar com os pleitos de 2019.
E para ja sera da pouca chance ou nada, para Renamo concorrer em plenitude nas autarquias a ter lugar no proximo ano ou seja, daqui a pouco.
PATROCINADOR DO ASSALTO A SERRA
A Coreia do Norte é o grande patrocinador para a mega operacao de Maio.
Nossa fonte, um adido militar, apelou nos o seguinte:
"Caso acompanhem sobre um tal donativa oriundo da KN, nada mais senao lotes de armamentos que inclui bombas de canhoes de 155mm com pequena quantidade do material radioativa nuclear e nitrogenios, artefactos belicos q aquele pais vem desenvolvendo e testando nos mares e desta vez nas terras e matas da Gorongosa.
E parte dos comandos a serem usados que tambem treinaram em KN ja estao em Mocambique.
O objectivo da entrada da KN na guerra em Mocambique, e para fortalecer, cimentar e apoiar os paises do mundo comunista ( que inclui o regime da frelimo) afim de potenciar suas ideologias e assim tambem o bloco.
China ja recuou apos pesadas derrotas militares infligidas pelo Dhlakama e sua Guerrilha.
E, desta vez china e frelimo pediu assessoramento ou apoio tecnico militar da Korea do Norte seu parceiro mais proximo e Confidencial.
Porem, Acautela se ao Moz people, que os proximos dias nao serao nada faceis de manejar. Alertou a fonte.
Be Focus

AS PERSEGUIÇÕES, AMEAÇAS E ASSASSINATOS DE MEMBROS DA RENAMO AINDA CONTINUAM

segunda-feira, 27 de março de 2017


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A TRÉGUA ESTÁ AMEAÇADA EM TETE PORQUE AS PERSEGUIÇÕES, AMEAÇAS E ASSASSINATOS DE MEMBROS DA RENAMO AINDA CONTINUAM!!!
=NECROLOGÍA=
No dia 23 deste mês em curso na localidade de Mapange distrito de Tsangano as 20: horas, chegaram malfeitores assassinos do partido frelimo em casa do membro João Abrão Djamissone, o mesmo exercia o cargo de chefe da organização distrital do partido RENAMO, este foi raptado naquela noite pelos membros meramente da frelimo, acompanhado pelo secretário da frelimo de nome Campondem.
Este quando raptado, os membros do partido frelimo começaram a festejar na casa daquele secretário com o homem amarrado e a gritar.
O membro da renamo dizia estou morrendo eu, e os membros da frelimo respondiam que de certeza vais morrer hoje, dai carregaram lhe pra a vila sede do distrito onde este acabou tendo a morte e tendo depois lhes enterrado na zona de Nhadola.
Os assassinos amarraram o membro da renamo e arrastaram lhe de carro até a zona de Nhadola! Na verdade foi uma morte muito triste, e dai mataram lhe numa zona onde eles tem enterrado muitos membros da renamo.
As imagens ilustram o corpo do malogrado a ser removido duma campa estilo uma vala!
Removeram o corpo deste local e foram dar o enterro condigno ao homem.
Triste! Triste! Triste!
Paz a sua alma compatriota resistente
Por: Afonso Chicuare

As dificuldades que Moçambique atravessa são enormes

segunda-feira, 27 de março de 2017


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Não é teatro!
As dificuldades que Moçambique atravessa são enormes, que até parece que o país vai rebentar pelas costuras. Nem há como enumerá-las. A podridão é de tal ordem que até provoca náuseas. Mas, seja como for, é o nosso país. Todos nós somos chamados a colocar uma pedra para a construção deste empobrecido Moçambique.
Sinceramente, não gostei deste vídeo que hoje posto aqui. Pessoas que a priori, pela natureza da sua profissão, deviam ser zelosas até ao extremo, são as que mais nos provocam repugnância. São as que mais mancham o país. Isto não é uma peça teatral, o Polícia de Proteção (PT) está bêbado. Mal consegue ficar de pé.
Afinal, o que há com a nossa Polícia? Ora são extorsões, como aquela amplamente reportada contra turistas sul-africanos, ora é esta vergonha que estamos a ver aqui. Será que tudo está abandalhado no Ministério do Interior? Basílio Monteiro não está a conseguir tomar conta do recado? E o comandante-geral da PRM o que acha da sua Polícia?
Não é ético nem na China que um agente da Polícia, devidamente uniformizado, beba até cambalear. Este exemplo não é isolado, espelha a Polícia que nós temos. Há qualquer coisa que precisa de ser mudada. E é urgente!
A questão não é expulsar das fileiras a um agente que prevarica. Mas sim, disciplinar a Polícia, no seu todo, para que saiba honrar a profissão e o fardamento que enverga. Como é que a Polícia quer ser respeitada pelos cidadãos a cometer, sistematicamente, erros gravíssimos como este? Aqui quem está exposto ao ridículo não é simplesmente este agente que aparece aqui no vídeo. É toda a corporação, a partir do ministro do Interior, vice-ministro, comandante-geral da PRM, chefes das esquadras até ao mais reles cinzentinho.
Isto é vergonhoso. Que confiança o cidadão há-de ter com uma Polícia vagabunda (desculpem-me não arranjei outro nome)? Afinal, que critérios são usados para se ingressar na PRM? É que os escândalos no seio da corporação são frequentes. Parece um antro de vagabundagem…
É verdade que existem polícias cuja a idoneidade é inquestionável, mas perante estes exemplos diários, tudo deita-se abaixo. O escrutínio para se ser agente da PRM deve ser severo. Tem que haver o mais fino dos pentes. Há muita vagabundagem na Polícia e isto mancha-nos como país. Sabe-se lá o que terá dito aos outros turistas amigos seus, aquele casal sul-africano que recentemente foi extorquido algures na Moamba?
Há dias, a Rádio Moçambique (RM) noticiou que algures, em Lichinga, uma cidadã de origem malawiana foi roubada por cinzentinhos. Ela, coitadinha, trazia altas quantias em dólares. A boa da senhora, pediu aos dois agentes para que a indicassem um hotel seguro porque transportava dinheiro e vinha a Moçambique fazer compras. Os dois agentes começaram a salivar, no lugar de indicarem o hotel à desesperada senhora, roubaram-na. Quem devia a proteger foi quem a roubou. A boa é que, felizmente, os tais agentes foram identificados. Mas a nódoa não se apaga. Pode ser que a senhora, de regresso ao seu país de origem, espalhe que a Polícia moçambicana rouba. O ladrão, neste caso, já não são só os dois agentes em questão, é toda a Polícia.
E assim vai o meu Moçambique!!!!
Nini Satar