"Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?"



sábado, 28 de maio de 2016

Afonso Dhlakama acusa Governo da FRELIMO de agir de má fé

 


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Afonso_Dhlakama1O líder da RENAMO não compreende o apertar do cerco militar à sua pessoa quando negociadores do Governo moçambicano e representantes do maior partido da oposição preparam um encontro para breve entre Nyusi e Dhlakama.
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Em Moçambique, Afonso Dhlakama acusa o Governo da FRELIMO de agir de má fé, argumentando que o cerco do exército governamental à sua pessoa está cada vez mais apertado, quando ao mesmo tempo esse mesmo Governo voltou a mesa de diálogo com o maior partido da oposição.
O líder da RENAMO, em exclusivo à DW África, confirma as informações de movimentações militares na região centro de Moçambique, reduto do maior partido da oposição:
DW África: Fala-se numa movimentação do exército moçambicano na serra da Gorongosa e de um cerco a zona onde se encontra. Confirma?
Afonso Dhlakama (AD): Sim, confirmo, é má fé. Há muitos efetivos, forças da FRELIMO, FADEMO, FIR (Forças de Intervenção Rápida) que saíram de Maputo e juntaram-se às posições aqui em volta da Serra da Gorongosa, perto de onde estamos, a tentarem ameaçar-nos. Mas já sabíamos, porque a estratégia da FRELIMO é de atacar as zonas próximas de onde estou, de intimidar como forma de Dhlakama abandonar Gorongosa para ir a Maputo. Mais isto é má fé porque nós já criamos uma equipa que até já se encontrou com a da FRELIMO com quem se irá encontrar de novo, acredito que na segunda-feira (30.05) para discutir os pontos que irão constituir a agenda. Então, se eles mandam cercar-me, aqui perto da base, disparando e intimidando as pessoas, significa que a intenção de negociar que dizem ter não corresponde a verdade. Querem dar a entender aos europeus que estão interessados em negociar, porque eles sabem que negociar é o que a RENAMO quer e por isso querem impedir essas negociações. Se tivesse destacado, por exemplo, trezentos homens comandos, da Gorongosa, em Sofala, para cercarem o palácio do Nyusi em Maputo, ou estando a trinta kilómetros da cidade de Maputo, todo o mundo estaria a gritar, toda a União Europeia iria condenar-me, chamar-me belicista e ficaria com má imagem.
Mas como são homens da FRELIMO que vieram cercar o Dhlakama que está aqui na Gorongosa ninguém está preocupado com isso e ninguém força a FRELIMO a abandonar este cerco, fazendo-nos parecer animais. Procedem de má fé, não só a FRELIMO, mas também os nossos amigos de cooperação internacional que parecem estar a falar de boa fé a quererem negociações. Não há negociações que possam ser levadas a cabo em Maputo com o líder da RENAMO, que orienta a equipa de negociações, que de um lado tem de falar para Maputo a dizer "negoceiem assim...", mas por outro tenho de orientar grupos a dizer "disparem assim...", acho que isso é extremamente perigoso. DW África: Falou agora do primeiro contacto entre as equipas da RENAMO e do Governo da FRELIMO para preparem o início das negociações. Quais são os pontos de agenda da RENAMO?
AD: Bom, não gostaria de divulgar os pontos, mas eles já estão lá. Já que isto é negociação, nós não temos muitos pontos, todo o mundo sabe o que a RENAMO pretende. Queremos, em primeiro lugar, que a FRELIMO entenda que só poderá haver paz, democracia, Estado de direito e a Constituição a funcionar, sobretudo eliminar a fraude, se a RENAMO, em primeiro lugar, for entendida na nossa estratégia de governarmos as seis províncias. Não queremos dividir o país, podemos negociar a reforma da Constituição, porque é um documento-mãe que regula a vida das pessoas e não é meia dúzia [de pessoas] que está em Maputo que vai negar a liberdade das pessoas que votam nos partidos. E a comunidade internacional deve entender que a RENAMO não vai recuar nessa exigência que, aliás é exigência de milhões de pessoas. Apesar de ter havido fraude, essas pessoas que votaram em nós querem ver o programa da RENAMO a orientar a política e administração naquelas províncias. Queremos tratar da defesa e segurança, estamos a falar da concentração das tropas na Gorongosa. O exército tem de pertencer ao Estado e não a um partido, mas estão cá na Gorongosa, porque o partido FRELIMO decidiu matar o Dhlakama e fazer confusão. Portanto, relativamente a este ponto que haja uma reconciliação dos nossos quadros militares, segundo o Acordo Geral de paz, e que ocupem também cargos de chefia nas forças armadas, no Estado-maior, nas brigadas, batalhões e companhias para que deixemos de ter em Moçambique uma ala da RENAMO e um exército da FRELIMO. O resto é a paz ou Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE). Nós não temos uma lista longa, porque não nos interessa, queremos um acordo rápido e sério.
