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| Escrito por Adérito Caldeira em 05 Dezembro 2018 |
“O uniforme mais do que simples nova indumentária deve representar o renascer de uma Polícia da República de Moçambique aprumada, cada vez mais próxima da comunidade e dos seus anseios”, desafiou o Presidente da República e Comandante em Chefe das Forças da Lei e Ordem discursando no acto que marcou o lançamento de novo uniforme da PRM.
Filipe Nyusi afirmou que o uniforme não deve servir para extorquir o cidadão “pelo contrário, o cidadão ao ver o policial deve encontrar o sossego e a paz”.
Equivocadamente o Chefe de Estado declarou que nas estatísticas da corrupção em Moçambique encontra-se “o polícia com o expoente que agrava os indicadores”.
É que embora alguns agentes da Polícia da República de Moçambique(PRM) sejam a face visível da corrupção o expoente deste mal encontra-se sim nos corpos sociais do partido Frelimo, nos gestores públicos, nos dirigentes do Estado e até nos órgãos da Justiça.
Entretanto o @Verdade apurou que os novos uniformes “azulinhos” custaram 466.235.080 de meticais, verba repartida entre o Orçamento de Estado de 2018, e de 2019.
Paradoxalmente o custo desta nova indumentária supera toda verba prevista para despesas de investimentos durante o próximo ano na província do Niassa, que são 300,4 milhões, ou para a província de Manica, 397,1 milhões, ou mesmo para a província de Inhambane, 310 milhões de meticais.
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