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| Escrito por Adérito Caldeira em 10 Julho 2019 (Actualizado em 11 Julho 2019) |
Após 3 jogos em 3 dias onde fizeram o pleno, na fase de grupo do Campeonato intercontinental, durou 5 minutos a resistência dos “Ngonhamas” na quadra de Vilanova i La Geltrú, na cidade de Barcelona, altura em que João Pinto abriu o placar para a selecção de Angola.
Últimos classificados do Grupo A da elite mundial os angolanos em menos de 1 minuto dilataram o placar, graças a uma stickada de André Centeno.
Os moçambicanos tentaram pressionar e equilibrar a partida, um golo de Filipe Vaz no minuto 10 deu algum alento até ao intervalo.
Mas no recomeço a selecção de Moçambique, que não teve fundo para fazer qualquer tipo de preparação ou jogos antes da competição e juntou-se em Barcelona na véspera da estreia, começou a evidenciar a falta de frescura física contratando com os oponentes bem melhor preparados que sem surpresa fizeram o 3-1 e depois o 4-1.
Pedro Nunes, o seleccionador nacional, tentou o tudo por tudo mas subindo na quadra os “Ngonhamas” abriram espaço para contra ataques que primeiro Humberto Mendes aproveitou e e depois Martin Payero aproveitou para confirmar a vitória.
Angola que primeiro “roubou” a organização do africano ao nosso país e depois, em Luanda, tirou Moçambique da elite Mundial voltou a acabar com o sonho dos moçambicanos que desde o 4º lugar de San Juan na Argentina em 2011 tem vindo a cair, foram 7ºs no Mundial de Angola em 2013, 7ºs no Mundial da França em 2015 e quedaram-se no 8º na China em 2017.
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