DW África: A RENAMO vai insistir na participação de algum mediador internacional nas negociações?
AD: A RENAMO já propôs que a União Europeia fizesse parte da mediação, de igual modo a Igreja Católica de Moçambique e a África do Sul. Mas o Governo andou com manobras ao afirmar que os moçambicanos têm experiência e não queremos estrangeiros nessa mediação. Em qualquer país do mundo tem que haver mediação. No Acordo Geral de Paz estava o Governo italiano, Santo Egídio, a Igreja Católica de Moçambique....Porque é que agora com tantos problemas que afetam a democracia não vamos ter mediadores estrangeiros? Mas quanto a este ponto concreto de mediação não sei o que vai acontecer porque todos têm dito, nomeadamente a UE, que a RENAMO e a FRELIMO negoceiam seriamente e para nós “negociar seriamente tem que haver alguém a mediar ouvindo as razões de um lado e do outro para dar conhecer ao mundo as posições defendidas por uns e outros. A RENAMO e o Governo sozinhos vamos acabar por nos acusar mutuamente, cada um puxar a sardinha para a sua brasa. Portanto estamos à espera que ao elaborarmos essa agenda que vai incluir os pontos do diálogo e havendo um acordo sobre esse documento, acredito que sim, o Governo terá que se pronunciar acerca da proposta da RENAMO concernente à mediação internacional.
DW África: Já tem uma previsão sobre um encontro com o Presidente Filipe Nyusi?
AD: Ninguém recusa a ideia desse encontro, só que isso tem que ser preparado e não podemos, nós os dois nos encontrarmos, cada um a olhar para o outro, a imprensa a fotografar ou a filmar e depois não anunciamos nada. Isso iria aborrecer o povo de Moçambique e desapontar não só os moçambicanos mas todo o mundo. Então houve um encontro para tratar o quê? Fala-se muito do encontro entre Dhlakama e Nyusi mas tem que haver algo de produtivo, por exemplo, um acordo para jutificar que os dois líderes estiveram reunidos e que rubricaram um documento para mostrar ao povo que o nosso encontro não foi para tomarmos um chá mas para resolvermos os problemas que afetam a situação do povo e de Moçambique.
DW África: O senhor Afonso Dhlakama aceitaria assumir o cargo de vice-Presidente de Moçambique desde que a Constituição fosse revista?
AD: Não porque não sou da esquerda. Digo com todo orgulho que lutei pela democracia. Sou de centro-direita e sei o que é ser marxista para depois entrar numa transição de marxista para socialista. O partido FRELIMO foi comunista, marxista e dos mais perigosos do que outros partidos marxistas do mundo. Matou pessoas nas prisões, criou campos de reeducação, etc. A solução agora não é de tentar convencer a RENAMO para trabalhar diretamente com a FRELIMO. Isso seria o fim da democracia multipartidária em Moçambique.
DW África: Em 1999 o então Presidente Joaquim Chissano consentiu que a RENAMO assumisse alguns cargos ministeriais, mas a RENAMO terá demorado a tomar uma posição em relação a isso e Chissano acabou por anunciar um Governo composto por apenas membros do seu partido, a FRELIMO. Afonso Dhlakama está arrependido ?
AD: Nunca houve a ideia de nomear ministros da RENAMO, mas sim algo para acabar com o nosso partido. Convém lembrar as pessoas que a RENAMO não apareceu de qualquer maneira e a FRELIMO nunca lutou pela democracia neste país. Foi a RENAMO que lutou 16 anos obrigando a FRELIMO a aceitar em Roma o multipartidarismo depois de ter perdido a guerra. Seria ingrato da nossa parte que a RENAMO dissesse ao povo que lutamos pela democracia e agora vamos levar os nossos quadros para trabalharem como ministros num Governo da FRELIMO.Isso é só propaganda. Sou inteligente, político e general e se a RENAMO aceitasse esta ideia da FRELIMO hoje o partido já não existia.
DW – 27.05.2016

