terça-feira, 13 de agosto de 2019
BREAKING!
FÁTIMA MIMBIRE EXPULSA DO CIP SEM APARENTE CAUSA JUSTA.
Aquela mulher de garras e acérrima na defensa dos direitos humanos já não faz mais parte da massa corporativa do Centro de Integridade Pública (CIP),plataforma da Sociedade Civil em Moçambique.
. As razões da expulsão , provavelmente ontem tomada, não são convincentes. Cheira e bem uma ação de perseguição movida por certas facções que há muito já não a queriam ver dentro do grupo. A Ativista social de combate com veemência contra a corrupção foi expulsa supostamente por razões ligadas a uma tentativa de concorrer a uma vaga de um novo emprego, numa organização internacional onde depois viria a não ter êxitos. Ela não conseguiu o enquadramento no novo emprego. Portanto, a diretoria do CIP invoca o facto de ela não ter comunicado tempestivamente a instituição sobre a intenção, tendo o feito já a meio do processo. É muita coisa misturada que, mesmo compilada, não se chegaria à decisão de medida mais gravosa, neste caso em concreto, expulsão. Para o CIP, um colaborador que se põe concorrer a uma vaga de emprego sem ter prestado a comunicação prévia à instituição, infringiu as regras de maneira grave. Concorre, por isso, a uma expulsão. E acto grave!.
. No mínimo, à visada devia correr um processo disciplinar para a devida advertência. Mas nada, o Edson Cortez correu para expulsá-la da organização que dirige, numa clara demonstração de que oque vinha precisando era uma culpa, por mais pequena fosse, para materializar as intenções. É triste!. Isto me cheira um dedo da Frelimo, uma vez estarmos num ano eleitoral e que colocar os críticos das manobras dilatórias fora do combate, é fundamental. Vocês ainda se lembram o caso da deputada da Frelimo, Alice Tomás?. O caso nem faz três meses na procuradoria e a queixosa que foi vítima de ameaças de violação sexual por 10 homens bem fortes é colocada fora à pauladas. Eu me solidarizo com a Fátima Mimbire. Dias melhores vêm ai.
FÁTIMA MIMBIRE EXPULSA DO CIP SEM APARENTE CAUSA JUSTA.
Aquela mulher de garras e acérrima na defensa dos direitos humanos já não faz mais parte da massa corporativa do Centro de Integridade Pública (CIP),plataforma da Sociedade Civil em Moçambique.
. As razões da expulsão , provavelmente ontem tomada, não são convincentes. Cheira e bem uma ação de perseguição movida por certas facções que há muito já não a queriam ver dentro do grupo. A Ativista social de combate com veemência contra a corrupção foi expulsa supostamente por razões ligadas a uma tentativa de concorrer a uma vaga de um novo emprego, numa organização internacional onde depois viria a não ter êxitos. Ela não conseguiu o enquadramento no novo emprego. Portanto, a diretoria do CIP invoca o facto de ela não ter comunicado tempestivamente a instituição sobre a intenção, tendo o feito já a meio do processo. É muita coisa misturada que, mesmo compilada, não se chegaria à decisão de medida mais gravosa, neste caso em concreto, expulsão. Para o CIP, um colaborador que se põe concorrer a uma vaga de emprego sem ter prestado a comunicação prévia à instituição, infringiu as regras de maneira grave. Concorre, por isso, a uma expulsão. E acto grave!.
. No mínimo, à visada devia correr um processo disciplinar para a devida advertência. Mas nada, o Edson Cortez correu para expulsá-la da organização que dirige, numa clara demonstração de que oque vinha precisando era uma culpa, por mais pequena fosse, para materializar as intenções. É triste!. Isto me cheira um dedo da Frelimo, uma vez estarmos num ano eleitoral e que colocar os críticos das manobras dilatórias fora do combate, é fundamental. Vocês ainda se lembram o caso da deputada da Frelimo, Alice Tomás?. O caso nem faz três meses na procuradoria e a queixosa que foi vítima de ameaças de violação sexual por 10 homens bem fortes é colocada fora à pauladas. Eu me solidarizo com a Fátima Mimbire. Dias melhores vêm ai.

Sem comentários:
Enviar um comentário