Para entidades diplomáticas, políticas, governamentais e jurídicas do país, as mortes de membros de partidos revelam ódio e intolerância entre o Governo e a RENAMO.
Os assassinatos de membros da RENAMO, o maior partido da oposição em Moçambique, e da FRELIMO, atualmente no poder, mostram que a paz está longe de se concretizar. A informação circula entre políticos, diplomáticos e jurídicos do país, que dizem não entender a razão da escalada de violência.
A preocupação agora é como acabar com estes atos. O representante da União Europeia em Moçambique, Sven von Burgsdorff, considera que deva haver mais confiança entre as partes: "O problema é falta de confiança entre a oposição e o Governo, assim como entre muitos atores de âmbito político e social", diz von Burgsdorff.
Enquanto houver partidos armados, o país nunca terá uma paz duradora, reafirma a FRELIMO, através do seu porta-voz António Niquice: "nós só podemos acreditar que esta onda de assassinatos e de crimes bárbaros que têm estado a ocorrer é daqueles que, de facto, não querem a paz em Moçambique e que ilegalmente continuam a deter armas e a semear este clima de pânico e terror", diz. Ler mais ( Deutsche Welle, 09.11.2016)
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