Comissão parlamentar diz que confrontos "ensombram" investigações sobre vala comum em Moçambique

 


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O presidente da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e Legalidade do parlamento moçambicano considerou hoje que os confrontos militares no centro do país "ensombram" as investigações em torno de uma alegada vala comum com mais de cem corpos.
"A localização geográfica e o contexto de tensão político-militar que acontece constitui sem dúvida uma limitante que tem vindo a ensombrar todas as investigações", afirmou Edson Macuácua, presidente da comissão, em declarações aos jornalistas, referindo-se às denúncias de camponeses de uma vala comum com mais de uma centena de corpos.
Falando no final de uma audição parlamentar ao delegado da Lusa em Maputo, na sequência de notícias da agência em torno de denúncias dos camponeses e da descoberta confirmada de corpos abandonados nas proximidades da alegada vala comum, Macuácua disse que a comissão que dirige está ciente das dificuldades que encontrará no terreno e que fará o melhor para apurar a veracidade dos factos.
Uma equipa da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade vai deslocar-se na próxima semana ao centro do país para realizar um inquérito em torno da denúncia de existência de uma vala comum na região.
Na segunda-feira, a Procuradoria-Geral da República de Moçambique disse que ainda não encontrou a vala comum denunciada em abril por camponeses no centro do país, assegurando que vai continuar a averiguar o caso.
Em relação à descoberta de corpos abandonados entre os distritos de Macossa e Gorongosa, o porta-voz da Procuradoria-Geral da República, Taíbo Mucobora, afirmou que uma equipa enviada ao local identificou a existência de 11 corpos e instaurou um processo visando o apuramento das circunstâncias das mortes.
"A procuradoria foi ao local para ver o que estava a acontecer, acompanhada de outras entidades que são chamadas ao caso e com destaque para um técnico de medicina, que fez a vez de um médico legal. Já se instaurou um processo que está a correr seus termos, e os corpos encontrados foram em número de 11", disse Taíbo Mucobora
A 30 de abril, jornalistas de vários órgãos de comunicação social, incluindo a Lusa, testemunharam e fotografaram 15 corpos espalhados no mato em dois locais entre Macossa e Gorongosa, no centro do país.
Uma semana mais tarde, o canal televisivo moçambicano STV mostrou 13 corpos no mesmo local.
As zonas apontadas quer pela Lusa quer posteriormente pela STV ficam muito próximas, no limite das fronteiras entre os distritos de Gorongosa e Macossa e também entre as províncias de Sofala e Manica, e os corpos devem ser os mesmos.
Os corpos foram abandonados nas proximidades do local onde camponeses alegam ter observado uma vala comum com mais de cem cadáveres, até ao momento desmentida pelas autoridades, e sem confirmação dos jornalistas, numa zona de forte presença militar, no quadro do conflito que se vive no centro do país.
Apesar de vários desmentidos, a descoberta de corpos abandonados e as denúncias dos camponeses levaram a Comissão Nacional de Direitos Humanos de Moçambique, instituição estatal, a pedir o "acesso incondicional" de entidades nacionais ou internacionais aos locais.
O Escritório do Alto-Comissário da ONU para os Direitos Humanos afirmou estar em contacto com as autoridades moçambicanas para aceder à zona dos corpos abandonados.
PMA (HB/AYAC/EYAC) // EL
Lusa – 27.05.2016

