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| Escrito por Redação em 13 Abril 2016 |
Porém há mais de uma década que se aguardam os resultados das investigações dessas mesmas autoridades relativamente aos assassinatos dos cidadãos António Siba-Siba Macuácua, Dinis Silica, Vicente Ramaya, Paulo Estevão Daniel, Inlamo Ahamada Ali Mussa, Gilles Cistac, Paulo Machava, José Manuel, Marcelino Vilanculo entre outros cidadãos que ficaram no anonimato. “Neste momento a Polícia continua diligenciando para encontrar os autores deste crime, para a posterior responsabilização", disse Daniel Macuacua, porta-voz da PRM de Sofala, relativamente ao assassinato do membro sénior do partido Renamo e membro do Conselho Nacional de Defesa e Segurança do Estado. Já o porta-voz do Comando-Geral da polícia, Inácio Dina, sobre a execução do procurador Marcelino Vilanculo, afirmou que “a polícia reitera o seu engajamento de tudo fazer para esclarecer este crime à semelhança de outros”. O ministro do Interior, Basílio Monteiro, que recentemente destacou-se pela célere ordem de deportação de uma activista da sociedade civil, não se pronunciou ainda sobre nenhum destes dois crimes violentos. Também em silêncio está o recém empossado Comandante Geral da PRM, Júlio Jane, que foi desafiado pelo Chefe de Estado a colocar a corporação “mais vigorosa na prevenção e combate ao crime e na consolidação o da paz”. Inclusive o Presidente Filipe Nyusi não comentou ainda o violento assassinato de um membro do Conselho Nacional de Defesa e Segurança do Estado. Nyusi, que também é o mais alto magistrado na República de Moçambique, está também mudo sobre a morte do magistrado da Procuradoria da Cidade de Maputo. |
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