EY: Nós já sabíamos que nada de investigação fariam. Um bandido não se combate a si mesmo. Assim mandaram os pirikitos para atacar Gorongosa só para se justificarem....

CONFRONTOS DE LARGA ESCALA EM GORONGOSA

 


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Neste momento, nas matas da Gorongosa há um cruzado de fogo. Segundo nossas bem lúcidas fontes, os confrontos armados entre tropas da Frelimo ( defendendo fraudes e comunismo) e forças da revolução de Moçambique, conhecidas por rangers ( em defesa do povo oprimido e efectivaçao da democracia) estão em intensos confrontos nas matas de Mucodza com tendências a adentrar para Satungira para o tal famoso " assalto final" à residência do líder da Renamo, provavelmente para assassinar ou entregá-lo como um grande " troféu" ao Nyusi, por sinal o mandante destas absurdas operações.
De acordo com as nossas bem sérias fontes, os estrondos dos bombardeamentos pela região são reiteradamente audíveis. Pelo contacto que tivemos há poucos instantes com o lado das "perdizes", dizem que estão todas condições criadas para mais uma vez trucidar os miúdos sem tréguas. Os comandos das fardas verdes acrescentam que vão usar toda calma possível, pois, segundo justificam, este é o maior segredo para um sucesso triunfal e dizem ainda que hoje, durante esta troca de tiros já foram registados vários elementos das FDS mortos e outros gravemente feridos incluindo avultados danos materiais.
NOTA: Queremos tranquilizar a todos aqui que os rangers estão na prontidão, eles estão a controlar tudo usando os meios que possuem
Estamos a acompanhar!.

O que é considerado como "vala comum"

 


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Muito se tem falado em Moçambique sobre "valas comuns". Mas o que poderá ser considerado de "vala comum"?
A Organização das Nações Unidas (ONU) define como vala comum a cova que contém três ou mais vítimas de uma execução (Massacre).

sexta-feira, 27 de maio de 2016

China pretende apoiar Moçambique na construção de estrada alternativa que liga Norte e Sul

  
Vice-Governador de Shandong diz que sua província possui capacidade técnica para o efeito
A província chinesa de Shandong pretende apoiar Moçambique na construção de estrada alternativa que liga o Norte ao Sul do país e ramais que ligam a costa moçambicana aos países vizinhos sem contacto com o mar. Trata-se da primeira resposta à recente visita do Presidente da República à China.
Sun Wei, Vice-Governador de Shandong, diz que a sua província possui capacidade técnica suficiente para desenvolver infraestruturas em Moçambique, e que a maior ambição é ligar o Sul e o Norte de África.
“Chandong é uma província industrializada e muito desenvolvida na área de infraestruturas. Há 30 anos, não tinha nenhuma estrada em condições, por isso, tenho confiança nos bons resultados dos planos deste país no desenvolvimento de estradas, uma vez que temos história semelhante. No encontro de hoje, chegamos a importantes resultados para a concretização deste objectivo”, disse.

Relatório da UA: Assassinatos e sequestros em Moçambique atentam contra os direitos humanos

 

27 de Maio de 2016, 17:18

A onda de assassinatos e sequestros que assola Moçambique constitui um atentado aos direitos humanos em Moçambique, considera o relatório sobre Moçambique no quadro da situação nos Estados membros da União Africana (UA).

Intitulado "Relatório do Estado da União Africana: Relatório de Moçambique" e realizada pela organização não-governamental Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), a avaliação, que cobre o período entre 2013 e 2015, refere que os direitos humanos no país têm sido negativamente afetados por assassinatos e sequestros.


"Além disso, registou-se, por exemplo, a persistência de casos de uso excessivo da força pela polícia e detenções para além dos prazos legalmente definidos. Este contexto contribuiu para a deterioração da segurança das pessoas", realça o relatório.


O documento assinala ainda que os confrontos entre as forças de defesa e segurança moçambicanas e os homens armados da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido de oposição, têm resultado em mortes e destruição de património.


No relatório, Moçambique é elogiado por ter aprovado a Lei do Direito à Informação, mas é criticada a falta de progressos na aplicação da norma.


"Os meios de comunicação social privados enfrentam problemas de sustentabilidade financeira e uma certa hostilidade por parte de instituições do Estado, no geral", diz o texto.


O documento critica os elevados níveis de violência contra a mulher, apontando as dificuldades de acesso à justiça como uma das razões da situação.


Citando dados do Gabinete de Atendimento à Mulher e Criança Vítimas de Violência do Ministério do Interior de Moçambique, o estudo aponta que foram atendidos 24.326 casos de violência contra a mulher, em 2015, contra 23.659 em 2014.


"Prevalecem práticas discriminatórias, por exemplo, no domínio da escolaridade, da participação política, do casamento, do acesso à justiça, que continuam a colocar as mulheres em condições de desvantagem relativamente às suas contraparte masculinas", lê-se no documento.


Falando no lançamento do relatório, a ministra do Género, Criança e Ação Social, Cidália Chaúque, manifestou o empenho do seu Governo na garantia do respeito dos direitos humanos, como pressuposto para a melhoria de vida dos cidadãos.


"Quero reafirmar a determinação do Governo moçambicano na implementação de tratados, convenções e outros instrumentos normativos da União Africana com impacto na vida dos moçambicanos", frisou Chaúque.

MINISTRO DA JUSTIÇA ISAQUE CHANDE DIZ QUE NÃO VIRAM VALA COMUM EM MANICA E SOFALA

 


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Ministro da Justiça confirmou esta sexta-feira, em sede da comissão parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade que a as investigações preliminares conjunta entre a Policia e as procuradorias provinciais de Manica e de Sofala não indicam a existência de vala comum.
Isaque Chande confirmou que foram encontrados onze corpos zona entre os distritos de Macossa em Manica e Gorongosa em Sofala.
Isaque Chande diz que as investigações continuam mas que instabilidade político militar na zona onde foram encontrados corpos está a dificultar o trabalho destinado a responsabilização dos autores e de identificadas as causas das mortes
Esta sexta-feira foi a vez do ministério da Justiça Assuntos Constitucionais e religiosos apresentar a sua informação sobre as acções realizadas para esclarecer a existência ou não de alegada vala comum entre as província de Manica e Sofala em torno da violação dos direitos humanos no país.
A audição ao Ministério da Justiça marca o fim do processo da prestação de informação a primeira comissão pelas instituições de justiça e de legalidade.

Em sede da primeira Comissão, o titular da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos disse que o facto dos corpos terem sido encontrados numa zona de instabilidade politico militar está a dificultar a identificação das pessoas mortas e a responsabilização dos actores.
De acordo com o ministro, a informação sobre alegada existência no pais de vala comum teve um impacto de dimensão internacional, e suscitar explicações por parte das organizações da Nações Unidas e parceiros de cooperação. Isaque Chande considera que a as averiguações no terreno pela primeira comissão irão permitir um maior esclarecimento sobre assunto.
As averiguações pela comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de legalidade terreno iniciam na próxima segunda-feira na província de Sofala e vão durar quinze dias. TVM – 27.05.2017